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Segundo informações da Bloomberg, a rede social deve enxugar até 50% do quadro de funcionários em todo o mundo. No Brasil, ao menos 150 pessoas devem ser afetadas

Os rumores de demissões no Twitter após a compra da rede social pelo bilionário Elon Musk se concretizaram nesta sexta-feira (4) — inclusive nas operações no Brasil.
Segundo informações da Bloomberg, a equipe da rede social aguarda o enxugamento de até 50% do quadro de funcionários em todo o mundo. Ou seja, a decisão do recém-chegado dono da Tesla deve afetar ao menos 3,7 mil pessoas.
Por enquanto, cerca de 150 colaboradores brasileiros tiveram seus computadores de trabalho bloqueados e receberam um e-mail em suas contas pessoais informando sobre a dispensa, de acordo com a agência de notícias. Contudo, ainda não há um número oficial de profissionais desligados.
O Seu Dinheiro procurou a assessoria do Twitter Brasil, que até a publicação desta matéria não se pronunciou. A reportagem será atualizada assim que houver uma posição da empresa.
Os ex-funcionários do Twitter demitidos nesta sexta-feira (4) começaram um movimento na própria rede social sobre as demissões em massa após a aquisição por Elon Musk. Com a hashtag #OneTeam, pessoas do mundo inteiro comentam a forma de como receberam a notícia de desligamento.
Entre eles, o ex-gerente de comunidades do Twitter nos EUA, Simon Balmain:
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Vale lembrar que uma das primeiras medidas após o CEO da Tesla prender o passarinho azul em sua gaiola de empresas foi o dispensar o "alto clero" do Twitter.
As primeiras "vítimas" dos cortes promovidos por Elon Musk foram o CEO Parag Agrawal e o diretor financeiro Ned Segal, que deixaram a sede da empresa em São Francisco para nunca mais voltar, de acordo com fontes citadas pela CNBC e pelo MarketWatch.
O conselheiro geral da empresa, Sean Edgett, e Vijaya Gadde, que dirigia o Departamento Jurídico do Twitter, também deixaram a companhia, de acordo com informações da Bloomberg e do jornal Washington Post.
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