O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Americanas revela preço por ação na capitalização prevista no plano de recuperação judicial que vai a votação nesta terça-feira
No "Dia D" em que os credores vão decidir sobre o plano de recuperação judicial da Americanas (AMER3), a varejista revelou mais um importante detalhe sobre como pretende reduzir o rombo bilionário do balanço.
O preço por ação na capitalização de R$ 24 bilhões que a companhia pretende fazer ficou em R$ 1,30. O valor representa 1,33 vezes o preço médio ponderado por volume das ações na B3 nos 60 pregões anteriores à véspera da data da aprovação do plano de recuperação.
Do valor total que vai entrar no balanço da Americanas, R$ 12 bilhões virão dos acionistas de referência — o trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira.
Quem vai bancar os outros R$ 12 bilhões são os bancos credores que se comprometeram a converter os créditos contra a varejista em ações.
Mas tudo ainda depende, é claro, da aprovação do plano de recuperação judicial nesta terça-feira (19). Os acionistas da Americanas também precisam aprovar o aumento de capital em uma futura assembleia.
Seja como for, a capitalização vai impor uma diluição brutal aos acionistas que não participarem da operação. O que, de certo modo, já era esperado diante do rombo no balanço da varejista após a fraude bilionária.
Leia Também
Ao preço de R$ 1,30 por ação, a Americanas terá de emitir mais de 18 bilhões de novos papéis para chegar aos R$ 24 bilhões necessários. Essa quantidade representa uma diluição de pouco mais de 95% em relação à base acionária atual.
É quase certo, portanto, que Lemann e os sócios aumentem consideravelmente a participação na companhia após a conclusão da capitalização.
No limite, os bilionários podem ficar com aproximadamente 49% do capital da Americanas se não houver adesão dos minoritários à operação. Atualmente eles possuem 30,12% das ações da varejista.
Nesse mesmo cenário, os bancos credores passarão a deter quase 48% da companhia. Por fim, a capitalização pode diluir a participação dos minoritários da Americanas dos atuais 69,88% para algo como 3% do capital.
Além das condições do aumento de capital, a Americanas anunciou novas adesões ao acordo para a aprovação do plano de recuperação judicial.
Entre os credores que aderiram estão o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia, de acordo com a companhia. Assim, a Americanas já conta com apoio "significativamente superior a 60% da dívida".
Lembrando que a companhia também precisa obter o aval da maioria simples dos credores presentes na assembleia geral de credores (AGC) desta terça-feira — para esse critério, cada credor tem direito a um voto no cômputo geral.
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%