🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

O primeiro aniversário

O Nubank não está de parabéns: banco faz aniversário na Bolsa, mas ações só se deram mal neste ano — ainda vale a pena comprar?

Inadimplência em alta, dificuldade de crescimento e estimativas muito agressivas antes da estreia acabaram pesando para que o primeiro ano da fintech na bolsa fosse um para esquecer

Jasmine Olga
Jasmine Olga
9 de dezembro de 2022
9:15 - atualizado às 15:11
Nubank
Imagem: Nubank/Getty

O Nubank (NUBR33; NY:NU) está fazendo aniversário na bolsa neste dia 9 de dezembro. Foi nessa data que as ações da companhia começaram a ser negociadas na bolsa de Nova Yor (Nyse). Muita coisa mudou desde então.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A fintech é “apenas” uma instituição financeira, mas tem um poder quase incomparável de mover discussões e multidões, sejam elas de fãs ou haters — quase como uma celebridade ou uma estrela de cinema. Coisa rara em se tratando de uma empresa, ainda mais um banco. 

Fundada em 2013, a fintech ganhou o coração do público com um discurso de contravenção e ruptura com os modelos tradicionais, promovendo a simplificação de processos e ampliação do acesso a produtos bancários. Uma ameaça à majestade (e à concentração de oferta) dos tradicionais bancos brasileiros.

E, com dezenas de milhões de fãs (e clientes), a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da companhia, em dezembro de 2021, teve roteiro cinematográfico — e pautou a imprensa especializada por semanas. 

O plano era ambicioso: listar suas ações na Nyse e na B3, chegar ao mercado valendo mais de US$ 50 bilhões e, com isso, tornar-se a instituição financeira mais valiosa da América Latina. Mas o banco precisou reduzir a pedida, em meio às incertezas geradas pela variante ômicron do coronavírus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, o Nubank captou US$ 2,6 bilhões na oferta — US$ 9 por ação e R$ 8,38 por BDR (Brazilian Depositary Receipt), no topo da faixa indicativa, que ia de US$ 8 a US$ 9 por ação e R$ 7,45 a R$ 8,38 por BDR. 

Leia Também

O banco digital fez sua estreia na bolsa valendo US$ 41,4 bilhões, ou R$ 229 bilhões, desbancando o Itaú Unibanco (ITUB4) do topo do ranking. A meta foi atingida, embora o valor de mercado tenha ficado abaixo do inicialmente previsto. 

A coroa, no entanto, escorregou rapidamente da cabeça do roxinho — e as ações entraram em queda livre, assustando muito investidor individual que ainda dava os primeiros passos na bolsa. 

Apesar dos números astronômicos e do forte tombo que se seguiu, Guilherme Zanin, estrategista da Avenue Securities, aponta que a empresa abriu o seu capital no momento certo — com a elevação dos juros em escala global, a janela para IPOs fechou logo na sequência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De 9 de dezembro de 2021 até agora, quase um ano após a estreia, o tombo das ações já ultrapassa a casa dos 50% — no fechamento de quinta (1º), as ações eram negociadas a US$ 4,26 em Wall Street, enquanto os BDRs valiam R$ 3,70. 

O valor de mercado, hoje, é de US$ 20,4 bi, ou R$ 105,8 bi; com isso, o Itaú, o Bradesco e o Santander Brasil já valem mais que o Nubank.

Considerando esses números, paira sobre o dia a dia da empresa uma nuvem de incerteza: ainda vale a pena investir nas ações do Nubank quando até mesmo o fundador da companhia, David Vélez, cancelou o seu bilionário programa de bônus que dependia do desempenho dos papéis?

Gráfico com o desempenho dos BDRs do Nubank desde o IPO

O que deu errado?

Não há como negar que 2022 foi ruim para todas as empresas de tecnologia, já que a alta dos juros em escala global faz com que os recursos migrem para empresas menos alavancadas e com menor valor atribuído ao seu futuro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dito isso, o tombo do Nubank é quase duas vezes maior do que o do Nasdaq.

Para os especialistas ouvidos pelo Seu Dinheiro, o problema principal parece ser o mesmo desde o dia 1 — expectativas altas demais para uma companhia que pode não conseguir crescer no mesmo ritmo visto nos anos anteriores. O IPO da fintech foi um sucesso, mas já se questionava o valor de mercado da empresa naquela época. 

Os otimistas viam a possibilidade de que os tempos de lucro gordo estivessem no horizonte: a empresa entrou na bolsa com quase 50 milhões de clientes, sendo 36 milhões deles ativos — algo muito próximo dos números exibidos pelos grandes bancos brasileiros. 

Mas, apesar do volume de clientes e tamanho de operação, a empresa deu lucro só no terceiro trimestre (e ainda há algum ceticismo em torno desse número). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já os pessimistas apontavam para uma dificuldade de se manter o crescimento, justamente pelo tamanho da base já conquistada. A alta dos juros e o momento de aperto monetário em escala global também pesaram nas estimativas de inadimplência — uma profecia que se concretizou. 

Para o Nubank, que baseia a sua estrutura em uma ampla oferta de crédito sem garantia para pessoas físicas, os calotes de fato pesaram e tornaram muito mais difícil o crescimento da carteira de clientes. E os últimos números divulgados pelo Banco Central mostram que a situação pode piorar. 

O primeiro aniversário do Nubank

O Nubank chegou fazendo barulho na bolsa e, apesar da forte queda dos papéis, segue sendo um ativo popular e conhecido entre os investidores individuais. No entanto, poucas foram as manchetes positivas nessa primeira volta completa ao redor do sol. 

Apesar de a empresa ter registrado o seu primeiro lucro trimestral e apresentado uma receita e expansão da base de clientes acima do esperado pelo Itaú BBA, 2022 também foi um ano marcado pela deterioração da carteira de crédito e alguns abalos na confiança do mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, ao contrário da prática usual das instituições financeiras, o Nubank passou a excluir da sua base inadimplente todos os contratos com atrasos superiores a 120 dias, enquanto outros bancos usam a janela de 365 dias. 

De acordo com Larissa Quaresma, analista de ações da Empiricus, a mudança de metodologia prejudica a comparabilidade do indicador de inadimplência com trimestres anteriores e reduz o percentual de provisões contra calotes feitas pelo banco — que, historicamente, já é mais baixo que o das instituições tradicionais. 

O especialista do setor financeiro do Itaú BBA, Pedro Leduc, ressalta que há uma inconsistência na justificativa da fintech para a alteração, já que foi alegado que o grau de recuperação dos débitos de empréstimos pessoais após o atraso de 120 dias é muito baixo.

Ele aponta que apenas os melhores clientes de cartões de crédito possuem o produto e o segundo não registrou alterações na medição. Além disso, outras empresas também poderiam ter os benefícios fiscais clamados pelo Nubank se adotassem a mesma régua, mas isso não ocorreu. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outra crítica do banco de investimento ao balanço do Nubank está na dificuldade de aumentar suas receitas de serviços. Hoje, a fintech segue muito dependente de sua atuação no mercado de cartão de crédito e tem dificuldade para deslanchar o seu braço de investimentos e seguros. 

Tapa na cara

Se ao longo do processo de IPO houve a expectativa de que a dupla listagem pudesse popularizar a negociação dos recibos de ações, já que a empresa ofereceu um BDR para cada cliente ativo e fez ampla campanha sobre os papéis negociados na B3, a decisão de fechar o capital no Brasil chegou a ser descrita como “um tapa na cara do investidor local” por um agente do mercado. 

Isso porque, com a decisão, a fintech fica desobrigada de cumprir as exigências regulatórias impostas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) do Brasil. 

Para a empresa, a medida deve simplificar processos e reduzir custos. Já a percepção do mercado local é de que haverá uma redução de transparência, tornando mais abstrata a comparação com companhias listadas no país. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leduc, do Itaú BBA, diz que a justificativa de economias com processos regulatórios não faz muito sentido, já que o montante deve ser ínfimo perto do tamanho da empresa. Sem precisar entregar demonstrativos em reais e outros requerimentos locais, o investidor menos familiarizado com o investimento em bolsa pode ser prejudicado pela maior complexidade de obtenção de dados. 

Apesar da crítica do mercado, Zanin, da Avenue Securities, não vê grandes prejuízos para o investidor, apontando que as maiores empresas do mundo seguem o padrão de divulgação da CVM americana (SEC, na sigla em inglês). 

“Ele dá mais liberdade para as companhias, são padrões globais de contabilidade, mas é definitivamente um sinal ruim para o mercado de capitais brasileiro, já que demonstra que menos empresas globais buscam abrir capital por aqui”, analisa Zanin. 

É hora de comprar Nubank?

Apesar de muita água ter passado por baixo da ponte desde a estreia do Nubank na bolsa, para a maior parte dos analistas do mercado o problema com os papéis do banco digital continua sendo o mesmo de um ano atrás: estão muito caros

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dentre os principais bancos de investimento que cobrem as ações da fintech, apenas o Goldman Sachs e o UBS BB mantêm recomendação de compra, com preço-alvo de US$ 11 e US$ 8, respectivamente. As duas instituições foram coordenadoras do IPO. 

Das casas consultadas pela reportagem do Seu Dinheiro, a Empiricus tem uma recomendação de short para os papéis: aposta na queda de quase 50% dos ativos, projetando um preço-justo de R$ 2 por BDR. Já o Itaú BBA tem recomendação de venda e projeta um recuo de até 20% para as ações negociadas em Nova York. 

  • Nubank registrou o primeiro lucro líquido, desde seu IPO, no 3T22. Enquanto isso, este outro banco digital teve lucro líquido 5 vezes maior que o do “roxinho” no período e é opção bem melhor para investir. SAIBA QUAL É

Mas isso não significa que os especialistas acham que a tese da fintech — ser líder de um cenário bancário do futuro — fracassou. Pelo contrário. 

