O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Banco Central aprovou a mudança de controle do Bankly, que foi vendido pela companhia para o Banco Votorantim neste ano
A Méliuz (CASH3) obteve nesta segunda-feira (23) um importante sinal verde para concluir uma operação que já dura meses. O Banco Central aprovou a mudança de controle do Bankly, que foi vendido pela companhia para o Banco Votorantim neste ano.
A notícia impulsiona as ações da empresa de cashback na bolsa de valores hoje. Os papéis, que chegaram a subir mais de 10% mais cedo, operavam em alta de 8,24%, cotados em R$ 6,96, por volta das 15h05 — acompanhe a nossa cobertura completa de mercados.
De acordo com um comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o BC publicou na última sexta-feira (20) o ofício que permite que a Méliuz transfira o controle societário sobre a fintech para o banco.
Com isso, a transação, acertada pelas duas empresas em março por R$ 210 milhões, pode seguir para a consumação. A Méliuz afirmou que manterá os acionistas e o mercado informados sobre a conclusão do negócio.
Vale relembrar que a relação entre BV e Méliuz não se restringe à venda do Bankly. A companhia concluiu, também no primeiro trimestre, um acordo comercial com o banco que permite à empresa de cashback ofertar produtos e serviços financeiros no modelo asset light.
Isto significa que a Méliuz deixou de assumir custos e despesas relacionados aos produtos e passou a focar apenas na experiência do usuário. A remuneração da companhia acontece por cartão de crédito ou conta ativados, além de um percentual atrelado ao volume total de pagamentos (TPV) do cartão.
Leia Também
A aprovação do Banco Central também deixa mais forte a probalidade de que a Méliuz distribua o dinheiro da venda para seus acionistas.
Na época em que acertou o negócio, a companhia afirmou que vinha estudando distribuir a receita gerada em forma de proventos. "Assim que o estudo for concluído, a decisão passará pelas aprovações de suas instâncias de governança internas e será devidamente comunicado ao mercado", disse a empresa na época.
A informação também já havia sido antecipada durante a teleconferência de resultados da empresa em março.
“Ainda estamos dependendo de aprovações internas, mas tudo indica que o valor recebido pela venda do Bankly o Méliuz vai distribuir na forma de proventos para seus acionistas”, declarou o diretor de relações com investidores, Marcio Penna, na ocasião.
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida