O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Números são divulgados quando a dona da Sadia e da Perdigão está prestes a ter rival presente nas decisões de seu dia a dia
No balanço das horas tudo pode mudar, já dizia a música da década de 80. Mas enquanto a Marfrig (MRFG3) ainda não influencia na gestão da BRF (BRFS3), a dona da Sadia e da Perdigão apresentou nesta terça-feira (22) seus resultados do quarto trimestre de 2021.
A companhia de alimentos reportou um lucro líquido de R$ 932 milhões no quarto trimestre de 2021, avanço de 3,3% ante igual período do ano anterior.
No mesmo intervalo, o lucro líquido das operações continuadas foi de R$ 964 milhões, o que representa um aumento de 6,9% em relação ao mesmo período de 2020.
Já a receita líquida somou R$ 13,724 bilhões no quarto trimestre do ano passado, uma alta de 19,6% na mesma base de comparação.
No ano, o lucro líquido da BRF caiu 68,5%, para R$ 437 milhões ante 2020. Já o lucro líquido das operações continuadas foi de R$ 517 milhões, uma queda de 62,8%.
A receita líquida, por sua vez, totalizou R$ 48,343 bilhões, um aumento de 22,5% em 2021 na comparação com 2020.
Leia Também
A BRF atribuiu sua performance ao agravamento do contexto econômico e social brasileiro que, segundo a empresa, pressionou negativamente a confiança do consumidor.
A dona da Sadia e da Perdigão também cita incertezas relacionadas à pandemia de covid-19, a redução da renda média das famílias e o cenário inflacionário.
As condições climáticas desfavoráveis para a colheita de milho e soja na América do Sul e a pressão exercida pela ruptura na cadeia de abastecimento também foram citadas pela BRF com fatores que influenciaram seus resultados.
A BRF comercializou 1,235 milhão de toneladas de produtos entre outubro de dezembro do ano passado, um avanço de 3,1% em comparação com 1,198 milhão de toneladas de um ano antes.
O volume comercializado de carne de aves e suína in natura e produtos processados somou 619 mil toneladas, 2,1% a menos quando comparado com o ano anterior.
Segundo a empresa, o resultado foi impulsionado pelo maior spread histórico entre a carne bovina e a suína. Além disso, o preço médio dos produtos aumentou 14,7%, para R$ 11,65 o quilo.
Após o anúncio de que a Marfrig (MRFG3) exerceria influência sobre a administração da BRF (BRFS3), um novo comunicado nesta terça-feira (22) não foi surpresa. A empresa indicou uma chapa para o conselho de administração da companhia — e velhos conhecidos do mercado estão na lista.
Quem preside a chapa é Marcos Molina, fundador e controlador da Marfrig — e que hoje lidera o conselho de administração da companhia.
A vice-presidência fica com Sergio Rial, que também é presidente do conselho de administração do Santander desde janeiro deste ano.
Rial é um parceiro de longa data de Molina: ele foi uma das mentes por trás da reestruturação nas finanças da Marfrig num passado não tão distante.
Outros nomes que também farão parte do conselho incluem Marcia Aparecida Pascoal Marçal dos Santos, Augusto Marques da Cruz Filho, Deborah Stern Vieitas, Flávia Maria Bittencourt, Oscar de Paula Bernardes Neto, Pedro de Camargo Neto, Altamir Batista Mateus da Silva e Eduardo Augusto Rocha Pocetti.
A Marfrig é a maior acionista da BRF, seguida pelos fundos de pensão do Banco do Brasil e da Petrobras, com 6,13% e 5,26% do capital total, respectivamente. A Kapitalo Investimentos também tem uma participação relevante, de 5,34%, na empresa.
No início do mês, uma oferta subsequente de ações ou follow on da BRF movimentou R$ 5,4 bilhões, em operação voltada apenas para grandes investidores.
A ação teve um desconto de 7,5%, saindo a R$ 20. A oferta principal foi de 270 milhões ações com a opção de venda de um lote extra de 54 milhões de papéis, que não foi exercida.
A Marfrig participou do follow on no valor que já possuía, para não ser diluída nem ampliar fatia. A operação permitia ainda que a Marfrig comprasse mais ações da BRF sem acionar o poison pill - mecanismo que protege os sócios minoritários e exigiria a realização de uma Oferta Pública de Ações (OPA) para a compra dos papéis restantes.
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast