O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Movimento de compra dos papéis da Cogna (COGN3) e da Yduqs (YDUQ3) acontece após criação de grupo de trabalho para avaliar o Fies
Desde que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou a despontar nas pesquisas de intenção de voto durante a campanha eleitoral, as ações do setor de educação, como Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) passaram a subir também, impulsionadas pela expectativa do que seria o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no novo governo. E bastou uma única notícia sobre o assunto nesta quarta-feira (8) para fazer esses papéis dispararem na bolsa.
Por volta das 16h18, as ações da Yduqs subiam 11,72%, cotadas a R$ 7,53, enquanto as da Cogna avançavam 8,42% a R$ 2,19. Fora do Ibovespa, a Ser Educacional (SEER3), a Anima (ANIM3) e Cruzeiro do Sul (CSED3) também tinham ganhos de 4,22%, 13,76% e 6,46%, respectivamente.

Nada comparado ao boom visto nos meses que antecederam a eleição, mas bons exemplos de que os investidores estão apostando alto nos potenciais ganhos desses ativos.
Mais cedo, o Diário Oficial da União (DOU) informou a criação de um grupo de trabalho que deve avaliar o Fies, com o objetivo de analisar a situação atual do programa e apresentar propostas para ele.
A proposta é que o grupo atue durante 180 dias, com possibilidade de prorrogação, e conte com integrantes do Ministério da Educação (MEC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Ainda que haja muita expectativa em torno dos ganhos que Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) podem ter durante o terceiro mandato de Lula, o mercado ainda coloca algumas dúvidas na mesa.
Leia Também
Um deles é o fato de que pouco se sabe sobre o tamanho dos estímulos governamentais que serão adotados no setor, principalmente em 2023 e 2024, anos em que o orçamento público deve ser mais restritivo.
Além disso, Yduqs e Cogna estão longe de serem as mesmas empresas do passado. Ou seja, possivelmente elas tentariam não depender tanto de programas como o Universidade para Todos (ProUni) e do Fies para crescer. Os últimos anos obrigaram as duas empresas a encontrar outras vias de receita. Ou seja, hoje talvez elas não precisem mais ser “salvas” por Lula.
No fim de janeiro, o Bradesco BBI elevou a recomendação da Cogna (COGN3) de venda para neutro. Além disso, o preço-alvo passou de R$ 2,40 para R$ 2,70 no fim de 2023 — potencial de alta de 25% se considerado o fechamento de 27 de janeiro.
Porém, a visão mais positiva é justificada pelo impulso operacional recente e não tem relação com as expectativas criadas em torno do governo Lula. Também foram consideradas a estimativa de recuperação contínua de margens da empresa e projeção de uma alta de 15% no crescimento das receitas neste ano.
Segundo os analistas do banco, a aceleração no crescimento das receitas da Cogna deve vir principalmente graças à Kroton, com um bom controle de custos e alavancagem operacional, além da retomada do segmento presencial.
Além disso, a atuação da Sabre na linha de livros didáticos também deve colaborar e ser impulsionada com o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), iniciativa do governo federal para disponibilização desse tipo de material.
Por fim, o Bradesco BBI afirma que a Vasta deve continuar crescendo em ritmo acelerado neste ano, destacando também seu controle de custos.
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes
Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo
Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição