Após ruídos em torno do desconto na compra do Grupo BIG, Carrefour (CRFB3) corre para tentar explicar melhor a história
No documento divulgado no início desta noite (12), o Carrefour nega que tenha existido qualquer tipo de disputa judicial com os vendedores

Ao anunciar o desconto de R$ 1 bilhão na compra do BIG sem dar maiores detalhes sobre as razões que levaram o fundo de private equity Advent a aceitar devolver o dinheiro, o Carrefour (CRFB3) abriu margem para que o mercado especulasse e imaginasse os piores cenários possíveis que levaram a esta tomada de decisão.
Para os analistas, a movimentação acendeu alguns sinais amarelos sobre a operação do BIG. Já alguns veículos de imprensa chegaram a noticiar que a devolução de R$ 1 bi se deu após uma longa disputa judicial e a descoberta de despesas não provisionadas que poderiam chegar aos R$ 3 bilhões.
Esse está longe de ser o cenário mais favorável para uma empresa de capital aberto e, por isso, o Carrefour acaba de emitir um novo fato relevante para explicar (e desmentir) as razões que levaram ao ajuste no preço do BIG.
No documento divulgado no início desta noite (12), a empresa nega que tenha existido qualquer tipo de disputa judicial com os vendedores do Grupo Big e que o processo de ajuste de preço pós-fechamento da transação segue as práticas de mercado utilizadas em transações similares.
Em uma tentativa de desmentir a existência de provisões não realizadas ou erros contábeis que possam ter levado ao abatimento do valor total do ativo, o Carrefour afirmou que os resultados encontrados por auditores e assessores externos nos registros contábeis do Grupo Big foram divulgados nas demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2022, “não sendo esperado ou vislumbrado qualquer ajuste material adicional resultante da Transação”.
Ou seja: o abatimento no valor total pago pelo Grupo BIG veio de negociações entre compradores e vendedores após as análises feitas por auditores, sem que houvesse qualquer tipo de litígio político entre as partes.
Leia Também
"Contrariamente a especulações da mídia, a saída de determinados executivos da Companhia e de suas subsidiárias ao longo dos últimos meses não tem qualquer relação com as questões descritas acima, tendo ocorrido no curso ordinário dos negócios”, finaliza a companhia.
FUTURO NEBULOSO
Usiminas (USIM5) tem a maior baixa do Ibovespa com balanço aquém do esperado; o que pesou nos números do 3T26?
30 de outubro de 2026 - 12:40FÓRMULA MILIONÁRIA
De inquilina a dona: Coca-Cola compra imóvel do ALZR11 por R$ 140 milhões; veja ganho por cota
30 de outubro de 2026 - 11:52A CONTA CHEGOU
Casas Bahia (BHIA3) coloca aluguéis em dia, mas FII reduz projeção de dividendos; entenda o porquê
30 de outubro de 2026 - 10:19PESSIMISMO CONTINUA
Ibovespa tem 4º pregão seguido de baixa, com queda de 17% desde a eleição; em NY, dia também foi tingido de vermelho
29 de outubro de 2026 - 18:17Conteúdo Empiricus
Enquanto muitos investidores focam nos dividendos, este mercado bilionário bate recordes de crescimento na B3 em 2026
29 de outubro de 2026 - 14:00DE OLHO NO GRINGO
Um fundo imobiliário, duas versões: o que falta para os FIIs ‘falarem a língua’ do investidor estrangeiro?
29 de outubro de 2026 - 7:30SANGRIA ESTANCOU?
Vale investir na Bolsa depois da ‘segunda-feira sangrenta’? Estrategista da Monte Bravo diz quais setores olhar, mas tem um ativo preferido
27 de outubro de 2026 - 18:40PECHINCHAS NA BOLSA
Tombo da Bolsa após as eleições abre oportunidades, e Itaú BBA lista 7 ações para incluir na carteira agora
27 de outubro de 2026 - 16:08A RAZÃO DA QUEDA
A derrocada da bolsa: estudo mostra que crises globais estão por trás dos maiores tombos do Ibovespa
26 de outubro de 2026 - 18:15RESSACA ELEITORAL
Fundos imobiliários sentem mudança de humor dos mercados com vitória de Lula e devolvem todo ganho desde o 1º turno
26 de outubro de 2026 - 16:04O QUE VEM POR AÍ
Tombo de 20% do Ibovespa e dólar acima de R$ 5,50 são os novos normais? JP Morgan diz o que o investidor deve esperar
26 de outubro de 2026 - 15:31DA PRIMAVERA AO OUTONO?
Dólar a R$ 6, bolsa em queda de até 30% e juros mais altos: o que Wall Street espera do Brasil após a reeleição de Lula
26 de outubro de 2026 - 13:51SANGRIA NA BOLSA
Ibovespa cai 14%, dólar sobe a R$ 5,40, mas nem todo mundo perdeu — entenda o caos nos mercados
26 de outubro de 2026 - 12:29DEPOIS DA BONANÇA, A TEMPESTADE
Ibovespa em choque: várias ações derretem mais de 40% após virada de Lula no segundo turno, apenas 6 sobem
26 de outubro de 2026 - 12:10BOTÃO DE PÂNICO
‘Circuit breaker’: o que é botão do pânico da bolsa, acionado após a reeleição de Lula
26 de outubro de 2026 - 10:48MODO DEFESA
Salve-se quem puder: Ibovespa pode tombar 17% após reeleição de Lula, avalia BTG; quais ações podem escapar?
26 de outubro de 2026 - 10:17NA CONTRAMÃO
Gavekal, importante casa de análise gringa, recomenda compra de ativos no Brasil após vitória de Lula; ações caem 30% lá fora
26 de outubro de 2026 - 10:01REPORTAGEM ESPECIAL
Lula venceu, e a festa da bolsa pode acabar: o que esperar dos investimentos agora?
25 de outubro de 2026 - 22:48MERCADOS
Petrobras despenca 12%, Vale cai 4% e EWZ tomba 19%: a reação imediata à vitória de Lula — e o que vem por aí
25 de outubro de 2026 - 22:28Conteúdo Empiricus