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Executivo já havia ocupado o posto entre 2016 e 2021, sendo um dos responsáveis por estruturar a privatização da Eletrobras (ELET3)
Em um movimento bastante aguardado pelo mercado e lido como um fechamento de ciclo, Wilson Ferreira Júnior retorna ao posto de presidente da Eletrobras (ELET3) nesta segunda-feira (19), conforme anunciado pela companhia.
Seu nome foi aprovado já na primeira Assembleia Geral Extraordinária após a privatização da Eletrobras, no início de agosto. Um mês antes, quando deixou o comando da Vibra (VBBR3), Ferreira Júnior já despontava como um dos favoritos para ocupar o cargo na ex-estatal.
E toda essa preferência para que ele retornasse ao posto tem razão: ele é um personagem importante na história da Eletrobras, empresa que comandou entre 2016 e 2021. Foi durante esse tempo que o executivo reestruturou a empresa de maneira que ela pudesse ser privatizada neste ano.
Entre seus feitos estão aumento de eficiência, corte de custos e redução de alavancagem.
Para muitos, seu retorno ao posto de presidente da Eletrobras é como o fechamento de um ciclo, concluindo um trabalho iniciado por ele há alguns anos e que demorou mais do que o planejado para sair do papel — o que o afastou do cargo no último ano.
Com quase 30 anos de experiência no setor elétrico, Ferreira Júnior também foi presidente da CPFL Energia (CPFE3).
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Com a chegada de Wilson Ferreira Júnior, o agora ex-CEO Rodrigo Limp Nascimento passa a ocupar a cadeira de Diretor de Regulação e Relações Institucionais de forma efetiva.
Os acionistas da companhia também elegeram Carlos Augusto Piani, Daniel Alves Ferreira, Felipe Vilela Dias, Ivan de Souza Monteiro (ex-presidente da Petrobras), Marcelo de Siqueira Freitas, Marcelo Gasparino da Silva, Marisete Fatima Dadald Pereira, Octavio Cortes Pereira Lopes e Vicente Falconi Campos como novos membros do conselho de administração.
A onda de boas notícias parece estar fazendo bem para as ações da Eletrobras — no ano, o avanço é de 33,79%, ainda que neste mês haja uma queda de 4,83%.
A privatização da maior empresa de geração e transmissão de energia da América Latina movimentou R$ 33,68 bilhões.

Das oito recomendações compiladas pela plataforma TradeMap, todas são de compra do ativo.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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