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Depois de ter ficado de fora da primeira prévia do Ibovespa, Casas Bahia (BHIA3) quer acelerar grupamento de ações para se manter no índice
A Casas Bahia (BHIA3) não quer nem pensar na possibilidade de ser excluída do Ibovespa.
Dias depois de ter ficado de fora da primeira prévia do índice para o primeiro quadrimestre de 2024, a varejista decidiu antecipar o cronograma de seu grupamento e anunciou que um acionista vai doar ações para acelerar o processo.
A expectativa da empresa é abandonar o mais rápido possível a condição de penny stock e, assim, continuar figurando na carteira teórica do principal índice de ações da bolsa de valores brasileira.
É o que afirma o fato relevante divulgado pela varejista a respeito da aglutinação dos papéis, divulgado no fim da noite de quinta-feira (7).
O conselho de administração da Casas Bahia antecipou de 28 para 15 de dezembro a data na qual os papéis passarão a ser negociados em uma nova proporção.
Além disso, o board da varejista alterou o tratamento dado às frações de ações que costumam derivar desse tipo de operação.
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Segundo a empresa, um veículo de investimento vinculado a um membro não identificado da administração da Casas Bahia doará as ações necessárias aos detentores de BHIA3 que chegarem ao fim do pregão de 14 de dezembro sem terem ajustado suas posições.
“Com isso, a administração da companhia espera que suas ações voltem a cumprir com os critérios de seleção para fazer parte do Ibovespa [...] no rebalanceamento do final deste ano de 2023”, diz a empresa no fato relevante.
A próxima prévia do Ibovespa para o período entre 1º de janeiro e 30 de abril de 2024 será anunciada pela B3 antes da abertura do pregão de 18 de dezembro.
Recapitulando, os acionistas da empresa aprovaram no fim de novembro um grupamento na proporção de 25 para um.
Originalmente, o reempacotamento de BHIA3 passaria a valer no pregão de 28 de dezembro. Agora ele foi antecipado em quase duas semanas.
A partir do pregão da próxima sexta-feira, 25 ações passarão a formar um novo papel.
Do mesmo modo, o preço de tela da ação na véspera do grupamento será multiplicado por 25.
Esse tipo de operação não provoca alteração do capital social da empresa.
O grupamento é necessário para que a ação da Casas Bahia deixe a condição de penny stock.
Em meio à crise que afeta o setor de varejo desde o fim do boom do comércio eletrônico na pandemia, o preço da ação da Casas Bahia despencou.
Desde o início do ano, BHIA3 acumula queda de mais de 70%. No pregão de ontem, cada ação da empresa custava R$ 0,53.
Se a transação ocorresse antes da abertura do pregão de hoje, o novo preço do papel seria R$ 13,25.
No Brasil, é considerada penny stock a ação com preço de tela inferior a R$ 1,00.
Quando uma ação passa muito tempo cotada a R$ 0,99 ou menos, a B3 cobra a empresa para que busque uma solução.
Isso porque cada centavo de oscilação equivale a mais de 1% e a especulação com o papel aumenta consideravelmente.
Além disso, a B3 não permite a permanência de penny stocks no principal índice de ações da bolsa brasileira, o Ibovespa.
A ação, inclusive, não apareceu na primeira prévia do Ibovespa, divulgada há uma semana.
Acontece que um processo de grupamento de ações invariavelmente resulta em frações que precisam ser leiloadas, o que muitas vezes retarda a conclusão da operação.
Para evitar essa demora, o conselho de administração da Casas Bahia decidiu não apenas antecipar os prazos do grupamento, mas também alterar o tratamento comumente dado às frações.
Vamos supor que você tenha 176 BHIA3 na carteira ao fim da sessão de 14 de dezembro.
Pela regra anterior, você ficaria com 7 ações após o grupamento e a fração restante iria posteriormente a leilão.
Com a participação do doador “misterioso” na operação, você passaria a deter 8 BHIA3 em 15 de dezembro.
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