O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As vendas líquidas da Resia saltaram 162,3% entre abril e junho e compensaram as quedas nas operações nacionais da MRV
Se a Resia tivesse ombros, eles certamente estariam doloridos por carregarem o bom desempenho financeiro da MRV (MRVE3) nos últimos meses.
A subsidiária norte-americana voltou a ser destaque da construtora no segundo trimestre, com um salto de 162,3% nas vendas líquidas em relação ao mesmo período do ano passado. A operação foi a única a registrar crescimento no indicador: o Valor Geral de Vendas (VGV) chegou a R$ 955 milhões, recorde para um trimestre.
Já as unidades nacionais de incorporação e loteamentos apresentaram queda nas vendas, na mesa base de comparação. Veja abaixo:
O desempenho puxou a média da companhia para baixo. Ainda assim, o resultado geral foi um crescimento de 26,2% e as vendas totalizaram R$ 2,6 bilhões.
Já os lançamentos recuaram 11,6% e registraram VGV (que aqui indica o potencial de receita a ser obtido) de R$ 2,1 bilhões. Segundo a companhia, a desaceleração ocorreu em antecipação às mudanças previstas para o programa Casa Verde e Amarela.
Com as novidades confirmadas pelo Conselho Curador do FGTS na última quinta-feira (7), a MRV promete reacelerar os lançamentos no segundo semestre.
Leia Também
Vendendo menos e gastando mais com a inflação dos insumos construtivos, a MRV aumentou o preço cobrado pelos empreendimentos para segurar a pressão nas margens.
O ticket médio dos produtos voltados para o Casa Verde e Amarela, por exemplo, cresceu 7,4% ante o trimestre imediamente anterior. Na prática, o aumento foi de R$ 12 mil e o preço médio cobrado por unidade chegou a R$ 219 mil.
Resta saber se a medida foi suficiente para recuperar as margens da empresa. O mercado saberá a resposta em 10 de agosto, data marcada para a divulgação do balanço da companhia.
Além da MRV (MRVE3), outra incorporadora da B3 divulgou a prévia operacional do segundo trimestre na noite desta quarta-feira (13). E a Plano & Plano (PLPL3) renovou algumas marcas históricas no período.
As vendas líquidas somaram R$379,5 milhões, valor 5,2% superior ao registrado no 2T21 e um novo recorde de vendas trimestrais.
Os lançamentos também cresceram: com cinco novos empreendimentos, o VGV da companhia subiu 11,4%, para R$ 394,1 milhões.
Adicionalmente, a Plano & Plano também apostou no encarecimento de seus produtos para compensar o efeito da inflação e da alta dos juros nas margens. O preço médio dos lançamentos foi a R$ 200,9 mil, uma alta de 6,3% ante o segundo trimestre de 2021.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro