O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Vale lembrar que o empresário, que já detinha cerca de 36% das ações da Alliar, tratou a compra diretamente com um grupo de 50 acionistas donos de 53% do capital social da empresa
A compra da Alliar (AALR3) por fundos ligados a Nelson Tanure, confirmada no apagar das luzes de 2021, voltou ao centro do noticiário econômico nesta quarta-feira (30) após a sombra do insider trading pairar sobre o negócio.
Segundo um despacho obtido pelo Broadcast, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) investigará o possível uso de informações privilegiadas na transação que deu ao empresário o controle da empresa de medicina diagnóstica.
Vale lembrar que Tanure, que já detinha cerca de 36% das ações da Alliar, tratou a compra diretamente com um grupo de 50 acionistas donos de 53% do capital social da empresa. Cada ação foi vendida a R$ 20,50, 65,5% acima do valor dos papéis na véspera da proposta.
O próximo passo esperado, de acordo com as regras da CVM em casos de troca de controle da empresa, seria uma oferta pública de aquisição (OPA) para a saída dos sócios minoritários, nas mesmas condições do acordo firmado.
Mas o que ocorreu foi justamente o contrário: aproveitando a valorização dos papéis, que disparam após a confirmação do negócio, os fundos de Tanure passaram a vender os ativos AALR3 para realizar o lucro. Foram negociadas 1,48 milhões de ações ao preço médio de R$ 17,19 cada, valor quase 39% superior à cotação anterior à divulgação da compra.
Para driblar as regras da xerife do mercado de capitais, Tanure utilizou uma cláusula do contrato que permitia uma opção de venda futura de ações, o chamado put. Com isso, a troca de controle não foi efetivada e a OPA deixou de ser obrigatória.
Leia Também
"Os quatro fundos (MAM Eagle, Fonte de Saúde, Borgonha e Kyoto) venderam grande quantidade de ações em mercado provavelmente sabendo que do contrato de venda constaria a 'put' possibilitando ou tentando a possibilidade de evitar uma OPA por alienação de controle", diz o despacho da Gerência de Acompanhamento de Mercado da CVM obtido pelo Broadcast.
Essa manobra, que poderia caracterizar o insider trading - ou seja, uso de informações privilegiadas para obter lucros e vantagens no mercado financeiro -, foi denunciada pela gestora Esh Capital e é o alvo da investigação. Por isso, ainda segundo o documento, a divisão sugeriu o "aprofundamento da análise para ter uma maior profundidade e extensão dos delitos cometidos pelos reclamados".
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.
O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil