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Na avaliação dos analistas do banco, Vale (VALE3) é um porto seguro para os investidores e tem preço-alvo de US$ 19
Se tem uma coisa muito verdadeira no mercado financeiro é que tudo pode mudar muito rápido. Com a Vale (VALE3) não foi diferente: há apenas poucas semanas, havia uma parte dos gestores e analistas bem pessimistas com a empresa. Mas isso já mudou!
Em relatório, o BTG Pactual comenta essa reversão e aponta que, na realidade, VALE3 pode ser um porto seguro para os investidores.
Portanto, os analistas reiteraram a compra do papel, com preço-alvo de US$ 19,00 (aproximadamente R$ 100,73) em 12 meses — potencial de alta de 15% se considerado o fechamento desta quinta-feira (15).
Entre os fatores que explicam esses cálculos estão o processo de reabertura econômica na China — um importante mercado para a mineradora —, o bom desempenho operacional recente e múltiplos atraentes.
Nos cálculos da equipe do BTG, hoje a Vale negocia a um múltiplo preço/lucro de 6 vezes para 2023, classificado como "comprimido". Caso o preço médio do minério de ferro seja de US$ 110 por tonelada em 2023 — uma possibilidade provável — a Vale passaria a negociar a 5,7 vezes o múltiplo preço/lucro.
"Vemos outros fatores favoráveis como uma empresa amplamente isolada de um cenário macroeconômico azedo no Brasil […] Este parece ser um bom lugar para estacionar o seu dinheiro", escrevem os analistas.
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No mesmo relatório, o BTG Pactual aproveita para comentar a compra de uma fatia da Vale (VALE3) pela Cosan (CSAN3) há cerca de dois meses.
Segundo os analistas, embora haja dúvidas sobre o nível de contribuição da entrada da holding na mineradora, eles acreditam que haverá uma agenda construtiva a partir da união.
Entre os pontos que podem ser impactados positivamente estão o desempenho de volume, as questões que envolvem licenciamento, a área de metais básicos, a alocação de capital e o processo de transição energética.
Neste ano, as ações VALE3 já sobem 22,94%, enquanto no mês o avanço é de 6,04%. No pregão desta quinta-feira (15) os ganhos foram de 0,32% no fechamento, cotadas a R$ 87,17.

De acordo com dados compilados pela plataforma TradeMap, das 18 recomendações para o papel, 12 são de compra e seis são de manutenção.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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