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Modelo de entrada da Apple, iPhone SE estará disponível ao mercado americano a partir de 18 de março por US$ 429, valor acima do esperado.
A Apple atendeu às expectativas dos consumidores e anunciou nesta terça-feira uma atualização do iPhone SE, o modelo "low-cost" da companhia. O aparelho, no entanto, não será tão acessível como se esperava.
O novo iPhone SE chega ao mercado americano custando US$ 429, acima dos US$ 399 esperados. No Brasil, o site da Apple informa que a versão de 64GB custará a partir de R$ 4.199. O modelo de 128GB começa em R$ 4.699 e o de 256 GB em R$ 5.699.
Durante o primeiro evento da Apple em 2022, a empresa aproveitou para divulgar uma nova opção de cor para os iPhone 13. Também foi revelada uma atualização do iPad air e novo processador para o Mac.
Vamos às novidades.
A grande atualização é que o aparelho da Apple chega pronto para navegar na rede 5G e é equipado com o processador A15 Bionic, o mesmo do iPhone 13. Essas características são as principais responsáveis pelo encarecimento do celular, considerado pela Apple como um modelo de entrada.
Do lado de fora, porém, o design não empolgou muito. Ele segue a configuração do iPhone 8, lançado em 2017, e é considerado ultrapassado por ainda trazer um botão na tela, o que limita seu espaço útil. A tela de 4,7 polegadas possui resolução HD e proteção frontal com Ceramic Shield, a mesma tecnologia de vidro resistente utilizada no iPhone 13.
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Segundo a Apple, o novo iPhone estará disponível nas cores preto, branco e vermelho a partir de 18 de março no mercado americano. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Nas redes sociais, o modelo foi alvo de brincadeiras:
A Apple aproveitou o evento para lançar uma nova cor para o iPhone 13, um tom de verde militar. A série 13 abriga o maior número de opções de cores externas disponíveis hoje. Além do verde, o celular está disponível em branco, preto, azul, vermelho e rosa.

Conforme esperado, a Apple também comunicou o lançamento de um iPad Air com o novo processador M1, que já integra o modelo Pro. Isso garantirá, segundo a empresa, melhoria de até 60% no desempenho em relação ao chip A14. O modelo também terá acesso à rede 5G.
Ainda no âmbito de hardware, o iPad Air também terá uma nova geração de entrada USB-C duas vezes mais rápida. A câmera frontal também foi melhorada e agora apresenta 12 megapixels, o que permite o uso do Center Stage. O recurso deixa o usuário usar as mãos livremente durante uma chamada de vídeo, pois ele rastreia a pessoa e a mantém em cena.
No software, o tablet da Apple virá com o OS 15, o que deve gerar uma melhora no multitasking. Ele chega custando a partir de US$ 599 e terá versões de 64 GB e 256 GB. No Brasil, o preço do modelo de 64 GB será de R$ 6.799 e o de 256 GB a partir de R$ 8.399.
Assim como os iPhones, o novo iPad Air estará disponível a partir do dia 18 de março para o público norte-americano e ainda não há previsão de chegada no Brasil.

Talvez a grande novidade da Apple seja uma nova linha de desktops, o Mac Studio. O enfoque da nova série são os usuários profissionais, como designers e editores de vídeo. Os computadores serão equipados com os processadores M1 Max e o M1 Ultra, este último lançado também nesta terça-feira (8).
Ao lado do Mac Studio, a Apple anunciou também os monitores Studio Display, com dois tamanhos de tela: 27 e 32 polegadas. A menor tem resolução 5K e a maior 6K.
Os preços dos Mac Studio no Brasil chegam a partir de R$ 22.999 para a versão com o processador M1 Max. Já o modelo com o chip M1 Ultra começa em R$ 46.999 e pode chegar a quase R$ 100 mil, dependendo das especificações selecionadas.
Já o monitor Studio Display na versão de vidro convencional tem preço a partir de R$ 17.999. O que contém vidro nano-texture, é um pouco mais caro, a partir de R$ 20.999.

Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
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