O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a Ambev, trata-se de um litígio tributário devidamente registrado em suas demonstrações contábeis
Se a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) elevou o tom, a Ambev (ABEV3) subiu na mesa.
Depois de ser acusada pela associação de cervejarias rivais de provocar um rombo fiscal de R$ 30 bilhões, a Ambev rebateu com força.
"A acusação é falsa e acreditamos que foi promovida de forma oportunista e irresponsável", diz a empresa.
De acordo com a Ambev, a revista Veja veiculou a notícia sem que a veracidade dos fatos fosse devidamente checada e sem que a posição da empresa fosse ouvida.
Trata-se, prossegue a companhia, de um litígio tributário devidamente registrado em suas demonstrações financeiras.
“Calculamos nossos créditos tributários com base na legislação e nossas demonstrações financeiras estão de acordo com as regras jurídicas e contábeis, com ampla transparência sobre os litígios tributários envolvendo a companhia”, afirma.
Leia Também
Na quarta-feira, a revista Veja publicou reportagem segundo a qual empresas como a Ambev e a Coca-Cola estariam supostamente se aproveitando indevidamente de benefícios fiscais concedidos a companhias que atuam na Zona Franca de Manaus.
A suspeita foi levantada pela CervBrasil, entidade encabeçada por rivais da Ambev no setor, como Grupo Petrópolis, Imperatriz Cervejaria, Krug Bier e Lund.
A denúncia baseia-se em estudo feito pela AC Lacerda. De acordo com a consultoria, depois de anos se aproveitando dos benefícios indevidamente, o rombo gerado por essas distorções à arrecadação fiscal alcançaria R$ 30 bilhões.
O impacto da denúncia foi quase imediato. A ação da Ambev (ABEV3) despencou na quarta-feira e recuperou pouquíssimo terreno na quinta-feira.
Um dos motivos é o fato de a Ambev ter entre seus principais sócios o trio formado por Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles.
Parceiros de longa data, Lemann, Sicupira e Telles entraram na mira dos reguladores do mercado financeiro desde a revelação de um rombo contábil de R$ 20 bilhões no balanço da Americanas, no início de janeiro.
Em nota divulgada no fim da noite de quinta-feira, a Ambev desmentiu a existência de qualquer rombo em suas demonstrações financeiras e atribuiu o litígio à complexidade do sistema tributário brasileiro.
“Litígios tributários devidamente divulgados são muito diferentes de um suposto rombo”, diz a empresa.
“Temos litígios tributários em que divergimos da interpretação do Fisco. Esses litígios são o reflexo da complexidade do sistema tributário brasileiro e uma realidade de muitas empresas. Além disso, a própria imprensa esclareceu que o valor mencionado se refere a discussões de todo o setor de refrigerantes, e não apenas da Ambev”, afirma.
Ainda segundo a Ambev, mais informações sobre os litígios podem ser encontradas nos diversos documentos divulgados pela empresa ao mercado, incluindo o item 4.6 do Formulário de Referência (2021), o Formulário 20-F (2021), as Demonstrações Financeiras (2021) e o Formulário de Informações Trimestrais - ITR referente ao 3º trimestre de 2022.
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda
Empresa fechou o último ano com recordes de lucro e Ebitda e surpreende o mercado com resultado acima do consenso
O esquema de pagamento antecipa caixa relevante para a companhia de galpões logísticos, mas mantém parte da exposição ao ativo por meio das cotas
Banco elevou preço-alvo da VALE3 para R$ 102 — o que significa um potencial de valorização de cerca de 13%, mesmo após alta recente da ação
Lucro acima do esperado dá fôlego à distribuição de proventos; confira o valor por ação e quem entra na lista
Após um ano pressionado por inadimplência e provisões elevadas, BB encerra o 4T25 com resultado acima do esperado; veja os principais números do balanço
A Azul alertou ao Cade que o atraso na saída do Chapter 11 traz “graves riscos” à saúde financeira e à própria continuidade operacional da companhia