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A dúvida no momento é se a compra do Credit Suisse é o começo do fim da crise bancária em andamento ou se ela está apenas no início
No primeiro momento a sensação parecia de alívio. Em uma operação de emergência intermediada por autoridades suíças, o UBS embolsou o rival Credit Suisse por 3 bilhões de francos suíços . O montante equivale a US$ 3,25 bilhões. Ou então a R$ 17,15 bilhões.
A aquisição deu origem a um gigante com US$ 5 trilhões em ativos. Hoje, no entanto, os mercados financeiros amanheceram no vermelho.
A ação do Credit Suisse abriu em queda de mais de 60% na bolsa de valores de Zurique. Em grande medida, o desempenho reflete o desconto obtido pelo UBS na compra do bancão rival.
No fim de semana, notícias referentes às negociações mostraram que o UBS tentou pagar ainda menos pelo Credit Suisse. E, um pouco por não ter conseguido um desconto maior e outro tanto por ter incorporado um banco afundado em uma espécie de crise multidisciplinar, a ação do UBS caiu 14% na abertura.
Nos principais mercados da Europa, os desdobramentos do fim de semana arrastam o setor bancário. Ao mesmo tempo, enquanto as bolsas asiáticas fecharam em baixa, os índices futuros de Nova York sinalizam abertura em queda em Wall Street.
Ainda no domingo, logo depois do anúncio da aquisição, os bancos centrais dos Estados Unidos, da Europa, da Inglaterra, do Japão, da Suíça e do Canadá anunciaram uma ação coordenada. O intuito da operação é assegurar liquidez ao setor financeiro global por meio de acesso a linhas de swap de dólar do Fed, o BC dos EUA.
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A dúvida no momento é se essa ação coordenada representa o começo do fim da crise bancária em andamento ou se ela está apenas no início. Afinal, se um banco como o Credit Suisse precisa de resgate, candidatos ao posto de próxima vítima não faltam.
Enquanto isso não se esclarece, os investidores se preparam para as decisões de política monetária do Fed e do Banco Central do Brasil previstas para a quarta-feira. A expectativa de sinalização de algum alívio nos juros ganha ares de pedido de socorro.
Os participantes do mercado também estão de olho na definição da nova regra fiscal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O anúncio pode acontecer a qualquer momento a partir da tarde de hoje.
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