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RESUMO DO DIA: O último pregão da semana encerrou com tons de vermelho nas bolsas em geral. Por aqui, os investidores não conseguiram "sextar", com o Ibovespa pressionado pelo exterior negativo e pelo desempenho das gigantes de commodities.
Empresas com forte peso no principal índice da B3, como Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3), acompanharam o ritmo negativo do petróleo e do minério de ferro hoje e fecharam em queda.
Nos mercados local e internacionais, os investidores deram sequência às perdas dos últimos dias, ainda repercutindo as falas de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), após o discurso de ontem.
As declarações de Powell pressionaram os negócios devido ao tom mais duro do chefe do BC norte-americano sobre o futuro da política monetária nos EUA.
O dirigente do Fed ressaltou que os juros devem permanecer elevados por mais tempo nos EUA e confirmou que o BC não abandonou o aperto monetário de vez.
Além das falas de Powell, a escalada dos conflitos no Oriente Médio pesaram sobre os índices hoje e impulsionaram a busca por ativos considerados porto seguro nos investimentos, como o ouro.
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Na agenda doméstica, os investidores acompanham o IBC-Br, considerado uma prévia do PIB oficial do país. O índice recuou além do esperado pelo mercado, o que pressionou os negócios junto com o exterior.
Com isso, o Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira (20) em queda de 0,74%, aos 113.155 pontos. Na semana, o principal índice de ações da bolsa brasileira acumulou baixa de 2,2%.
Já o dólar terminou o dia em baixa de 0,43%, negociado a R$ 5,0313 no mercado à vista. A moeda norte-americana acumulou perdas de 0,90% na semana.
Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (20):
Os investidores não conseguiram fechar a semana com um "sextou" de respeito. O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira (20) em queda de 0,74%, no patamar de 113.155 pontos.
O principal índice de ações da B3 esteve em trajetória de recuperação desde a abertura, mas sentiu o peso de Wall Street após as declarações de Jerome Powell, o presidente do Federal Reserve.
As falas de Powell ainda impulsionaram os rendimentos dos Treasurys, os títulos do Tesouro dos EUA, que, por sua vez, pressionaram os juros futuros (DIs) por aqui.
As bolsas de valores de Wall Street encerraram o pregão desta sexta-feira (20) no vermelho, ainda repercutindo o discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) de ontem.
Ainda que esperadas pelo mercado, as declarações de Powell pressionaram os negócios devido ao tom mais duro do chefe do BC norte-americano sobre o futuro da política monetária nos EUA.
O dirigente do Fed ressaltou que os juros devem permanecer elevados por mais tempo nos EUA e confirmou que o BC não abandonou o aperto monetário de vez.
Confira o fechamento dos índices em Nova York:
O dólar terminou a sessão desta sexta-feira (20) em queda de 0,43%, cotado a R$ 5,0313 no mercado à vista.
A Mubadala Capital comprou 10% das ações da holding DE BIOCOMBUSTÍVEIS Atvos Bioenergia que eram detidas pelo Grupo Novonor.
Com o negócio, a Novonor zerou a participação no Grupo Atvos, segundo informações da companhia para o Broadcast Agro.
A Atvos pretende investir R$ 1,6 bilhão em suas operações até o final desta safra, com foco na inovação em áreas agrícolas e industriais.
"A empresa também almeja a entrada em novos mercados, como de etanol de milho, biometano, a partir da vinhaça e da palha dos canaviais, e iniciar a produção de combustível de aviação sustentável", disse a empresa, em nota à agência.
Os contratos do petróleo tipo Brent para dezembro fecharam o dia em leve queda de 0,44%, negociados a US$ 92,16 o barril na Intercontinental Commodity Exchange (ICE). Na semana, a commodity acumulou alta de 1,38%.
Já os futuros do WTI, também para dezembro, fecharam o pregão em baixa de 0,32%, com o barril a US$ 88,08 na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, o óleo subiu 0,44%.
O ouro, considerado uma proteção para a carteira de investimentos em momentos de crise, encerrou em alta nesta sexta-feira (20).
O metal precioso com entrega para dezembro registrou valorização de 0,70% na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 1.994,40 por onça-troy.
Vale lembrar que o minério chegou a ultrapassar a marca dos US$ 2.000,00 a onça-troy hoje.
O petróleo passou a operar no vermelho nesta tarde.
Por volta das 15h15, os contratos do Brent, referência no mercado internacional, recuavam 0,55%, negociados a US$ 91,87 o barril.
Já o WTI para dezembro caía 0,86%, a US$ 87,61 o barril.
Após lançar um follow-on bilionário, a ação da Ambipar (AMBP3) amarga perdas de 12,18% na bolsa brasileira por volta das 14h41, negociada a R$ 16,36.
Com o recuo dos papéis, o valor de mercado da empresa caiu para R$ 1,87 bilhão, abaixo do patamar de R$ 2 bilhões pela primeira vez em um pregão.
O Ibovespa desacelerou as perdas e retomou o patamar de 113 mil pontos, mas segue em trajetória negativa nesta sexta-feira (20).
Por volta das 14h30, o principal índice de ações da B3 recuava 0,46%, aos 113.476 pontos.
Enquanto isso, o dólar caía 0,60%, negociado a R$ 5,0339 no mercado à vista.
Já em Wall Street, as bolsas de valores de Nova York mantêm as quedas nesta tarde, ainda digerindo as declarações de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos.
Veja como andam os mercados em Wall Street por volta das 14h30:
Os números da Americanas (AMER3) continuam mostrando uma piora enquanto a varejista busca a aprovação da proposta apresentada este mês para sair da recuperação judicial (RJ), depois que os sócios de referência Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles aceitaram colocar mais dinheiro na companhia.
Os recursos disponíveis em caixa, por exemplo, caíram 23% em setembro frente a agosto, somando R$ 1,195 bilhão, de acordo com relatório mensal publicado nesta sexta-feira (20).
No mês passado, a companhia informou que teve que investir quase R$ 25 milhões na sua operação física, valor cerca de 2,5 vezes maior do que o investido no mês anterior.
Na operação digital, porém, a Americanas já não faz investimentos desde o mês de maio.
Quando o Hamas lançou um ataque contra Israel em 7 de outubro, os especialistas ao redor do mundo começaram a tentar medir as potenciais bombas que poderiam estourar nos mercados financeiros. Na linha de frente estava o petróleo, mas outras commodities como o ouro também foram chamadas para essa batalha.
Depois de 13 dias, os investidores assistem ao petróleo caminhar para os US$ 100 o barril — um patamar que estava distante até o agravamento do conflito no Oriente Médio — o ouro romper a barreira dos US$ 2 mil por onça-troy e os Treasurys, como são conhecidos os títulos de dívida do governo dos EUA, beliscarem os 5%.
“Em primeiro lugar, era esperado que os traders voltassem para os portos seguros tradicionais. Desde o início do conflito era esperado que os bonds registrassem uma recuperação à medida que os investidores tentam preservar o capital no meio da agitação geopolítica”, disse o analista da FX Empire, James Hyerczyk.
A disparada dos preços do petróleo era esperada, já que o confronto entre Israel e Hamas acontece no quintal de grandes produtores de petróleo, entre eles, Arábia Saudita e o Irã.
Quanto vale um único andar de um dos edifícios mais icônicos da avenida que é considerada o coração financeiro da cidade que é o principal centro econômico do país? Uma das últimas transações do mercado de fundos imobiliários dá uma pista.
Segundo comunicado enviado ao mercado na última quinta-feira (20), o FII Catuaí VBI Triple A (BLCA11) vendeu um andar e 46 vagas de garagem do Edifício Pátio Victor Malzoni, localizado na Avenida Faria Lima, por R$ 96,2 milhões.
Vale destacar que o prédio é famoso pelo vão envidraçado que conecta suas duas torres e tornou possível erguer o empreendimento no mesmo terreno onde fica a casa Bandeirista, construção do século XVIII tombada em 1982.
O Edifício Pátio Victor Malzoni também é conhecido por abrigar os escritórios do Google e do BTG Pactual — o banco de investimentos, aliás, administra um FII que é dono de boa parte do ativo, o Pateo Bandeirantes (PATB11).
O setor de energia domina o campo positivo do Ibovespa neste pregão, reagindo à forte queda dos juros futuros (DIs).
Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR | MIN | MAX |
|---|---|---|---|---|---|
| BRFS3 | BRF ON | R$ 10,59 | 1,92% | 10,24 | 10,62 |
| UGPA3 | Ultrapar ON | R$ 20,01 | 1,37% | 19,57 | 20,03 |
| EQTL3 | Equatorial ON | R$ 31,00 | 1,14% | 30,49 | 31,28 |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 12,65 | 1,20% | 12,36 | 12,77 |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 19,52 | 1,04% | 19,15 | 19,65 |
As ações das mineradoras e siderúrgicas lideram as perdas do Ibovespa nesta sexta-feira (20), acompanhando o movimento negativo do minério de ferro hoje.
A Bradespar (BRAP4) — holding que investe na Vale — lidera as baixas do dia, com queda de 3,62%, a R$ 20,50. As ações VALE3, por sua vez, recuam 3,03%, negociadas a R$ 62,47.
Veja as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR | MIN | MAX |
|---|---|---|---|---|---|
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 20,47 | -3,76% | 20,45 | 21,07 |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 10,87 | -3,38% | 10,82 | 11,12 |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 1,56 | -3,11% | 1,56 | 1,62 |
| VALE3 | Vale ON | R$ 62,44 | -3,07% | 62,00 | 63,47 |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 7,99 | -3,03% | 7,94 | 8,28 |
As bolsas da Europa encerraram o pregão desta sexta-feira (20) em queda, acompanhando o tom negativo dos mercados internacionais após o discurso de Jerome Powell, diretor do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).
Vale lembrar que o dirigente do Fed destacou que os juros devem permanecer elevados por mais tempo nos EUA e confirmou que o BC norte-americano não abandonou o aperto monetário de vez.
Confira abaixo o desempenho das principais praças do continente:
O Ibovespa opera em queda nesta sexta-feira, puxado pelo desempenho negativo dos papéis da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR4). Por volta das 12h30, o principal índice de ações da B3 recuava 1,05%, para o patamar de 112.807 pontos.
No mesmo horário, o dólar caía 0,45%, negociado a R$ 5,0415 no mercado à vista. A moeda norte-americana é pressionada pelo desempenho de outras divisas fortes, que avançam devido à queda dos Treasurys (títulos do Tesouro dos Estados Unidos).
Em Wall Street, as bolsas de valores norte-americanas mantiveram trajetória de baixa, ainda digerindo as falas de ontem do presidente do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), Jerome Powell.
Confira:
A Ambipar (AMBP3) movimentou pouco mais de R$ 1 bilhão no IPO que a levou à bolsa em julho de 2020.
Nos dois anos seguintes, a empresa de gestão de resíduos ganhou a fama de “máquina de compras”, tantas as aquisições que se seguiram.
O tempo passou, a janela de IPOs fechou, os juros subiram e agora, pouco mais de um ano depois de sua última grande aquisição, a conta parece ter chegado.
Nesta sexta-feira, a Ambipar lançou uma oferta pública primária por meio da qual pode movimentar até R$ 1,12 bilhão.
A Petrobras (PETR4) cortou o preço da gasolina em R$ 0,12 por litro para as distribuidoras, informa a companhia nesta quinta-feira. Com isso, o preço médio será de R$ 2,81 por litro.
A analista da Empiricus Research, Lais Costa, participa do Giro do Mercado de hoje (20) para comentar o impacto da redução do combustível na inflação (IPCA) e como ficam os ativos atrelados à inflação.
No segundo bloco da live, Larissa Quaresma entra para falar de Nubank (ROXO 34).
Segundo o Morgan Stanley, o banco digital pode ver seu valor de mercado atingir os US$ 100 bilhões até 2026. A analista faz sua avaliação sobre o banco e o patamar em que as ações se encontram.
Confira o episódio completo. É só dar play aqui:
A ação da Petrobras (PETR4) inverteu a trajetória e passou a recuar 2,43%, para R$ 37,41, em realização de lucros do último pregão.
O desempenho negativo da petroleira, aliado à baixa de 3,38% dos papéis da Vale (VALE3), derruba o Ibovespa hoje.
Por volta das 11h30, o principal índice acionário da bolsa brasileira recuava 1,12%, aos 112.724 pontos.
As ações do setor elétrico dominam a ponta positiva do Ibovespa hoje. Os papéis reagem à forte queda dos juros futuros (DIs) nesta sexta-feira (20).
Outras ações consideradas cíclicas e sensíveis aos juros, como varejistas e empresas ligadas a consumo, pegam carona hoje.
Confira o desempenho por volta das 11h05:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR | MIN | MAX |
|---|---|---|---|---|---|
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,52 | 4,00% | 0,49 | 0,52 |
| ENGI11 | Energisa units | R$ 46,08 | 2,13% | 44,72 | 46,25 |
| ALPA4 | Alpargatas PN | R$ 7,47 | 1,91% | 7,25 | 7,52 |
| ELET3 | Eletrobras ON | R$ 34,45 | 1,89% | 33,65 | 34,55 |
| EQTL3 | Equatorial ON | R$ 31,23 | 1,89% | 30,49 | 31,28 |
O ouro opera em forte alta hoje. O metal precioso com entrega para dezembro registrou valorização de 1% na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 2.000 por onça-troy.
A curva de juros futuros (DIs) acelerou as perdas nesta sexta-feira (20), com destaque para os juros longos (com vencimentos de longo prazo).
O movimento acompanha o desempenho negativo dos rendimentos dos Treasurys, os títulos da dívida do governo norte-americano, e a desvalorização do dólar hoje.
Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | MIN | MAX | ABE | FEC |
|---|---|---|---|---|---|---|
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,14% | 12,14% | 12,15% | 12,15% | 12,16% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,09% | 11,06% | 11,27% | 11,19% | 11,25% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,03% | 10,99% | 11,30% | 11,19% | 11,27% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,22% | 11,18% | 11,48% | 11,41% | 11,45% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 11,46% | 11,42% | 11,71% | 11,65% | 11,65% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,61% | 11,58% | 11,86% | 11,79% | 11,79% |
A ação do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) amarga perdas de 4,03% por volta das 10h47, negociada a R$ 3,33.
O papel reage ao relatório do Bradesco BBI que rebaixou a ação da varejista de "compra" para "neutro".
Os analistas revisaram para baixo a recomendação dos papéis devido à lenta recuperação das vendas e as margens, que ainda não conseguem reduzir a alavancagem da companhia, segundo o Broadcast.
O dólar passou a operar em queda nesta sexta-feira (20). Por volta das 10h57, a moeda norte-americana caía 0,33% no mercado à vista, a R$ 5,0475.
A divisa perdeu o fôlego após outras moedas fortes ganharem força com o alívio dos Treasurys, os títulos do Tesouro dos EUA, nesta manhã.
A Copel (CPLE6) anunciou nesta sexta-feira (20) os resultados do programa de demissão voluntária (PDV) iniciado após a privatização da companhia paranaense de energia.
O plano de desligamento teve a adesão de 1.437 trabalhadores, com um custo estimado de R$ 441 milhões. O valor não considera multas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) nem valores de subsídio de plano de saúde e vale alimentação.
O montante superou as expectativas iniciais da companhia, que inicialmente havia limitado o PDV ao orçamento de R$ 300 milhões em indenizações, sem considerar os gastos com multas e subsídios.
Se considerados todos os valores pagos aos funcionários, o custo total estimado do programa chega a R$ 610 milhões, que será reconhecido no exercício de 2023.
As bolsas de valores de Wall Street iniciaram o pregão desta sexta-feira (20) em queda.
Os mercados norte-americanos ainda repercutem as falas de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), após o discurso de ontem.
Vale lembrar que o chefe do BC norte-americano destacou que os juros devem permanecer elevados por mais tempo nos EUA e confirmou que o Fed não abandonou o aperto monetário de vez.
Veja o desempenho dos índices em Nova York na abertura:
As ações da Petrobras são o grande destaque de alta do Ibovespa na manhã desta sexta-feira (20).
Os papéis acompanham os movimentos do petróleo hoje e ainda repercutem os reajustes nos preços dos combustíveis anunciados pela estatal na última noite.
Além da Petrobras, outras petroleiras figuram no campo positivo da bolsa brasileira hoje, também impulsionadas pela valorização da commodity nesta sessão.
Confira as maiores altas da abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR | MIN | MAX |
|---|---|---|---|---|---|
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 41,81 | 1,33% | 41,53 | 41,82 |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 38,81 | 1,23% | 38,65 | 38,82 |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 12,62 | 0,96% | 12,41 | 12,62 |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 32,24 | 0,81% | 32,10 | 32,38 |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 21,91 | 0,50% | 21,70 | 21,95 |
Já na ponta negativa do índice, as ações de mineradoras, como a Vale, e de siderúrgicas operam entre as maiores quedas do Ibovespa hoje.
O setor é pressionado pelo desempenho do minério de ferro, que fechou em forte queda de 3,17% em Dalian hoje.
Veja as maiores baixas da abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR | MIN | MAX |
|---|---|---|---|---|---|
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,30 | -4,90% | 3,29 | 3,37 |
| VALE3 | Vale ON | R$ 63,15 | -1,97% | 63,08 | 63,40 |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,69 | -1,88% | 4,67 | 4,73 |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 11,04 | -1,87% | 10,98 | 11,07 |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 3,68 | -1,87% | 3,68 | 3,74 |
O pregão mal começou e o Ibovespa já inverteu a trajetória. Por volta das 10h13, o principal índice de ações da B3 recuava 0,30%, ao patamar de 113.667 pontos.
A bolsa brasileira sente o peso do exterior mais negativo e de uma leitura mais fraca que o esperado do IBC-Br, considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) do país.
O Ibovespa saiu dos leilões de abertura em leve alta de 0,07% nesta sexta-feira (20), aos 113.996 pontos.
Os recibos de ações (ADRs, na sigla em inglês) da Petrobras e da Vale amargam perdas no pré-mercado em Wall Street.
Enquanto a mineradora acompanha o desempenho negativo do minério de ferro hoje, a petroleira opera na contramão da commodity fóssil nesta manhã.
Os investidores da gigante de óleo e gás digerem o anúncio de reajuste de preços da gasolina e do diesel para as distribuidoras brasileiras, que aumenta a defasagem dos combustíveis em relação ao mercado internacional.
O minério de ferro encerrou em queda forte de 3,17%, cotado a US$ 114,66 na bolsa de valores de Dalian.
Já o petróleo opera no campo positivo nesta sexta-feira (20).
Por volta das 9h45, os contratos do Brent, referência no mercado internacional, para dezembro avançavam 1,00%, negociados a US$ 93,30 o barril.
Por sua vez, o WTI para dezembro subia 1,10% no mesmo horário, a US$ 89,34 o barril.
O dólar estendeu os ganhos nesta sexta-feira (20) e atingiu nova máxima.
Por volta das 9h35, a moeda norte-americana avançava 0,61%, negociada a R$ 5,0951 no mercado à vista.
Bom dia, pessoal.
A tensão no Oriente Médio e as taxas de juros nos mercados dos EUA estão no centro das preocupações.
Nas últimas horas, sinais apontam para a iminência de uma incursão terrestre na Faixa de Gaza, o que aumenta o risco de uma escalada no conflito e pressiona os preços do petróleo para níveis mais elevados.
Ao mesmo tempo, as taxas dos Treasuries de 10 anos se aproximaram de 5%, atingindo um patamar não visto em mais de uma década, em grande parte devido aos comentários surpreendentemente firmes de Jerome Powell, presidente do Fed.
Os mercados asiáticos fecharam em baixa na sexta-feira, refletindo as preocupações com o agravamento das tensões no Oriente Médio e a incerteza em torno das taxas de juros.
Na Europa, os mercados começaram o dia com quedas, seguindo a tendência de baixa dos futuros nos Estados Unidos.
O preço do petróleo se aproxima novamente dos US$ 94 por barril, intensificando as preocupações em relação à inflação.
O Brasil está acompanhando essa dinâmica global, uma vez que carece de catalisadores domésticos que possam impulsionar o otimismo dos investidores.
A ver…
No cenário local, embora sejamos amplamente influenciados pelo contexto global, há alguns pontos a serem monitorados.
Hoje, temos o IBC-Br de agosto, que apresentou uma queda de 0,77% devido aos resultados fracos dos setores de serviços e varejo no mesmo mês.
Essa desaceleração é significativa em comparação com o aumento de 0,44% registrado em julho e pode contribuir para que o Banco Central mantenha o ritmo de redução da taxa de juros nos próximos meses.
Outro fator que pode influenciar a decisão do Banco Central é a redução do preço da gasolina em 4%, praticamente eliminando a diferença em relação aos preços globais (já em setembro, houve uma diminuição nos preços nos EUA).
A partir de hoje, o litro da gasolina custará R$ 2,81 nas refinarias, o que representa uma redução de R$ 0,12.
No entanto, o preço do diesel aumentou um pouco e ainda apresenta uma defasagem em relação aos preços internacionais.
Laís Costa, daqui da Empiricus, já havia apontado essa possibilidade de corte no preço da gasolina alguns dias atrás, embora eu tenha sido cético, principalmente devido ao cenário geopolítico tenso e ao risco de uma escalada nos preços do petróleo.
No entanto, a previsão de Laís se concretizou (como normalmente acontece, por sinal).
Essa redução no preço da gasolina terá um impacto positivo no IPCA, afetando-o possivelmente em 0,10 pontos percentuais (enquanto o diesel tem um peso menor no índice em comparação com a gasolina).
Gradualmente, nos aproximamos de uma inflação em torno de 4,5%. Pelo menos a trajetória do ciclo de redução da taxa de juros está mantida para 2023. Resta saber como ficam as coisas em 2024.
Estou de acordo com a declaração do diretor de política monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, feita recentemente em um evento.
A pequena queda gradual na taxa Selic recente não muda o fato de que o real brasileiro continua sendo uma moeda adequada para a estratégia de "carry trade", na qual se obtém empréstimos em regiões com juros mais baixos para investir em ativos com juros mais altos no Brasil.
No entanto, hoje, a redução da diferença de juros entre os mercados emergentes e as economias desenvolvidas tem gerado discussões sobre o impacto para as economias em desenvolvimento.
É importante recordar que logo após a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em agosto, quando houve uma reação negativa nos mercados brasileiros, quase levando a uma venda massiva de ativos, o Banco Central já argumentava que isso estava mais relacionado ao cenário global do que a fatores locais.
Enquanto isso, a China enfrenta questões tanto conjunturais no mercado imobiliário quanto transformações estruturais que mudam seu padrão de crescimento, passando de uma ênfase na construção para um modelo mais voltado para tecnologia e consumo.
É necessário avaliar os impactos disso nas commodities.
Por outro lado, os Estados Unidos passaram por diversas fases nos últimos meses, saindo de um cenário de desaceleração econômica acentuada para uma aterrisagem suave, seguida por um período de estabilidade e, mais recentemente, uma espécie de "desinflação imaculada", conforme descrito por Paul Krugman.
Hoje, nos EUA, o cenário aponta para taxas de juros mais altas por um período prolongado.
Ainda não compreendemos completamente os efeitos de longo prazo disso, mas, mesmo assim, o real mantém seu status como uma moeda adequada para a estratégia de "carry trade."
Você está me dizendo que se chegarmos a 8% é o fim do mundo?" Esta frase é tirada do filme "A Grande Aposta", em que Mark Baum questiona a tese de Jared Vennett na famosa cena do Jenga. (clique aqui para assistir o trecho).
Isso é meramente caricato, mas as taxas de hipoteca nos Estados Unidos atingiram 8% recentemente, assim como as taxas de juros de 10 anos flertaram com 5%.
De fato, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, parece ter recuado em relação a um aumento das taxas em novembro, mas o restante de seus comentários foi muito mais "hawkish" (contracionista) do que o esperado.
Ele explicou explicitamente a relação entre uma economia mais forte e taxas de juros mais altas por um período prolongado.
A inflação ainda permanece muito alta, o que mantém a porta aberta para outro aumento nas taxas de juros em dezembro (uma possibilidade que já estávamos cientes).
Se isso acontecer, veremos mais um aumento de 25 pontos-base antes do final do ciclo de aperto.
No entanto, as taxas de juros provavelmente permanecerão elevadas por mais tempo, até que haja um impacto mais claro na economia real.
É importante lembrar que nos últimos 20 meses, o Fed elevou as taxas de juros para o nível mais alto em 22 anos para combater a inflação crescente.
Ao mesmo tempo, a inflação caiu para cerca da metade de seu pico em junho de 2022 (embora ainda não tenha atingido níveis considerados baixos).
Para ter uma compreensão mais clara dessas expectativas, será fundamental acompanhar o PIB do terceiro trimestre dos EUA, que será divulgado na próxima quinta-feira.
Já alertamos que o PIB ainda está robusto no terceiro trimestre, projetando um crescimento anualizado de pelo menos 3,5%, com algumas fontes, como o Fed de Atlanta, apontando para 5%.
Uma taxa de crescimento intermediária também é plausível.
Em resumo, o cenário de preocupação com a atividade econômica muito forte não deve mudar tão cedo, a menos que o PIB decepcione significativamente.
As recentes declarações dos membros do Federal Reserve deram aos investidores razões para acreditar que os aumentos nas taxas de juros podem estar terminando, mas isso não significa que as taxas cairão tão cedo.
Pode ser necessário um cenário de recessão para que os rendimentos dos títulos voltem a cair.
O rendimento dos títulos de 10 anos subiu 1,2 pontos percentuais desde julho, à medida que os investidores consideram cada vez mais a possibilidade de o Federal Reserve aumentar as taxas de juros acima do esperado e mantê-las nesse patamar por um período prolongado.
Para ter uma ideia do aumento, compare o rendimento atual de 10 anos com o nível de cerca de 0,5% atingido em 2020, quando os investidores, temendo os efeitos da pandemia, buscaram refúgio em títulos do Tesouro considerados isentos de risco.
Nessa época, o Fed havia reduzido a taxa dos fundos federais para quase zero.
Os rendimentos mais elevados atualmente oferecidos são atraentes para investidores em busca de um retorno maior sem risco, mesmo cientes de que as taxas podem continuar a subir no curto prazo, o que afetaria o valor de mercado dos títulos.
No período noturno de ontem, após seu retorno de Israel, Joe Biden fez um apelo direto aos cidadãos norte-americanos para que apoiassem o financiamento dos esforços de guerra em Israel e na Ucrânia, alertando sobre as ameaças paralelas que o Hamas e a Rússia representam para a democracia dos Estados Unidos.
Estamos, de fato, testemunhando os contornos de uma Nova Guerra Fria, onde as democracias ocidentais, como os EUA e os países da União Europeia, enfrentam as autocracias do Oriente, como Rússia, China e Irã.
Com esse pronunciamento, Biden solicitou ao Congresso um adicional de mais de US$ 100 bilhões em investimentos em segurança (lembrando que o Congresso ainda não escolheu um novo presidente e pode potencialmente levar o governo a um fechamento em novembro).
A ideia é gastar mais, o que não é pouca coisa. Gaste mais, está pouco…
As declarações do presidente dos EUA também estão em sintonia com as informações recentes de que as forças armadas de Israel receberam a autorização para uma possível incursão terrestre na Faixa de Gaza.
O risco de uma escalada é uma realidade.
Além disso, nas últimas 24 horas, bases aéreas dos EUA no Iraque foram alvo de pelo menos três ataques de mísseis e drones, enquanto um navio da marinha dos EUA que navegava perto do Iêmen interceptou mísseis.
Observando todos esses acontecimentos, a China decidiu acelerar a expansão de seu arsenal nuclear (um excelente momento, não é mesmo?).
O clima está ameno: sombra e água fresca.
O Ibovespa futuro renovou a mínima do dia, para 114.895 pontos, em baixa de 0,64%.
A curva de juros futuros (DIs) iniciou a manhã desta sexta-feira (20) no vermelho.
A queda foi ainda mais forte nos juros longos, isto é, com vencimentos de longo prazo.
O movimento acompanha o desempenho dos Treasurys, os títulos da dívida do governo norte-americano, que operam em baixa hoje, em correção à valorização da última sessão.
Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | MIN | MAX | ABE | FEC |
|---|---|---|---|---|---|---|
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,15% | 12,15% | 12,15% | 12,15% | 12,16% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,22% | 11,18% | 11,23% | 11,19% | 11,25% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,22% | 11,17% | 11,24% | 11,19% | 11,27% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,40% | 11,35% | 11,43% | 11,41% | 11,45% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 11,61% | 11,57% | 11,67% | 11,65% | 11,65% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,75% | 11,72% | 11,79% | 11,79% | 11,79% |
O Ibovespa futuro começou o dia em queda de 0,11%, aos 115.510 pontos. O dólar à vista, por sua vez, abriu em alta de 0,12%, cotado a R$ 5,0606.
O IBC-Br, índice calculado pelo Banco Central e considerado uma prévia do PIB oficial, caiu além do esperado.
A mediana das projeções dos analistas ouvidos pelo Broadcast apontava para uma queda de 0,60% em agosto frente a julho, mas o indicador recuou 0,77% nesse intervalo de tempo.
Assim, o IBC-Br sobe 3,06% no ano até agosto, contra as projeções de 2,90%. Nos últimos 12 meses, o indicador avança 2,82%.
Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho nesta sexta-feira.
Wall Street segue repercutindo o entendimento de que o banco central norte-americano terá de voltar a elevar os juros.
A percepção foi reforçada por comentários feitos ontem pelo presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, e outros dirigentes da instituição.
Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta sexta-feira.
Os investidores repercutem comentários feitos na véspera pelo presidente do Federal Reserve, Jerome Powell.
Voltou a pesar o entendimento de que os juros permanecerão mais altos por mais tempo nos Estados Unidos e em outras economias desenvolvidas.
Veja como estavam as principais bolsas europeias:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta sexta-feira.
Os mercados da região repercutiram o andamento da guerra no Oriente Médio e a queda da véspera em Wall Street.
Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:
As principais bolsas ao redor do mundo terminaram a quinta-feira (19) no vermelho, e o Ibovespa não escapou. Com a agenda local esvaziada, o principal índice da B3 deixou os investidores a reboque do exterior.
Lá fora, a temporada de balanços corporativos ficou em segundo plano, já que o verdadeiro destaque do dia foi o discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).
Como era esperado, Powell deu sinais sobre o futuro da política monetária norte-americana, destacando que os juros devem permanecer elevados por mais tempo na terra do Tio Sam.
O chefão do Fed ainda confirmou que o BC dos EUA não abandonou o aperto monetário de vez, apesar da desaceleração no ritmo de aumento da taxa referencial.
Após uma verdadeira sessão de "tira casaco, bota casaco" nos Estados Unidos, as bolsas em Wall Street encerraram em queda, pressionadas pelo avanço dos Treasurys, os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, e pelos temores sobre a trajetória dos juros nos EUA.
Por aqui, o principal índice da B3 esteve em trajetória de recuperação desde a abertura, mas não conseguiu sustentar os ganhos após a derrocada de Nova York.
Com isso, o Ibovespa encerrou o pregão desta quinta-feira (19) em leve baixa de 0,05%, aos 114.004 pontos.
Já o dólar terminou o dia próximo da estabilidade, com queda de 0,03%, cotado a R$ 5,0528 no mercado à vista.
Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (19).
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