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O Seu Dinheiro entrou em contato com lojas da Fast Shop e constatou funcionamento normal; o ataque hacker não foi confirmado oficialmente

A rede varejista Fast Shop parece engrossar a lista de empresas do setor vítimas de ataque hacker. Desde ontem, algumas mensagens foram publicadas no Twitter oficial da loja anunciando o fechamento de todas as unidades até o próximo dia 26, além do adiamento das entregas de compras online até o dia 27.
No entanto, a reportagem do Seu Dinheiro entrou em contato com algumas unidades físicas da Fast Shop em São Paulo — e elas estavam abertas ao público. Funcionários confirmam falhas no sistema do site, que ficou fora do ar na quarta-feira (22) e hoje apresenta instabilidades, mas afirmaram que as lojas seguem funcionando normalmente.
A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da rede varejista, que ressaltou que todas as lojas continuam abertas e operando regularmente.
"A Fast Shop identificou uma tentativa de acesso não autorizado aos sistemas. Como forma de prevenção, a empresa acionou os protocolos de segurança, e, por este motivo, o site e o app ficaram temporiariamente indisponíveis, porém já se encontram restabelecidos e funcionando normalmente", diz em nota.
O aparente autor da tentativa de ataque hacker também diz ter acesso a dados pessoais de clientes e informações das lojas. Mas a varejista nega: "salientamos que toda a base de informações da empresa está sob rígidos processos de segurança e não houve evidências de danos aos dados de nossos clientes".
Ataques do gênero têm se mostrado um risco para grandes empresas do setor varejista. O mais comum é que hackers consigam acesso aos dados da empresa, especialmente dos usuários, e façam uma espécie de sequestro dessas informações em troca de dinheiro para reestabelecer o sistema.
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Em fevereiro deste ano, a Americanas, o Shoptime e o Submarino foram vítimas de ataques responsáveis por deixar seus sites fora do ar durante dias. Só para a Americanas o prejuízo disso foi de R$ 923 milhões, de acordo com o balanço da empresa.
No ano passado, Porto Seguro, CVC, Lojas Renner e JBS figuraram entre os alvos desse tipo de invasão.
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