O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa destaca que, com dois projetos em desenvolvimento, a aquisição deverá adicionar cerca de R$ 380 milhões a seu Ebitda nos próximos anos
O setor de energia renovável anda movimentado. Poucos dias após a Equatorial (EQTL3) concluir a maior compra do segmento no país, a Omega Energia (MEGA3) assinou nesta segunda-feira (7) um acordo para adquirir a totalidade do complexo Assuruá por R$ 262,2 milhões.
Como a companhia já é dona de boa parte do complexo baiano de geração de energia eólica, o novo acordo aumenta a participação econômica em Assuruá 4 e Assuruá 5, plantas atualmente em desenvolvimento.
A Omega, atualmente a maior geradora brasileira de energia renovável, destaca que, quando estiverem 100% operacionais, os dois ativos citados deverão adicionar cerca de R$ 380 milhões a seu Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, da sigla em inglês).
Antes de colher os frutos, porém, a companhia precisará postergará o início de obras em novos empreendimentos para remanejar recursos e concentrar os investimentos no complexo.
Isso porque, além do valor acertado para a transação - que ainda será incrementado com uma correção do CDI nas parcelas anuais -, os projetos exigirão mais R$ 200 milhões em verba nos próximos 18 meses.
Mas, na ponta do lápis, Ômega aposta na lucratividade do negócio. O acordo também garante 100% dos bens e direitos sobre expansões eólicas e solares, que, segundo a empresa podem chegar a 617,6 megawatts (MW).
Leia Também
Além disso, a companhia aposta que "sinergias e ganhos de escala" futuros - a previsão é que o complexo se aproxime dos 1.500 MW instalados no próximo ano - elevarão a competitividade nos preços da energia comercializada e, consequentemente, a rentabilidade do ativo.
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações