O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo a companhia, a nova redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da estatal
A nova queda do petróleo já vai chegar às bombas brasileiras? Parece que sim, pois a Petrobras (PETR4) acaba de anunciar um corte de 6,10% no valor cobrado pela gasolina A. O preço médio de venda do composto passará de R$ 3,28 para R$ 2,08 por litro a partir da próxima quarta-feira (7).
"Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,25 a cada litro vendido na bomba", destaca a estatal em comunicado enviado ao mercado.
A notícia provocou uma inversão no sinal das ações ordinárias da companhia nesta terça-feira (6). Por volta das 14h05, os papéis PETR3 recuavam 0,03%, a R$ 29,22, enquanto as ações PETR4 subiam 0,12%, a R$ 25,65.
O preço do diesel também vai baixar de R$ 4,89 para R$ 4,49 o litro. Aqui a queda é ainda maior, de cerca de 8,80%. Assim como para o gasolina, o cálculo do valor final deve considerar a composição do combustível que chega aos motoristas brasileiros; nesse caso, a parcela da Petrobras passou para R$ 2,25 a cada litro vendido.
Segundo a companhia, a nova redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática da empresa. Vale destacar que a política da estatal tem como objetivo equilibrar os preços com o mercado internacional ao mesmo tempo em que mitiga os repasses da volatilidade das cotações do petróleo e do câmbio.
As reduções de preços da Petrobras costumam colocar uma pulga atrás da orelha dos acionistas. Isso porque elas podem afetar os ganhos da estatal e, consequentemente, o pagamento de dividendos.
Leia Também
Mas não há motivos para preocupação, ao menos de acordo com o plano estratégico da companhia, válido de 2023 a 2027. O documento mantém a previsão do plano anterior: distribuir proventos entre US$ 60 bilhões e US$ 70 bilhões no período.
A sinalização é importante em um momento no qual a atual política de dividendos da Petrobras é um dos principais focos de críticas por parte do Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, embora a União seja a principal beneficiária dos proventos.
Durante o governo Bolsonaro, a empresa distribuiu os maiores dividendos da sua história. Somente em 2022, ano no qual se posicionou como a terceira maior pagadora de dividendos do mundo, os acionistas, entre eles a União, vão receber quase R$ 180 bilhões.
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que está fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco
Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores