O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No podcast Touros e Ursos desta semana, a quebra do SVB, a crise no Credit Suisse e como isso pode afetar outros bancos e as decisões do Fed e do Copom
Desde o último fim de semana, não se fala em outra coisa no mercado financeiro: a crise que vem assolando os bancos americanos com a quebra do Silicon Valley Bank (SVB) no final da semana passada.
Após a falência do “banco das startups” e de outra instituição financeira, o Signature Bank, os investidores ficaram de olho nos sinais de possível contágio em outros bancos médios dos Estados Unidos, com destaque para o First Republic Bank.
Do outro lado do Oceano Atlântico, o suíço Credit Suisse também deu um susto nos investidores quando seu principal acionista disse que não colocaria mais dinheiro no negócio, alegando limites regulatórios.
O tradicional banco da nação alpina vem passando por problemas e apresentando prejuízos já há algum tempo.
No fim, o First Republic Bank acabou sendo socorrido por grandes bancos americanos, que entraram com um valor de US$ 30 bilhões, enquanto o Credit pegou uma linha de crédito de US$ 54 bilhões com o banco central da Suíça.
Isso acalmou o mercado por ora, mas o temor de que outros bancos venham a quebrar em breve permanece no ar. Soma-se a isso a ansiedade dos investidores em relação à próxima decisão de juros do Federal Reserve, o banco central americano, programada para a próxima quarta-feira.
Leia Também
Afinal, o Fed vai maneirar na alta de juros, agora que o sistema bancário deu sinais de crise, ou vai manter o plano de voo de avanço de 0,50 ponto percentual, como fez o Banco Central Europeu (BCE), ignorando toda a questão em torno do Credit Suisse?
Enquanto isso, nós brasileiros vamos acompanhar se todo esse rebu vai afetar a política monetária do Banco Central, que também decide juros na próxima quarta. E aí, será que existe espaço para pelo menos sinalizar um corte, com esse “esfriamento econômico global na marra”?
Os reflexos dessa nova crise financeira nos mercados e nos seus investimentos são o tema do podcast Touros e Ursos desta semana. Eu, Victor Aguiar e Vinícius Pinheiro explicamos o que diabo afinal está acontecendo e damos nossos dois centavos sobre como isso pode afetar os juros e o seu bolso. Também falamos de CVC, Bitcoin, Meta e, é claro, de Oscar. Para acompanhar o programa na íntegra, basta clicar aqui.
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores