Smart Fit (SMFT3) ainda está fora de forma na B3, mas o maior acionista quer reduzir participação em uma oferta de ações na B3
Oferta de ações da rede de academias pode movimentar R$ 550 milhões. Papéis sobem quase 25% no ano, mas seguem abaixo dos níveis do IPO na B3
A Smart Fit (SMFT3) ainda está longe da melhor forma desde que fez sua oferta inicial de ações (IPO) na B3, em julho de 2021. Mas os papéis ensaiam uma recuperação, com uma alta de quase 25% nos primeiros meses deste ano.
Coincidência ou não, o principal acionista da rede de academias pretende reduzir a participação na rede de academias de ginástica em uma nova oferta de ações.
O fundo Pátria pode embolsar um total de R$ 550 milhões com a venda de 32.602.252 papéis na operação, com base no preço de fechamento de ontem na B3 (R$ 16,87).
Apesar da recuperação recente com a reabertura de economia após a pandemia, as ações da Smart Fit acumulam uma queda de 26% desde o IPO na B3.
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Smart Fit: Pátria segue como maior acionista
O fundo de private equity (que compra participações em empresas) se manterá como maior acionista da Smart Fit após a oferta. Mas com a participação passando de 38,3% para 32,7%.
A família de Edgard Corona, fundador e CEO da Smart Fit, não venderá ações na oferta e, portanto, permanece com aproximadamente 15% da rede. O acordo de acionistas entre a família e o Pátria seguirá em vigor.
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A definição do preço por ação na oferta aconteceria originalmente na próxima terça-feira, mas a empresa antecipou o cronograma para segunda-feira, dia 29.
A Smart Fit também incluiu o Santander como banco coordenador da oferta, junto com Itaú BBA e BTG Pactual.
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