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O fim da trava nas negociações estava originalmente previsto para 7 de junho, mas foi antecipado para coincidir com a divulgação do balanço do banco digital
ATUALIZAÇÃO: O fim da restrição (lock-up) para negociação das ações e BDRs não inclui os papéis recebidos pelos clientes que receberam o "pedacinho" do Nubank no programa no NuSócios, como informado anteriormente. Embora o comunicado do banco digital fale em "todas" as ações, a liberação ocorrerá apenas para executivos da companhia e aqueles que estavam impedidos de negociar os papéis por restrições da abertura de capital. Leia a íntegra da nota corrigida:
O mercado aguarda ansiosamente a divulgação do balanço do Nubank (NUBR33), marcada para 16 de maio. As ações do banco digital recuam quase 38% neste ano, e os analistas querem ver os resultados do primeiro trimestre antes de atualizar as projeções para a companhia.
Mas, segundo revelou a empresa nesta segunda-feira (2), a data trará mais uma surpresa para: o fim antecipado do "lock-up" para todas as ações e BDRs - recibos de papéis negociados na B3 - da companhia.
Com o fim da restrição, diretores e membros do conselho de administração estarão livres para vender os papéis do Nubank.
Para quem não sabe do que se trata, o lock-up é uma cláusula contratual que determina um período no qual os investidores não podem vender as ações de uma empresa.
O fim da restrição para a negociação dos ativos estava originalmente previsto para 7 de junho. Agora, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), será antecipado para 17 de maio, a fim de coincidir com a divulgação dos resultados trimestrais.
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Embora o comunicado fale que o fim do lock-up vale para todas ações, um público importante ficou de fora: os clientes que receberam um “pedacinho” do Nubank na forma de BDR - os "NuSócios". Nesse caso, eles continuam impedidos de negociar os BDRs até dezembro, quando o IPO do banco digital completa um ano.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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