O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A zeragem das taxas pelo Itaú pode ser considerada uma resposta às corretoras, que ganharam muitos clientes usando essa tática
Desde quinta-feira (6), o Itaú (ITUB4) parou de cobrar taxas de corretagem dos clientes que investem em ações, BDRs (Brazilian Depositary Receipts), ETFs (fundos de índice) e opções. A isenção vale para todos os clientes do banco - não importa o segmento -, desde que os ativos sejam negociados nos canais digitais do Itaú, a Itaú Corretora ou o app Íon.
Antes da mudança, o Itaú cobrava taxa fixa de corretagem de R$ 4,90 por ordem e de R$ 2,90 nas operações de day trade. Vale ressaltar que esses valores continuam sendo cobrados para os clientes que negociam por meio das mesas de operações ou por telefone.
A zeragem das taxas pelo Itaú pode ser considerada mais uma resposta à tática usada por corretoras e plataformas de investimento nos últimos tempos, que também deixaram de cobrar taxas para atrair clientes. Anteriormente, o Itaú também havia zerado as taxas de custódia de renda variável, renda fixa, Tesouro Direto e FII's.
O lançamento da iniciativa Íon, em 2020, também foi na direção de competir com as corretoras. A estratégia começou com escritórios de investimento em novembro daquele ano e em 2021 foi lançado o aplicativo, também chamado Íon, no qual é possível agregar as contas do investidor, fazer projeções de rentabilidade e investir.
Ainda que tenha sido considerada uma estratégia um pouco tardia por alguns membros do mercado, em junho deste ano a plataforma já somava R$ 400 bilhões em ativos sob gestão. Até o final do ano, o Íon pretende chegar a 129 escritórios e R$ 550 bilhões sob gestão.
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas