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Plano de negócios e previsibilidade financeira são algumas ferramentas importantes, segundo analista da instituição em painel na Feira do Empreendedorismo 2022
Empreender foi uma das alternativas para os profissionais que perderam o emprego durante a pandemia e precisavam ter alguma renda.
Esse movimento — conhecido como “empreendedorismo por necessidade” — aumentou número de pequenas empresas no país. Atualmente, cerca de 43 brasileiros são donos do próprio negócio, segundo o Sebrae.
Mas, se empreender era uma das únicas saídas para a manutenção da renda durante o primeiro momento da pandemia, para quem já estava estabelecido no mercado o momento de crise trouxe outro problema: como manter a sustentabilidade financeira do negócio em tempos de incerteza?
“O plano de negócios e a famosa previsibilidade financeira, que é a organização das finanças da empresa, são meras ferramentas para que um empreendedor consiga enfrentar um ambiente de incerteza total”, afirma Renato Fonseca, analista e assessor de presidência do Sebrae.
Para ele, desenhar cenários e possíveis obstáculos durante a jornada empreendedora, como a ausência de crédito no mercado, perda de faturamento ou a elevação dos juros — que dificultam um eventual empréstimo ou financiamento — precisam estar sempre no radar de um empresário, independentemente do porte da empresa.
“É importante que as empresas tenham, pelo menos, caixa para quatro meses [sem receita], prevendo assim, alguma dificuldade no futuro”, diz Fonseca durante painel na Feira do Empreendedor 2022.
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O analista do Sebrae, Renato Fonseca, destacou que a previsibilidade do negócio, bem como a sobrevivência da empresa em cenários de crise e incerteza macroeconômica, deve levar em consideração o enfrentamento de crises passadas, como a de 2008.
Sendo assim, Fonseca deu dicas para que o empreendedor consiga “prever” possíveis tempos de crise, durante um painel na Feira do Empreendedor 2022. São elas:
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