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Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

FECHAMENTO DO DIA

Pesadelo da crise de 2008 volta a assombrar Wall Street e S&P 500 chega a zerar ganhos do ano

O único que sobreviveu ao dia de caos nos mercado financeiros foi o Nasdaq — índice de tecnologia conseguiu encerrar a quarta-feira (15) perto da estabilidade, com variação positiva de 0,05%

Carolina Gama
15 de março de 2023
17:12 - atualizado às 11:00
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Um dos maiores temores do investidor é reviver a crise de 2008, quando grandes bancos dos EUA faliram, as bolsas despencaram e o mercado financeiro entrou em colapso. Esse pesadelo bateu à porta de Wall Street nesta quarta-feira (15) e não deu para ignorar — tanto que o S&P 500 chegou a zerar os ganhos do ano. 

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A notícia da quebra de um banco nunca é positiva. Quando o Silicon Valley Bank (SVB) anunciou na última sexta-feira (10) que iria fechar as portas após uma perda de US$ 1,8 bilhão com a venda de uma carteira de títulos, o mercado entrou em estado de alerta. 

A situação piorou quando, na sequência, a falência do Signature Bank foi decretada. Ainda assim, Wall Street resistiu e conseguiu, apesar da forte volatilidade, operar em campo positivo durante boa parte do tempo. 

Só que hoje a situação mudou quando um gigante europeu foi à lona: o Credit Suisse sentiu o golpe depois que os sauditas informaram que um investimento no banco não estava mais disponível, levando a uma corrida para longe do setor bancário nos mercados internacionais. 

Dessa vez, o banco era grande demais para ser ignorado. A notícia fez o S&P 500 zerar os ganhos do ano no meio da sessão — ainda que tenha se recuperado depois —, e o Dow Jones cair mais de 700 pontos. 

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Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações dos EUA no fechamento:

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  • Dow Jones: -0,87%, 31.874,57 pontos
  • S&P 500: -0,70%, 3.891,93 pontos
  • Nasdaq: -0,05%, 11.434,05 pontos

A crise de 2008 bate à porta

A crise de 2008 ficou conhecida assim porque foi em 15 de setembro daquele ano que o gigante Lehmann Brothers faliu. Mas ela teve início um ano antes, em 2007, quando bancos bem menores começaram a quebrar. 

Por isso, o fechamento do SVB e do Signature seguido por problemas no Credit Suisse despertam os piores pesadelos nos investidores em todo o mundo. 

Só que, segundo o banco central da Suíça (SNB) , o momento não é o mesmo. Em comunicado junto com a Autoridade Supervisora do Mercado Financeiro Suíço, o SNB diz que o Credit Suisse “atende aos requisitos de capital e liquidez impostos a bancos sistemicamente importantes” e que o BC intervirá se a situação mudar.

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Os reguladores também disseram que a falência de dois bancos regionais dos EUA na semana passada não representa um “risco direto de contágio” para os bancos suíços.

Fato é que a situação do Credit Suisse arrastou para baixo as ações dos grandes bancos norte-americanos. Citigroup, Wells Fargo  e Goldman Sachs caíram 5%, enquanto o Bank of America recuou 2%. 

Entre os bancos regionais, que se recuperaram ontem, voltaram a ficar no vermelho. O SPDR S&P Regional Banking ETF (KRE) caiu 2,3%, pressionado por perdas de mais de 10% no First Republic Bank e no PacWest Bancorp. 

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Por que Nasdaq resistiu?

Diferente do S&P 500 e do Dow Jones, o Nasdaq foi um sobrevivente desse dia de perdas generalizadas em Wall Street.

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O índice de tecnologia foi ajudado por grandes nomes do setor como Netflix e Alphabet que avançaram 3,3% e 2,7%, respectivamente. Amazon e Meta Platforms também contribuíram com a performance, subindo cerca de 1% cada, enquanto a Microsoft ganhou 1,8%.

Esse comportamento é explicado pela taxa de juros. Com a crise do setor bancário batendo à porta, os investidores acreditam que o Federal Reserve (Fed) será forçado a rever seu plano de aperto monetário - alguns bancos como o Goldman Sachs apostam até mesmo em corte de juros na reunião da semana que vem.

Uma taxa referencial menor favorece ações de crescimento sensíveis à política monetária, entre elas, as de tecnologia. Não à toa nomes como Zoom Video e Coinbase tiveram alta de 2,5% e 3,2%, respectivamente, na sessão de hoje.

S&P 500 caiu e a Europa?

Se nas bolsas dos EUA o Credit Suisse fez um estrago, na Europa a situação não foi diferente. 

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O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 3%, com todos os segmentos no vermelho.

Confira o fechamento das principais bolsas europeias:

  • Londres: -3,38%, 7.344,45 pontos
  • Paris: -3,58%, 6.885,71 pontos
  • Frankfurt: -3,27%, 14.735,26 pontos

As ações do setor bancário caíram 7%, na pior sessão desde que a Rússia iniciou a invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, de acordo com dados da Eikon.

O setor de petróleo e gás recuou 6,7%, enquanto as ações de mineração perderam 5,6%.

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