O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O novo bloco, formado por Cambuhy, Atmos, Dynamo e Velt, detém 35,7% do capital da Eneva e fica à frente do BTG Pactual, maior acionista da empresa de energia
A Cambuhy, empresa de investimentos do banqueiro Pedro Moreira Salles, decidiu unir forças com três gestoras na Eneva (ENEV3). O acordo de acionistas tem validade inicial de dois anos, mas pode ser prorrogado.
O novo bloco, formado pela Atmos, Dynamo e Velt, detém 565.802.704 ações, o equivalente a 35,7% da empresa de energia. Assim, o quarteto fica à frente do BTG Pactual (BPAC11), que possui 24,1% do capital.
O restante das ações está nas mãos do mercado. Isso significa que a empresa não possui um acionista controlador com mais de 50% do capital.
Por isso, o novo bloco ganha força ao decidir em conjunto questões como uma eventual venda das participações.
Uma das empresas sobreviventes do antigo império de Eike Batista, a Eneva (ENEV3) recuperou o brilho depois que um grupo de investidores liderados pela Cambuhy assumiu as rédeas da companhia, que chegou a entrar em recuperação judicial.
O acordo entre a Cambuhy e as gestoras renomadas acontece no momento em que as ações da Eneva patinam na bolsa.
Leia Também
Nos últimos 12 meses, ENEV3 acumula queda de 18,5%, contra uma alta de 2,5% do Ibovespa, o principal índice da B3, no mesmo período. A empresa vale hoje R$ 19 bilhões na bolsa.
De certo modo, a trajetória da ação acompanha os resultados. A Eneva registrou lucro líquido de R$ 570 milhões entre janeiro e setembro, o que representa uma queda de 16,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
O mesmo se pode dizer dos fundos. Atmos, Dynamo e Velt estão entre as gestoras de ações com melhor retorno histórico no mercado brasileiro. No entanto, devem fechar no vermelho pelo segundo ano consecutivo.
As ações da Eneva possuem hoje cinco recomendações de compra e três de manutenção, de acordo com dados da plataforma Trademap.
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço