O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No acumulado do ano, ou seja, de janeiro até agora, a queda nas fortunas dos mais ricos atingiu a casa dos bilhões
Muita coisa mudou na China a partir de 2020. O primeiro lugar do mundo a registrar a doença Covid-19 viu a sua economia desacelerar desde então — o que afetou toda a população, inclusive os super-ricos.
Em pouco mais de 24 meses, os bilionários chineses viram as suas riquezas despencarem mais do que em duas décadas. A política de ‘Covid zero’ — que tem afastado investidores em razão do isolamento social mais restritivo — e a guerra entre Rússia e Ucrânia, sem previsão de acabar, são alguns dos motivos para o recuo patrimonial dos super-ricos.
É o que aponta a lista “Hurun Rick”, levantamento anual que classifica as pessoas mais ricas da China — com um patrimônio líquido de, no mínimo, 5 bilhões de yuans (US$ 692 milhões; R$ 3,58 bilhões). Em 2022, apenas 1.305 pessoas atingiram o “requisito”, uma queda de 11% em relação ao ano passado.
Contudo, a China é o segundo país com mais bilionários do planeta, com 73 nomes entre as 500 pessoas mais ricas do mundo no ranking em tempo real da Bloomberg.
A política mais restritiva para reduzir a transmissão da Covid-19 não foi a única responsável pela desaceleração econômica e pelo recuo na riqueza dos bilionários chineses. A regulação das empresas também têm sua “parcela de culpa”.
Nos últimos dois anos, as maiores companhias de tecnologia da China, como Alibaba Group e Tencent Holdings, foram alvos de fiscalização e de multas bilionárias.
Leia Também
Em abril de 2021, o Alibaba foi penalizado em US$ 2,8 bilhões em uma investigação antimonopólio. Na época, o governo chinês afirmou que a companhia abusou de seu domínio de mercado, meses após ter a oferta pública de ações da subsidiária Ant Group (IPO, na sigla em inglês) cancelada.
No acumulado do ano, ou seja, de janeiro até agora, a queda nas fortunas dos mais ricos atingiu a casa dos bilhões.
Zhong Shanshan, dono da farmacêutica Beijing Wantai Biological Pharmacy Entreprise, viu a sua riqueza encolher US$ 14,6 bilhões (R$ 75,5 bilhões) nos últimos dez meses. Contudo, ele segue sendo o homem mais rico da China — e o 15º do mundo —, com uma fortuna acumulada de US$ 65,2 bilhões (R$ 337,3 bilhões).
Em segundo lugar aparece Zhang Yiming, fundador da ByteDance — empresa controladora do TikTok —, com o patrimônio acumulado de US$ 54,9 bilhões (R$ 284 bilhões).
Por fim, o fundador do Alibaba, Jack Ma, perdeu cerca de US$ 8,7 bilhões (R$ 45 bilhões) entre janeiro e outubro deste ano. Mas, sua fortuna é estimada em US$ 29,7 bilhões (R$ 153,6 bilhões).
*Com informações de Reuters
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética