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A combinação de juros globais em alta com China fraquejando, além do ruído interno com a questão fiscal, foi fatal para o mercado brasileiro no mês passado, mas a gestora encontrou caminhos para abrandar as dificuldades
O Ibovespa terminou agosto no azul apenas quatro vezes — um mês difícil para a bolsa brasileira, com o principal índice acumulando uma perda mensal de 5,08%. Mas o que pode ter sido um pesadelo para muito investidor por aí, foi visto como uma oportunidade para o Fundo Verde, do gestor Luis Stuhlberger.
A combinação de juros globais em alta com China fraquejando, além do ruído interno com a questão fiscal, foi fatal para o mercado brasileiro no mês passado.
“O mês de agosto marcou uma reversão no tom otimista global que vinha marcando os meses recentes. As taxas de juros globais longas subiram de maneira importante e o crescimento chinês muito fraco provocou uma onda de pessimismo forte”, escreveu a gestora em carta mensal aos investidores.
Ainda assim o Verde se diz focado na resiliência do crescimento, que continua a surpreender positivamente, e nas oportunidades que aparecem por conta de deslocamentos técnicos nos mercados locais.
O Verde está com exposição neutra em bolsa global, e aproveitou a piora recente para voltar a expandir a alocação em bolsa brasileira.
De acordo com a gestora, a posição comprada em inflação implícita no Brasil foi mantida assim como a posição aplicada em juro real nos EUA e a alocação tomada no Japão.
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Em moedas, o fundo de Stuhlberger aumentou a alocação vendida no dólar contra o real, e manteve a posição comprada na rúpia indiana contra o renminbi chinês e no peso mexicano contra o euro.
A posição em ouro foi mantida, assim como a pequena alocação em petróleo, de acordo com a gestora.
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