🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Felipe Miranda: Daniel (Goldberg) na cova dos leões

Daniel Goldberg, fundador e CIO da Lumina, é um gestor com pensamento diferenciado em relação ao restante do Leblon e da Faria Lima

31 de julho de 2023
21:04 - atualizado às 14:54
Pintura "Daniel na Cova dos Leões", do belga Peter Paul Rubens (data estimada: 1614 a 1616)
"Daniel na Cova dos Leões", do pintor belga Peter Paul Rubens (data estimada: 1614 a 1616) - Imagem: Wikimedia Commons / Domínio público

Daniel Kahneman tinha seu próprio teste de inteligência. Não era algo propriamente científico, mas a anedota funcionava bem. Era mais ou menos assim: ele estimava quanto tempo uma pessoa, ao conhecer seu amigo Amos Tversky, demorava para perceber que Tversky era o mais inteligente da roda. Quanto mais rápida a identificação, maior seria a inteligência do interlocutor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Inspirado na brincadeira, batizei Daniel Goldberg de “Amos Tversky brasileiro”. Se você se interessa por investimentos — e, mais do que isso, por filosofia de investimentos e finanças —, entendo não haver nada mais útil neste começo de semana do que ouvir o podcast Market Makers com ele. 

Antes de prosseguir e, talvez mais importante, para evitar qualquer potencial desentendimento pessoal, um esclarecimento: o paralelo entre Tversky e Goldberg se restringe ao brilhantismo intelectual de ambos: Daniel é sempre a pessoa mais inteligente da mesa.

Isso nada tem a ver com o campo de estudos, tampouco com a forma de pensar de ambos. Tversky é o sujeito das Finanças Comportamentais; Goldberg é (ou, ao menos, assim eu o interpreto) alguém do arcabouço ortodoxo de mercados — ainda que parcialmente eficientes — e das expectativas racionais.

A distinção é importante e terá implicações no correr do texto. E, sim, para os mais afoitos, vale explicitar: Daniel é um grande ganhador de dinheiro, de tal modo que tenho adotado para mim mesmo a seguinte heurística: se ele está no crédito, fuja do equity (ele é tão brilhante que vai construir estruturas para se apropriar do fluxo antes de você; isso é um elogio). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Última edição do podcast Market Makers, com participação do fundador e CIO da Lumina, Daniel Goldberg

Daniel Goldberg: reflexões e pensamentos

Retomo.

Leia Também

Vamos do começo, iniciando pelos bastidores. Na semana passada, recebi um zap do Thiago Salomão: “o Daniel está aqui na recepção.” Fui ao seu encontro para cumprimentá-lo. Ao me aproximar, jogando a orelha de leproso (com todo o respeito aos leprosos, claro) poucos metros à frente, pude ouvir a conversa:

“Thiago, o que o Taleb propõe não é uma reorientação dos modelos de finanças. O papo dele não é de investimentos. Não é pra ajustar o VaR ou coisa parecida. É pra jogar tudo isso fora, porque os fenômenos são inteiramente imprevisíveis e intratáveis. É uma abordagem de epistemologia, não de finanças.”

Borboletas no estômago — claro que aquilo soou como música para os meus ouvidos. Taleb é aquela coisa: todo mundo diz que leu, metade das pessoas não leu e, daqueles que leram, poucos realmente entenderam a essência da coisa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O que o Taleb propõe é que as caudas das distribuições são mais gordas. Então, precisamos ajustar nosso Black & Scholes.” Ora, não é isso! Todo mundo sempre soube que os retornos dos ativos não são gaussianos (lognormais).

Ele não defende um ajuste no Black & Scholes; ele quer jogar o B&S no lixo. Ou, então, aquelas matérias ou relatórios de final de ano: “vejam os 10 cisnes negros possíveis para 2024”. Essa coisa é um paradoxo.

Os cisnes negros não são eventos improváveis de alto impacto apenas. Eles são aquelas coisas que nem sequer conseguimos vislumbrar em nossos mapas de risco ou distribuição. São os unknown unknowns de Donald Rumsfeld.

Ou seja, são coisas que, por definição, você não pode listar como riscos possíveis para o ano seguinte. Esses seriam os cisnes cinzas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diferenças

Conto essa conversa da coxia porque, pra mim, o maior mérito do Daniel é que, diferentemente de outros grandes gestores, ele também é um epistemólogo.

De maneira muito distinta de outros profissionais de mercado, ele não se propõe a prever o futuro, tampouco a se colocar numa posição de superioridade intelectual, moral ou informacional diante do outro. 

Da forma com que eu o vejo (fique claro: essa é apenas a minha interpretação sobre ele), identifico alguém sempre preocupado com filosofia de finanças, metodologia de finanças e humildade intelectual. Isso desemboca em um framework completamente diferente daquele típico da Faria Lima ou do Leblon.

Do que estou falando exatamente? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A maior parte dos investidores foi treinada a partir de uma determinada abordagem, que se baseia na ideia de que existe uma assimetria informacional grande no mercado. Ou seja, se você se dedicar muito, poderá acessar ou processar melhor a informação do que seu coleguinha.

Assim, terá uma capacidade superior de calcular o tal valor intrínseco de uma determinada companhia (ou de um determinado ativo). Bastaria, portanto, compará-lo ao preço de tela e decidir se compra ou vende.

Não à toa, observamos discursos autoelogiosos de gestores se vangloriando de seu processo de análise, do quanto ele (e só ele!) foi capaz de fazer um mergulho profundo numa determinada empresa, sendo, portanto, detentor de uma sabedoria particular.

A verdade é que essa perspectiva funcionou muito bem até, sei lá, os anos 90 nos EUA. Mas aí veio a internet, o Google, os supercomputadores, os algoritmos e… todo mundo ficou sábio e inteligente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A cada dia, a assimetria de informação diminui. Eu não tenho a menor dúvida de que você, leitor, é genial. Mas a verdade é que os outros dois leitores desta newsletter são igualmente inteligentes e capazes.

Todos nós fomos perdendo a vantagem informacional sobre a média, porque, basicamente, todo mundo sabe tudo (ou pode saber tudo). E mais: trabalhamos com modelos que requerem acessarmos um futuro, por definição, desconhecido, sendo esses mesmos modelos altamente sensíveis a pequenas mudanças de premissas sobre esse futuro.

Se você ainda não percebeu, é uma fragilidade enorme.

Daniel Goldberg e as oportunidades para se destacar

O ponto de partida de Daniel Goldberg me parece outro (de novo, essa é a minha interpretação): sendo os mercados bastante eficientes, com boa capacidade de acessar e processar informação, tendo indivíduos muito racionais por aí, como eu posso bater o mercado? Seria possível?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A resposta é sim, basicamente se apropriando de riscos em que outros não estão dispostos a correr. O exemplo da seguradora é bastante bom. O mercado é eficiente e, ainda assim, a seguradora ganha dinheiro na média.

O investidor sabe que o valor pago pelo seguro é superior à probabilidade de ficar doente vezes o custo associado à doença. No entanto, mesmo assim, é racional para ele contratar o seguro, porque quer evitar a catástrofe de parar na UTI e ir à falência. Como a seguradora faz isso em massa, topa esse risco, porque ele será diluído pelos milhares de segurados. 

Outro bom exemplo é aquele em que há deslocamentos momentâneos de ativos ou classes de ativos para uma nova categoria. Pense numa situação em que uma determinada empresa não é mais considerada investment grade. Há um choque exógeno desfavorável que afeta a companhia. Ela passa a ser avaliada como junk (de baixa qualidade de crédito, grosso modo).

Num primeiro momento, todos os investidores com mandato somente para títulos investment grade são obrigados a vender o ativo. Ao mesmo tempo, aqueles com mandato para investir em junk bonds ainda não tem modelo, nem cobertura para aquela companhia novata naquela categoria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até que exista uma adaptação ao novo cenário, pode existir uma oportunidade de investimento. Nessas fronteiras, existem pequenas brechas circunstanciais de ineficiência de mercado.

Daniel Goldberg passa por vários outros exemplos. A maior parte (para não dizer a íntegra) deles está acessível a investidores institucionais e a cotistas de fundos. Fiquei pensando no que, dentro do mesmo framework mental, poderia servir exclusivamente ao investidor pessoa física.

Haveria momentos de disfuncionalidade no mercado em que ele poderia se aproveitar, inclusive em vantagem sobre o institucional?

Encontrei três possibilidades:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Imóveis

Na média, o investimento em imóveis, tratado exclusivamente como tal, não oferece retornos extraordinários. Caio Mesquita dedicou sua última newsletter inteiramente a isso; vale a leitura.

No entanto, há situações específicas sobre as quais o investidor deve estar atento, que podem levar a retornos finais surpreendentes, resumidas em circunstâncias de aperto do vendedor, quando o desespero obriga a venda a preços atraentes.

Há inclusive uma sigla em inglês para isso, chamada de 3D (debt, death and divorce ). Se há uma dívida muito grande do vendedor, uma situação de falecimento ou algum divórcio rolando, isso pode deslocar a transação da racionalidade e do valor justo em favor do comprador.

Mercado secundário de renda fixa

Com a sofisticação das plataformas de investimento e seus canais de distribuição, LCIs, LCAs, CDBs e afins costumam ser razoavelmente bem apreçados em suas operações primárias. Se o negócio sai a 120% do CDI, muito provavelmente é porque a emissão goza de rating correspondente a isso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então, uma porção bastante pulverizada dessa emissão é comprada por pessoas físicas, muitas vezes em prazos mais longos (quanto maior o prazo, normalmente maior o ROA para o canal de distribuição, que, portanto, se vê incentivado a empurrar no cliente um título de duration longo, ainda que o horizonte temporal daquele investidor seja mais restrito).

Como corolário, é comum vermos a necessidade (ou a mera vontade) de o investidor sair deste título no meio do caminho, ávido por liquidez. Aí aparecem oportunidades fantásticas no mercado secundário de renda fixa.

Se você tiver a disciplina de entrar toda manhã na(s) sua(s) plataforma(s) de investimento favorita(s) e raspar as alternativas nesse mercado secundário, poderá ter um retorno acima da média, compensado mais do que devidamente pelo risco (ex.: vai comprar um título de 130% do CDI, que fora emitido a 118% do CDI, por conta de uma necessidade pontual do vendedor).

Small caps

A maior sofisticação e eficiência dos mercados ocorrem justamente diante da atuação dos profissionais e dos arbitradores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A pessoa física, em geral, dispõe de menor capacidade de acesso, processamento e armazenamento de informação. Portanto, onde não há atuação dos institucionais e reina a pessoa física, a chance para vantagens informacionais é maior.

Se você for a um grande investidor profissional oferecer uma espetacular oportunidade de investimento numa microcap, ele pode até concordar com você, mas não vai conseguir investir naquilo — se um fundo de R$ 10 bilhões resolver investir 1% numa determinada small cap, isso vai representar R$ 100 milhões, o que pode corresponder a um percentual elevado do free float daquela companhia.

Ou seja, não vale a pena. Então, nesses nichos de menor liquidez, oportunidades de subapreçamento podem acontecer com mais frequência e intensidade.

É como se você não estivesse mais competindo na Fórmula 1 contra pilotos profissionais; você está ali contra outros motoristas com habilidades semelhantes às suas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Poderá haver ineficiência dos mercados quando não há profissionais atuando. As chances aqui existem e são maiores, sobretudo quando os mercados estão menos líquidos e os fundos de ações e multimercados ainda estão sofrendo resgates.

Qualquer semelhança com o momento atual não é mera coincidência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TRILHAS DE CARREIRA

O ano novo começa onde você parou de fugir. E se você parasse de ignorar seus arrependimentos em 2026?

4 de janeiro de 2026 - 8:00

O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

FIIs de logística agitaram o ano, e mercado digere as notícias econômicas dos últimos dias

2 de janeiro de 2026 - 8:28

China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado

RETROSPECTIVA

As ações que se destacaram e as que foram um desastre na bolsa em 2025: veja o que deu certo e o que derrubou o valor dessas empresas

31 de dezembro de 2025 - 8:51

Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Empreendedora já impactou 15 milhões de pessoas, mercado aguarda dados de emprego, e Trump ameaça Powell novamente

30 de dezembro de 2025 - 8:43

Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: 10 surpresas para 2026

29 de dezembro de 2025 - 20:34

A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como cada um dos maiores bancos do Brasil se saiu em 2025, e como foram os encontros de Trump com Putin e Zelensky

29 de dezembro de 2025 - 8:13

Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)

DÉCIMO ANDAR

FIIs em 2026: gatilhos, riscos e um setor em destaque

28 de dezembro de 2025 - 8:00

Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O Mirassol das criptomoedas, a volta dos mercados após o Natal e outros destaques do dia

26 de dezembro de 2025 - 9:01

Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

De Volta para o Futuro 2026: previsões, apostas e prováveis surpresas na economia, na bolsa e no dólar

23 de dezembro de 2025 - 8:33

Como fazer previsões é tão inevitável quanto o próprio futuro, vale a pena saber o que os principais nomes do mercado esperam para 2026

EXILE ON WALL STREET

Tony Volpon: Uma economia global de opostos

22 de dezembro de 2025 - 19:41

De Trump ao dólar em queda, passando pela bolha da IA: veja como o ano de 2025 mexeu com os mercados e o que esperar de 2026

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Esquenta dos mercados: Investidores ajustam posições antes do Natal; saiba o que esperar da semana na bolsa

22 de dezembro de 2025 - 8:44

A movimentação das bolsas na semana do Natal, uma reportagem especial sobre como pagar menos imposto com a previdência privada e mais

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O dado que pode fazer a Vale (VALE3) brilhar nos próximos dez anos, eleições no Brasil e o que mais move seu bolso hoje

19 de dezembro de 2025 - 8:31

O mercado não está olhando para a exaustão das minas de minério de ferro — esse dado pode impulsionar o preço da commodity e os ganhos da mineradora

SEXTOU COM O RUY

A Vale brilhou em 2025, mas se o alerta dessas mineradoras estiver certo, VALE3 pode ser um dos destaques da década

19 de dezembro de 2025 - 6:08

Se as projeções da Rio Tinto estiverem corretas, a virada da década pode começar a mostrar uma mudança estrutural no balanço entre oferta e demanda, e os preços do minério já parecem ter começado a precificar isso

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As vantagens da holding familiar para organizar a herança, a inflação nos EUA e o que mais afeta os mercados hoje

18 de dezembro de 2025 - 8:55

Pagar menos impostos e dividir os bens ainda em vida são algumas vantagens de organizar o patrimônio em uma holding. E não é só para os ricaços: veja os custos, as diferenças e se faz sentido para você

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: De Flávio Day a Flávio Daily…

17 de dezembro de 2025 - 20:00

Mesmo com a rejeição elevada, muito maior que a dos pares eventuais, a candidatura de Flávio Bolsonaro tem chance concreta de seguir em frente; nem todas as candidaturas são feitas para ganhar as eleições

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja quanto o seu banco paga de imposto, que indicadores vão mexer com a bolsa e o que mais você precisa saber hoje

17 de dezembro de 2025 - 8:38

Assim como as pessoas físicas, os grandes bancos também têm mecanismos para diminuir a mordida do Leão. Confira na matéria

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As lições do Chile para o Brasil, ata do Copom, dados dos EUA e o que mais movimenta a bolsa hoje

16 de dezembro de 2025 - 8:23

Chile, assim como a Argentina, vive mudanças políticas que podem servir de sinal para o que está por vir no Brasil. Mercado aguarda ata do Banco Central e dados de emprego nos EUA

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Chile vira a página — o Brasil vai ler ou rasgar o livro?

16 de dezembro de 2025 - 7:13

Não por acaso, ganha força a leitura de que o Chile de 2025 antecipa, em diversos aspectos, o Brasil de 2026

EXILE ON WALL STREET

Felipe Miranda: Uma visão de Brasil, por Daniel Goldberg

15 de dezembro de 2025 - 19:55

O fundador da Lumina Capital participou de um dos episódios de ‘Hello, Brasil!’ e faz um diagnóstico da realidade brasileira

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Dividendos em 2026, empresas encrencadas e agenda da semana: veja tudo que mexe com seu bolso hoje

15 de dezembro de 2025 - 7:47

O Seu Dinheiro traz um levantamento do enorme volume de dividendos pagos pelas empresas neste ano e diz o que esperar para os proventos em 2026

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar