Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MERCADOS HOJE

Bolsa agora: Ibovespa sobe mais de 1% e retoma os 101 mil pontos após ata; dólar cai

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
28 de março de 2023
7:20 - atualizado às 15:02

RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais tiveram um dia de leve queda, mas ainda repercutindo a aparente melhora dos riscos de uma crise generalizada no setor bancário global.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No panorama doméstico, a ata do Copom manteve o tom "mais duro" de possibilidade de retomada no ciclo de alta dos juros, a depender do novo arcabouço e cenário externo, o que foi visto como um aceno ao governo por parte do mercado, uma vez que traz o "benefício da dúvida" ao texto, limitando o cenário de uma eventual alta da Selic.

Declarações do minsitro da Fazenda, Fernando Haddad, tambem animaram o pregão. Haddad afirmou que o texto do novo arcabouço será conhecido ainda nessa semana tanto pelo Congresso quanto pelo público.

Confira os principais destaques do dia:

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 2,6418,92%
QUAL3Qualicorp ONR$ 4,026,35%
PETZ3Petz ONR$ 6,406,31%
BRKM5Braskem PNAR$ 19,706,14%
ELET3Eletrobras ONR$ 33,535,11%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
RDOR3Rede D'Or ONR$ 20,00-4,85%
MRVE3MRV ONR$ 6,85-3,11%
JBSS3JBS ONR$ 17,91-2,02%
YDUQ3Yduqs ONR$ 6,92-1,14%
CASH3Meliuz ONR$ 1,00-0,99%
FECHAMENTO DO DIA

O Ibovespa fechou em alta de 1,52%, aos 101,185 pontos.

FECHAMENTO DO DIA

O dólar à vista encerrou o dia em queda de R$ 5,1648

FECHAMENTO EM NOVA YORK

O dia foi de cautela moderada no exterior, revertendo em pequena medida os ganhos da véspera. Na tarde de ontem, as bolsas americanas se recuperaram após uma série de perdas.

Confira os principais fechamentos em Wall Street:

  • Dow Jones: -0,12%
  • S&P 500: -0,16%
  • Nasdaq: -0,45%
FECHAMENTO

O brent encerrou o dia em alta de 0,49%, a US$ 78,14

BANCOS NA EUROPA SOFREM INVESTIGAÇÃO SOBRE EVASÃO FISCAL DE DIVIDENDOS

O setor bancário da Europa enfrenta mais uma prova de fogo. Nesta terça-feira (28), autoridades francesas conduziram uma investigação em Paris e nos arredores da cidade que mira uma possível fraude fiscal no valor de 100 bilhões de euros — aproximadamente US$ 108 bilhões — em alguns dos maiores bancos da região. 

Alguns dos alvos da operação estão entre os maiores bancos da Europa, como o BNP Paribas, o HSBC, o Société Générale — os três maiores da região —, além de Exane e Natixis. 

O Escritório da Procuradoria da França (PNF, na sigla em inglês), que conduz a operação desde cedo, afirma que as buscas investigam um esquema em que os bancos criam uma estrutura deliberadamente complexa para favorecer a sonegação de impostos sobre dividendos de clientes com grandes contas.

A prática ficou conhecida em 2018 em uma operação na Alemanha que investigava o “desaparecimento” de impostos sobre dividendos durante o período em que bancos e corretoras negociam ações com e sem direito de receber os proventos. Essa operação é conhecida pelos termos em latim “Cum-Ex” (com-sem).

Leia mais.

IBOVESPA RENOVA MÁXIMA

Há pouco, o Ibovespa voltou a renovar as máximas do dia, ignorando o sinal negativo que impera em Nova York. O movimento coincide com um aceno positivo do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao texto da ata do Copom, divulgado nesta manhã.

O ministro também informou que a reunião definitiva sobre o arcabouço fiscal será amanhã, com a divulgação confirmada para esta semana.

FECHAMENTO NA EUROPA
  • Frankfurt: +0,09%
  • Londres: +0,19%
  • Paris: +0,14%
  • Stoxx 600: -0,07%
AMBEV DISPARA

A notícia de que a cervejaria Petrópolis formalizou o seu pedido de recuperação judicial tem sido um gatilho importante de alta para a sua principal concorrente, a Ambev. As ações da companhia sobem mais de 6%, entre os principais desempenhos da sessão.

VAI REESTATIZAR?

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, deu um novo motivo para os investidores da Eletrobras (ELET3) celebrarem nesta terça-feira (28), ainda que em uma comemoração mais tímida.

Em uma conferência com o mercado realizada na tarde de ontem, o político falou sobre o setor elétrico e abordou temas como a renovação das concessões de distribuidoras.

Silveira ainda aproveitou o evento para dissipar parte da névoa que rodeava o futuro da companhia, afastando o fantasma que mais assustava os acionistas: uma reestatização da empresa no futuro.

Em declarações recentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que pretende, se houver condições, desprivatizar a empresa, com o argumento de que a venda representou um “crime de lesa-pátria”.

Leia mais.

A HISTÓRIA SE REPETE? CERVEJARIA PETRÓPOLIS TEM PEDIDO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL ACEITO PELA JUSTIÇA DO RIO

Desde janeiro tem sido comum usar o termo "foi de Americanas" como uma brincadeira para exemplificar algo que vai mal. O problema é que no noticiário corporativo isso acabou virando algo mais verdadeiro: nesta terça-feira (28), o Grupo Petrópolis seguiu o mesmo caminho da varejista e oficializou seu pedido de recuperação judicial.

O pedido foi aceito pela 5ª Vara Empresarial da Justiça do Rio de Janeiro, que deferiu uma medida cautelar para antecipar os efeitos do processo da Petrópolis e socorrê-la rapidamente. A ação determina a liberação dos recursos da companhia pelos bancos Santander, Daycoval, BMG e Sofisa.

Segundo a decisão, a Petrópolis precisa desse socorro imediato porque possui uma parcela de dívida no total de R$ 105 milhões, que venceu na segunda-feira (27). Em caso de calote, todo o pagamento da dívida pode ser antecipado, algo que comprometeria as finanças da fabricante da Itaipava rapidamente.

A dívida total da cervejaria chega a R$ 4,4 bilhões, sendo 48% em dívidas financeiras e 52% com fornecedores e terceiros.

Leia mais.

Um aceno a Lula? Depois de comunicado contundente, Copom traz ata neutra e fala até em harmonia

Ainda nem chegamos ao fim do primeiro trimestre de 2023, mas “harmonia” já concorre ao posto de palavra do ano. Pelo menos nos corredores do Ministério da Fazenda e do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Menos de uma semana depois de ter pesado a mão no comunicado divulgado ao término de sua última reunião de política monetária, o Copom aliviou um pouco o linguajar na ata do encontro, divulgada na manhã desta terça-feira. Mas só um pouco.

O documento indica que o Copom não deve cortar a taxa Selic tão cedo. Ao mesmo tempo, a probabilidade de retomada do ciclo de alta da taxa de juros é baixa.

O colegiado reforçou ainda que a harmonia entre as políticas monetária e fiscal reduz distorções, diminui a incerteza, facilita o processo de desinflação e fomenta o pleno emprego ao longo do tempo.

Leia mais.

GIRO DO MERCADO EMPIRICUS

Aperte o play e acompanhe:

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O socorro da família fundadora da Hapvida (HAPV3) faz com que os papéis da operadora de saúde liderem com fogla os maiors ganhos do dia. Confira os melhores desempenhos da sessão:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 2,6117,57%
QUAL3Qualicorp ONR$ 3,975,03%
ENGI11Engie unitsR$ 39,583,15%
CMIG4Cemig PNR$ 11,133,77%
CPFE3CPFL Energia ONR$ 31,304,02%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
JBSS3JBS ONR$ 17,71-3,12%
UGPA3Ultrapar ONR$ 13,08-2,02%
CASH3Meliuz ONR$ 0,99-1,98%
AZUL4Azul PNR$ 11,15-1,68%
EZTC3EZTEC ONR$ 12,40-1,20%
NOVA YORK MISTO

Um dia após exibirem sinal positivo, com uma recuperação do setor bancário, as bolsas americanas voltaram a exibir sinais mistos.

Nesta terça-feira, as bolsas em Wall Street operam sem direção única e apenas o Dow Jones apresenta alta.

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa ignora a cautela externa e sobe 0,66%, aos 100.262 pontos, ancorado pelo avanço das commodities no mercado internacional.

Entre os ativos, Hapvida (HAPV3) e Rede D'Or (RDOR3) estão com as negociações paralisadas, repercutindo movimentações corporativas.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
ELET6Eletrobras PNBR$ 35,763,05%
ELET3Eletrobras ONR$ 32,702,51%
BRKM5Braskem PNAR$ 18,952,10%
CPFE3CPFL Energia ONR$ 30,651,86%
CPLE6Copel PNR$ 6,901,17%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
UGPA3Ultrapar ONR$ 12,74-4,57%
ALPA4Alpargatas PNR$ 7,87-3,08%
CASH3Meliuz ONR$ 0,98-2,97%
JBSS3JBS ONR$ 17,79-2,68%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,24-2,99%

O Ibovespa tenta firmar alta com commodities e recupera os 100 mil pontos.

O índice da bolsa brasileira sobe 0,37%, aos 100.039 pontos.

HAPVIDA (HAPV3) SOBE 17%

Na abertura dos negócios, as ações de Hapvida (HAPV3) avançaram 17,12%, a R$ 2,60, quando entraram em leilão.

Os investidores repercutem a notícia de injeção de R$ 2,1 bilhões em caixa pela família Pinheiro, principal acionista da companhia.

Confira os detalhes da operação AQUI.

O Ibovespa tenta operar em alta, com avanço de 0,13%, aos 99.760 pontos, de olho no avanço das commodities mas em dia de volatilidade no exterior.

O Ibovespa zerou os ganhos da abertura e opera em queda de 0,09%, aos 99.586 pontos. O movimento acompanha a piora dos índices futuros de NY, no pré-mercado, em dia de agenda esvaziada.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em leve alta de 0,14%, aos 99.810 pontos, enquanto o exterior segue em tom volátil com a agenda esvaziada. O impulso para o tom positivo deve-se ao forte avanço das commodities.

Por aqui, os investidores monitoram a repercussão da ata do Copom em Brasília. O BC manteve o tom do comunicado da última quarta-feira (22), quando decidiu pela manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Com os mercados no pré-mercado mais voláteis, com a agenda mais esvaziada, os recibos de ações (ADRs) das companhias Vale e Petrobras avançam ancoradas nos desempenhos do petróleo e do minério de ferro em Nova York:

  • Vale (VALE): +0,40%, a US$ 15,03;
  • Petrobras (PBR): +0,72%, a US$ 10,05.
ALÍVIO NOS DIS MAIS LONGOS

Ainda que a ata do Copom tenha reiterado que BC "não hesitará" em realizar novos ajustes, os ânimos foram aliviados com a afirmação de que, em países emergentes, "o ciclo de aperto chegam a pausa ou sugerem proximidade do fim". Soma-se a isso, a desvalorização do dólar à vista e o recuo dos Treasuries, que aliviaram a trajetória dos DIs em curva mais longa.

Confira:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,12%13,05%
DI1F25DI Jan/2511,96%11,87%
DI1F26DI Jan/2611,94%11,90%
DI1F27DI Jan/2712,13%12,14%
DI1F28DI Jan/2812,35%12,39%

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

CHEGOU O DIA DA ATA

Lá fora, a maioria dos mercados asiáticos subiu nesta terça-feira, com o sentimento melhorando frente aos temores de uma crise bancária iminente, embora as ações chinesas tenham ficado atrás de seus pares, já que uma série de resultados fracos gerou dúvidas sobre uma rápida recuperação econômica neste ano.

Mesmo assim, sigo acreditando que a China deve dar um impulso significativo à economia mundial, respondendo por cerca de um terço do crescimento global em 2023.

Os mercados europeus sobem timidamente nesta manhã, enquanto os futuros americanos caem. Há certa expectativa por algumas falas de autoridades dos EUA hoje, como a do vice-presidente de supervisão do Fed, Michael Barr, que pode dar mais detalhes sobre o risco de contágio da crise dos bancos regionais que temos acompanhado nas últimas semanas.

No Brasil, finalmente chegou o dia da ata do último Copom, que pode flexibilizar marginalmente o comunicado da semana passada.

A ver…

00:44 — Há espaço para flexibilizar o tom?

Por aqui, toda a atenção dos investidores estará sobre a apresentação da ata do último Comitê de Política Monetária (Copom) agora pela manhã. O resto do dia dará tempo para que haja a devida digestão do documento, que poderá suavizar, ainda que marginalmente, o tom duro do último comunicado — ao que tudo indica, Roberto Campos Neto teria ligado para Haddad logo depois do comitê para explicar devidamente os motivos do movimento (ele sabe que marcou posição).

Além da informação de hoje, ainda contamos com o Relatório Trimestral de Inflação na quinta-feira, acompanhado da coletiva de imprensa do presidente do BC.

Com os dois eventos, podemos ter mais fundamento para nivelar nossas expectativas para a taxa Selic, que deverá começar a cair apenas em junho, se é que vai recuar já neste semestre. Uma renovação do texto duro da semana passada, no entanto, poderá criar um humor menos propício no mercado, aumentando a chance de novos atritos em Brasília.

01:31 — Tentando solucionar a crise

Nos EUA, houve um certo otimismo depois do comunicado à imprensa de que o First Citizens BancShares assumiria todos os ativos e passivos do Silicon Valley Bank. Isso tira a pressão do setor e possibilita um maior otimismo com a economia americana, bem como com o sistema financeiro do país.

O First Citizens é um banco regional com sede em Raleigh, na Carolina do Norte, que era o trigésimo maior banco dos EUA em ativos, pelo menos até antes dessa transação.

O Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC, ou uma espécie de fundo garantidor) compartilhará até 50% das perdas com empréstimos comerciais do SVB superiores a US$ 5 bilhões com o First Citizens. 

Os investidores certamente gostaram do negócio do ponto de vista da First Citizens. Tudo isso não quer dizer que os investidores pensem que é o fim da história e que os danos ao setor bancário foram totalmente desfeitos. Continue esperando alguma volatilidade diária contínua nas próximas semanas. Para sabermos mais sobre a temperatura econômica, vale acompanhar hoje o índice de confiança do consumidor.

02:24 — E os europeus?

No velho continente, atenção para o índice de preços nas lojas do Reino Unido, que subiu devido aos preços dos alimentos. As más colheitas e os preços do açúcar foram os culpados. Isso é problemático em uma realidade na qual ainda se busca combater a inflação — o presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, disse que mais aumentos nas taxas de juros aconteceriam se a inflação persistisse. Em outras palavras, temos caminho livre para mais aperto monetário no Reino Unido.

O problema é que o impacto dos aumentos de taxas sobre a inflação vigente é mais lento e mais fraco, uma vez que não se trata única e exclusivamente de uma inflação impulsionada pela demanda, de maneira similar ao que acontece no Brasil hoje.

Por isso, não acredito em um pivô das principais autoridades monetárias globais, levando à conclusão de que as taxas devem permanecer em patamares elevados por mais tempo se quisermos combater estruturalmente a inflação que testemunhamos agora.

03:19 — Continuamos a falar sobre os bancos

Desde o susto com o Deutsche Bank, não tivemos novidades negativas no mercado bancário. Antes dele, o que chamava a atenção era a aquisição do Credit Suisse pelo rival UBS. O risco de novos bancos acabarem colapsando ainda existe, o que deixa os investidores bem cautelosos. Será que o Deutsche Bank pode voltar a estressar?

Vamos com calma. Embora ambos os bancos estejam em modo de reestruturação, o Deutsche Bank conduziu com sucesso seu navio para águas mais calmas, tendo acabado de sair de seu ano mais lucrativo desde 2007 e não registrou uma saída recente de depósitos como o Credit Suisse.

É por isso que a queda confundiu muitos especialistas. Os analistas chamaram a situação de “mercado irracional” e sugeriram que as “manchetes” poderiam estar assustando os depositantes dos bancos. Em suma, há certa irracionalidade adicional no mercado neste momento, o que é prejudicial e pode levar os investidores a cometerem erros.

04:01 — Sobre o risco de estagflação

Existe uma ala de economistas que acredita que a estagflação, a combinação de alta inflação e enfraquecimento da economia, pode voltar. Como a maioria do mercado espera uma recessão em algum momento deste ano e projeta que a inflação permanecerá acima de 4%, o contexto de estagflação não parece tão distante.

Como? Bem, a inflação permanecerá em patamares elevados, com as autoridades monetárias se mostrando ineficazes em converter o crescimento dos preços para patamares saudáveis no curto prazo. Para que isso aconteça entre 2024 e 2025, uma recessão será necessária entre 2023 e 2024. O momento não é trivial.

RIAL E CEO DA AMERICANAS (AMER3) FALAM NO SENADO SOBRE ROMBO BILIONÁRIO DA VAREJISTA; ACOMPANHE AO VIVO

Em uma das poucas falas após a descoberta do rombo bilionário da Americanas (AMER3), o ex-presidente da varejista, Sérgio Rial, fala na manhã desta terça-feira (28) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

O atual CEO, Leonardo Coelho, além de João Pedro Barroso do Nascimento, presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), também estão presentes na mesma audiência.

O objetivo do encontro é esclarecer as inconsistências contábeis de R$ 20 bilhões encontradas em janeiro deste ano e também as dívidas, que totalizam aproximadamente R$ 43 bilhões.

Rial esteve no comando da Americanas durante apenas nove dias, quando a informação sobre os problemas financeiros da varejista foram divulgados por ele.

Leia mais.

BRASILEIRAS VALIOSAS

O Itaú Unibanco (ITUB4) e o Bradesco (BBDC4) possuem as marcas mais valiosas do Brasil, segundo o ranking da Interbrand, vencendo empresas como Nubank e Petrobras (PETR4).

De acordo com o levantamento, o Itaú lidera a corrida por valor, com a marca avaliada em R$ 44,38 bilhões, o que equivale a um crescimento de 9% em em relação ao levantamento realizado no ano passado.

Enquanto isso, a do Bradesco é avaliada em R$ 28,62 bilhões, correspondente a uma alta anual de 4%.

As marcas de cerveja Skol e Brahma, ambas sob controle da AB Inbev, vêm em seguida, com valores de R$ 18,86 bilhões e R$ 13,32 bilhões em 2023.

Leia mais.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Com o avanço dos retornos do títulos do Tesouro americano, os Treasuries, e a ata do Copom reiterando a possibilidade de retomada do aperto monetário e sem sinalizações de corte na Selic neste ano, os juros futuros (DIs) abriram em tom altista em toda a curva.

A desvalorização do dólar à vista, porém, limita a ampliação dos ganhos. Confira:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,14%13,05%
DI1F25DI Jan/2511,97%11,87%
DI1F26DI Jan/2611,97%11,90%
DI1F27DI Jan/2712,18%12,14%
DI1F28DI Jan/2812,42%12,39%

O dólar à vista renova mínima a R$ 5,1798, em baixa de 0,51%.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu a R$ 5,1918, queda de 0,28%, repercutindo a ata do Copom.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em leve queda de 0,19%, aos 100.150 pontos e acompanha o movimento mais cauteloso do exterior.

ATA DO COPOM

Assim como no comunicado de decisão pela manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano, a ata do Copom reafirma que o colegiado "não hesitará em retomar o ciclo de altas, caso a desinflação não transcorra como esperado".

O documento divulgado há pouco pelo Banco Central sinaliza que a política monetária segue na direção de taxas restritivas "de forma sincronizada entre países". "As sinalizações majoritárias entre os BCs é de período prolongado", sobretudo, diante de crise bancária nos EUA e na Europa, que mantém o cenário macroeconômico incerto, "mas com viés negativo".

Por fim, o BC considera um arcabouço fiscal sólido e crível pode levar a um ambiente de recuo na inflação, e que quando a proposta for apresentada pelo governo "pode reduzir expectativas, incerteza e prêmio de risco".

*Com informações de Broadcast

COMMODITIES EM ALTA

Enquanto os mercados operam de lado nesta terça-feira (28) com a agenda esvaziada, as commodities seguem em tom positivo.

O petróleo tipo Brent sobe 0,27%, com o barril a US$ 77,98. Entre os fatores que impulsionam está o risco de menor oferta do óleo pelo Iraque, dado conflitos na região.

O minério de ferro, negociado em Dalian, registra alta de 1,79%, com a tonelada a US$ 128,14, com a reabertura gradativa da China.

BALANÇOS DO DIA

Esta é a última semana de divulgação de resultados do quarto trimestre de 2022 das companhias listadas na B3. Hoje, excepcionalmente, 22 empresas apresentam o balanço depois do fechamento dos mercados.

Os destaques do dia são Gafisa, Qualicorp e Oncoclínicas. Confira a lista completa:

  • Alphaville Urbanismo
  • Ambipar
  • Boa Vista
  • Cruzeiro do Sul
  • Dasa
  • Even
  • Fertilizantes Heringer
  • Gafisa
  • Helbor Empreendimentos
  • IMC
  • Kora Saúde
  • Light
  • Melnick
  • Mobly
  • Multi (ex-Multilaser)
  • Oncoclínicas
  • OSX
  • Qualicorp
  • Renova Energia
  • Springs Global
  • Viver
  • WLM Participações

HAPVIDA (HAPV3) PODE TER INJEÇÃO DE ATÉ R$ 2,1 BI NO CAIXA

Abalada por um processo de fusão complexo e um alto endividamento, a Hapvida (HAPV3) vai receber uma injeção no caixa que pode chegar a R$ 2,1 bilhões. Quem vai liderar o socorro é a família Pinheiro, principal acionista da operadora de saúde.

A expectativa do mercado pela entrada de dinheiro novo na Hapvida já era grande após a série de dificuldades em que a companhia se meteu. Apenas neste ano, a operadora acumula uma perda de mais da metade do valor de mercado na B3.

A solução para equacionar o endividamento da empresa passará por duas operações: a venda de dez imóveis e uma potencial oferta de ações na B3.

Em comum entre elas está a participação da família Pinheiro, que pode injetar até R$ 1,6 bilhão na Hapvida na soma dos dois negócios.

Leia mais.

AGENDA DO DIA

A semana pós-Copom tem sido mais esvaziada em relação a divulgação de dados econômicos. Hoje, o Banco Central divulga a ata da última reunião de política monetária, que manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano.

Sendo assim, as discussões sobre o arcabouço fiscal e a reforma tributária devem tomar a atenção dos investidores.

No exterior, os EUA divulgam o índice de confiança do consumidor de março.

HorárioPaís / RegiãoEvento
8hBrasilAta do Copom
11hEstados UnidosÍndice de confiança do consumidor
Fonte: Investing.com
CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Energisa (ENGI11).

ENGI11: [Entrada] R$ 38.39; [Alvo parcial] R$ 39.31; [Alvo] R$ 40.70; [Stop] R$ 36.85

Recomendo a entrada na operação em R$ 38.39, um alvo parcial em R$ 39.31 e o alvo principal em R$ 40.70, objetivando ganhos de 6%.

O stop deve ser colocado em R$ 36.85 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

FUTUROS DE NY OPERAM MISTOS

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram sem direção única nesta terça-feira.

O momento de hesitação ocorre depois de Wall Street ter acumulado ganhos por três pregões seguidos.

Para hoje, a agenda dos EUA de hoje traz pesquisa sobre confiança do consumidor e testemunho do vice-presidente de supervisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Michael Barr, no Comitê Bancário do Senado americano.

Confira os índices hoje:

  • Dow Jones futuro: +0,02%
  • S&P-500 futuro: -0,10%
  • Nasdaq futuro: -0,16%
BOLSAS EUROPEIAS ABREM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta nesta terça-feira.

Os investidores ampliam os ganhos da véspera em meio a um alívio nas recentes preocupações com o setor bancário.

Veja como estavam os principais índices de ações da Europa por volta das 7h:

  • Londres: + 0,24%
  • Frankfurt: +0,23%
  • Paris: +0,25%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM MISTAS

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta terça-feira.

O movimento ocorreu em meio a um alívio em temores relacionados ao setor bancário e a uma reavaliação da recuperação da China após a divulgação de dados fracos.

O índice Hang Seng subiu 1,11% em Hong Kong, enquanto o japonês Nikkei mostrou leve alta de 0,15% em Tóquio. O sul-coreano Kospi avançou 1,07% em Seul.

Na China continental, por outro lado, o dia foi de perdas: o Xangai Composto caiu 0,19%.

Em Taiwan, o Taiex ficou igualmente no vermelho, com baixa de 0,81%, a 15.701,48 pontos.

Preocupações sobre contágio dos recentes transtornos no setor bancário diminuíram após o First Citizens Bank fechar acordo para comprar o quebrado Silicon Valley Bank (SVB) nos EUA.

Por outro lado, o otimismo com o ritmo de recuperação da China, após a reversão da política de "covid zero", perdeu força diante dos últimos números sobre lucro industrial, que sofreu uma queda anual de 22,9% no primeiro bimestre deste ano, bem maior do que o declínio de 4% visto ao longo de 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADO IMOBILIÁRIO

FIIs colocam Pague Menos e Amazon na mira, e emissão milionária rouba a cena; veja o que movimenta os fundos imobiliários hoje

8 de abril de 2026 - 11:12

Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir

MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos

6 de abril de 2026 - 18:02

Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?

NOVOS PATAMARES

Qual o próximo passo da JBS na bolsa norte-americana, segundo o BTG? Veja qual a vantagem para o investidor

6 de abril de 2026 - 15:01

Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações

FII DO MÊS

Fundo imobiliário com carteira ‘genuinamente híbrida’ é o favorito para investir em abril — e ainda está com desconto 

6 de abril de 2026 - 6:04

O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro

CARTEIRA RECOMENDADA

Small caps: Minerva Foods (BEEF3) e Azzas 2154 (AZZA3) entram na carteira de abril da Terra Investimentos; veja quem sai

5 de abril de 2026 - 17:52

Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)

OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia