IRB (IRBR3) lidera altas do Ibovespa na semana; aéreas e Magalu (MGLU3) foram as que mais caíram
Além do IRB, ações do Grupo Pão de Açúcar e da MRV também se destacaram no Ibovespa na primeira semana de julho
O Ibovespa fechou a primeira semana de julho em alta. Isso depois de ver uma sequência de dois meses de avanços semanais interrompida na última semana de junho. E enquanto o IRB (IRBR3) emplacou a maior alta da semana, as companhias aéreas e a Magalu (MGLU3) foram as que mais pressionaram para baixo.
A semana do Ibovespa
Ao fechar em alta de 1,25% na sessão de sexta-feira (7), o principal índice da bolsa brasileira foi a 118.898 pontos e fechou a semana em território positivo. O avanço acumulado do Ibovespa nos primeiros dias de julho foi de 0,69%.
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As 3 maiores altas do Ibovespa na semana
IRB (IRBR3), Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) e MRV Engenharia (MRVE3) registraram as maiores altas da semana no Ibovespa.
Com a medalha de bronze, MRVE3 subiu 14,87% na semana. A incorporadora já acumula alta de mais de 80% em 2023.
A maior parte do movimento deriva da melhora nas perspectivas para a economia e do relançamento turbinado do programa Minha Casa Minha Vida.
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O Grupo Pão de Açúcar ficou com a medalha de prata. PCAR3 acumulou alta de 18,33% na semana. A ação da varejista repercutiu nos últimos dias o interesse do bilionário Jaime Gilinski na compra do grupo colombiano Éxito.
Já o topo do pódio coube ao IRB Brasil. IRBR3 subiu 20,23% na última semana. A resseguradora voltou a se destacar entre as maiores altas do Ibovespa, desta vez por mudanças na diretoria da companhia.
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As 3 maiores quedas do Ibovespa na semana
Azul (AZUL4), Gol (GOLL4) e Magalu (MGLU3) amargaram os piores desempenhos da semana no Ibovespa.
A varejista acumulou 5,64% diante de uma nova alta dos juros projetados em meio a preocupações de que a piora no cenário internacional induza o Banco Central a demorar um pouco mais para baixar a taxa Selic. Há temores de que a Magalu demore mais que a concorrência para se recuperar.
Já as companhias aéreas dividiram o topo do pódio. A ação da Azul caiu 11,62% e a da Gol recuou 8,88% na semana. Parte do movimento se deve ao dólar, que subiu 1,59% na semana, voltando à faixa de R$ 4,86%. Outra parte se deve às prévias operacionais de ambas.
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