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O lucro societário, que é usado como referência para o pagamento de dividendos, apresentou queda maior e somou R$ 1,1 bilhão
Muito diferente do que acontece agora, a B3 (B3SA3) navegou em águas mais calmas no início de 2022, com o Ibovespa chegando a acumular ganhos de 15% no ano — um vento a favor e tanto para os investimentos em ações.
O ditado popular diz que mares assim não fazem bons marinheiros, e a dona da bolsa de valores brasileira comprovou a máxima.
No primeiro trimestre do ano, a B3 registrou lucro líquido recorrente de R$ 1,24 bilhão entre janeiro e março deste ano. O resultado representa uma queda de 7,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O lucro societário que é usado como referência para o pagamento de dividendos, apresentou queda maior, de 12,3%, em base anual e somou R$ 1,1 bilhão. A receita líquida da B3, por sua vez, apresentou queda de 6,8% e atingiu R$ 2,1 bilhões.
Apesar das altas do Ibovespa no início do ano, o mar acionário não deixou de apresentar ondulações que prejudicaram os negócios.
Com o aumento da aversão ao risco global e a alta na taxa de juros no Brasil, por exemplo, o volume
financeiro médio diário negociado (ADTV) do segmento de ações recuou 15,3%, para R$ 31,2 bilhões, no primeiro trimestre.
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Já no segmento de derivativos listados, o volume médio diário negociado (ADV) foi de 4,4 milhões de contratos, queda de 16,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Mas a B3 relembra que o resultado também foi influenciado pela forte base de comparação. "O 1T21 foi um período de recorde histórico nos volumes com a expansão da segunda onda da covid-19".
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