O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de JP Morgan e Morgan Stanley, Goldman Sachs eleva recomendação das ações da estatal para compra, depois de mudanças melhores que o esperado na petroleira
Depois de JP Morgan e Morgan Stanley, agora é a vez de o Goldman Sachs subir na plataforma de exploração de petróleo da Petrobras (PETR3; PETR4) e melhorar a recomendação para os ativos da petroleira.
O banco americano elevou a indicação de neutro para compra para os ADRs (American Depositary Receipts, recibos das ações da estatal na Bolsa de Valores de Nova York) e as ações preferenciais (PETR4) e ordinárias (PETR3), negociadas na B3.
Apesar da alta recente de cerca de 50%, ajustada por dividendos, os analistas ainda esperam valorizações da ordem de 30% para os ativos da estatal em 12 meses.
Veja os preços-alvos atuais e os potenciais de valorização dos papéis em relação ao fechamento de ontem:
No pregão desta quarta-feira, as ações da companhia sobem quase 3%, por volta de meio-dia, enquanto o Ibovespa opera perto da estabilidade. Veja a nossa cobertura completa de mercados.
O Goldman Sachs atribui sua melhora na recomendação para Petrobras a dois pontos principais:
Leia Também
Este último ponto tem sido o principal motivo da mudança de postura das corretoras e casas de análise em relação às ações da Petrobras recentemente.
Quando Lula foi eleito presidente, o maior temor do mercado era de que houvesse mudanças muito radicais (para pior, sob o ponto de vista do acionista) nas políticas de distribuição de dividendos e de precificação dos combustíveis por parte da estatal, uma vez que o petista vinha criticando ferrenhamente a gorda distribuição de proventos da petroleira, bem como a paridade dos preços dos derivados de petróleo com as cotações internacionais.
Recentemente, a Petrobras de fato anunciou mudanças nas duas frentes, que se mostraram menos prejudiciais aos acionistas do que o inicialmente esperado pelo mercado, trazendo um alívio aos investidores e valorização para as ações.
Com isso, os analistas passaram a se mostrar mais receptivos ao papel, como foi o caso de JP Morgan e Morgan Stanley, que melhoraram as perspectivas para a companhia nos últimos tempos.
"A nova política de dividendos deve ser anunciada no fim de julho, mas ao mesmo tempo, o comando da empresa já mencionou acreditar que a distribuição (payout) de 25% dos lucros é muito baixa e também que recompras [de ações] são uma opção", dizem os analistas do Goldman Sachs.
Sobre a nova política de combustíveis, eles dizem que, embora não tenha ficado totalmente clara, "ainda segue os padrões de preços internacionais (ainda que com atraso e/ou um pequeno desconto)."
Mesmo com a visão mais positiva para Petrobras, o Goldman Sachs reiterou, no relatório de revisão da recomendação da estatal, a preferência por outra empresa no mercado de petróleo brasileiro: a PRIO, antiga PetroRio (PRIO3).
Os analistas atribuem a preferência às sólidas entregas operacionais da companhia, às projeções de forte crescimento e ao valuation barato (cerca de 25% de fluxo de caixa livre projetado para 2024) com um risco político significativamente menor.
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes