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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo
Desde que foi estabelecido, no final de 2016, o teto de gastos já foi furado algumas vezes e certamente precisava de uma manutenção para continuar protegendo os pilares fiscais brasileiros.
Mas, mesmo com bilhões escorrendo pelas rachaduras em cada uma das ocasiões na qual o Congresso deu o aval, a decisão do governo federal de eliminá-lo completamente e criar uma nova regra fiscal vem gerando tensão no mercado há algum tempo.
Nesta semana, a ansiedade cresceu ainda mais — assim como seu efeito negativo sobre o apetite ao risco dos investidores —, pois a data da revelação da estrutura do arcabouço fiscal se aproxima.
Lula comprometeu-se a apresentar a proposta antes de sua viagem à China, marcada para 24 de março. O texto já está em suas mãos, aliás, entregue pelo ministro da Fazenda.
Fernando Haddad reuniu-se com o chefe do Executivo nesta sexta-feira (17), em um encontro no qual também participaram a ministra do Planejamento, Simone Tebet, e o vice-presidente Geraldo Alckmin. Apesar do debate, Haddad já declarou que a decisão final será de Lula.
A tensa espera pelo substituto do teto de gastos não foi o único elemento a pesar sobre o mercado nos últimos dias — também teve uma nova crise bancária no horizonte.
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Uma dezena de bancos norte-americanos se comprometeram com uma “vaquinha” de US$ 30 bilhões para evitar que o First Republic Bank quebre, enquanto o Banco Central da Suíça também respondeu a um apelo por socorro do Credit Suisse.
A ameaça de quebradeira no setor bancário seguiu rondando os mercados na semana que antecede as decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.
Com isso, o Ibovespa caiu 1,4% e desceu aos 101.981 pontos, o menor nível de fechamento desde julho do ano passado. Na semana, a queda foi ainda maior, de 1,58%, enquanto o dólar à vista avançou 0,58% hoje — cotado em R$ 5,2702 — e acumulou alta de 1,19% nos últimos cinco dias.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
IR 2023
O “erro” que mais de 2 milhões de pessoas cometeram ao declarar cedo demais. Saiba por que você deveria entregar na última hora. Prazo vai de 15 de março a 31 de maio; veja as vantagens de esperar até o último momento.
SEGUE O JOGO
Petrobras não vai “rasgar contrato” e dá sequência a venda de ativo para 3R Petroleum (RRRP3). A paralisação da venda do Polo Potiguar preocupou o mercado porque a 3R Petroleum já havia até pago por parte do negócio.
NO FOCO
É hora de comprar VALE3? Vale é a mineradora favorita do Itaú BBA e ação pode subir até 15% neste ano. A empresa é a queridinha do segmento na América Latina e agora possui recomendação de “outperform” pelo banco.
VALE OURO
Vivara apresenta uma joia de balanço — e papéis brilham na B3. É hora de colocar VIVA3 na caixinha de ações? A rede de joalherias viu o lucro líquido subir 24% no quarto trimestre de 2022 em base anual e 21% no ano passado como um todo.
CRASH IMINENTE?
Quebradeira de bancos cria efeito colateral que pode colocar o seu bolso em risco. No podcast desta semana do Touros e Ursos, os repórteres do Seu Dinheiro discutem sobre o que deve estar por vir. Clique aqui para acessar.
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Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
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