Muitos acreditam que a empresa deve continuar fazendo parte da vida dos brasileiros por muitos anos. O papel, no entanto, ainda tem uma certa gordura para queimar antes de voltar a subir, já que ainda embute um crescimento que pode não vir. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Quaresma, da Empiricus, é impressionante o tamanho da empresa que foi construída em poucos anos, mas os fundamentos atuais ainda se encontram deslocados do preço de tela — abrindo espaço para mais quedas. 

Zanin, da Avenue, acredita que a empresa de fato é “um banco do futuro e das próximas gerações”, só que isso não necessariamente a transforma em uma boa geradora de valor aos seus acionistas — não importa quanta confiança ou amor um indivíduo possa ter com relação aos produtos e serviços oferecidos. 

Afinal, a eficiência operacional é apenas parte da equação, e a gestão atual não demonstra ter nenhuma grande vantagem competitiva contra outros concorrentes, já que existe uma grande dificuldade de diversificar a fonte de receita. 

“No exterior temos como exemplo a Meta, dona do Facebook e Instagram, e até mesmo a Uber. A gente gosta e entende que elas provavelmente vão existir ao longo das próximas décadas, mas não necessariamente são boas empresas para se investir. Tenho mais a usufruir como usuário do que investidor”, aponta o estrategista. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BILIONÁRIOS ANTES DOS 25

Esses brasileiros criaram uma fintech nos EUA vendida por US$ 5,1 bilhões. Conheça a história da Brex e saiba por que o mercado torceu o nariz para o negócio

23 de janeiro de 2026 - 19:55

Henrique Dubugras e Pedro Franceschi fundaram a Brex em 2017, alcançaram US$ 12,3 bi em valuation em 2022 e agora venderam a fintech para a Capital One

SOLTA O SOM

Mercado Livre (MELI34) lança mais uma edição do seu festival de música para se aproximar dos consumidores

23 de janeiro de 2026 - 19:25

A gigante do e-commerce está triplicando a aposta no entretenimento como forma de atrair clientes para os seus serviços core, incluindo a plataforma de e-commerce e o Mercado Pago

MUITA CALMA NESSA HORA

Para UBS BB, mercado exagera na dose sobre a Sabesp (SBSP3); recomendação sobe e preço-alvo também

23 de janeiro de 2026 - 18:01

Analistas do banco suíço avaliam que o mercado superestima os riscos da escassez hídrica em 2025, pressionando indevidamente o valuation da companhia

MUDANÇA NO TOPO

Petrobras (PETR4) no controle: CEO Magda Chambriard deve comandar conselho da Braskem (BRKM5) em novo acordo, diz jornal

23 de janeiro de 2026 - 17:50

Petrobras e IG4 dividirão igualmente o poder de decisão na Braskem, segundo apurou o Valor Econômico; transação pode ser consumada ainda em fevereiro

NO MUNDO FÍSICO

Avenida Paulista é o palco da aposta do Itaú (ITUB4): novo conceito de agência mira classe média, enquanto rivais reduzem presença física

23 de janeiro de 2026 - 17:29

Batizado de “Espaço Uniclass”, o projeto mira a classe média e tenta ressignificar o papel do banco no dia a dia do cliente

ENERGIA DEMAIS?

Curtailment muda o jogo: Engie Brasil (EGIE3) reduz investimentos em renováveis e prevê consolidação do setor

23 de janeiro de 2026 - 14:00

Cortes na geração de energia pelo ONS afetam planos e impulsionam concentração no mercado de renováveis, segundo diretor da companhia; confira a entrevista completa com Guilherme Ferrari

O FUTURO ESTÁ PRÓXIMO

Todo mundo vai ter um? Elon Musk promete comercializar robôs humanoides até 2027

23 de janeiro de 2026 - 11:15

Optimus já trabalha em fábricas da Tesla, reaproveita a IA dos carros da marca e pode virar o próximo produto de massa do bilionário

PODE TER PREJUÍZO

Banco Central pede que BRB provisione R$ 2,6 bilhões para perdas, após compras de carteiras fraudadas do Master, diz jornal

23 de janeiro de 2026 - 11:04

Embora o BC não tenha detalhado os motivos, a data da reunião indica que a medida está ligada à compra de R$ 12,2 bilhões em carteiras do Banco Master.

DÓLARES NO CAIXA

MRV (MRVE3) se desfaz de terrenos nos EUA por US$ 18,3 milhões; plano é chegar a US$ 800 milhões em vendas

23 de janeiro de 2026 - 10:35

A operação faz parte da revisão estratégica da Resia, que queimou caixa no último trimestre e busca vender determinados ativos até o fim deste ano

VÃO-SE OS ANÉIS...

ByteDance cede e livra TikTok do banimento nos EUA; o que ela precisou fazer?

23 de janeiro de 2026 - 9:53

Acordo com investidores americanos muda o controle dos dados, do algoritmo e encerra o risco de banimento do aplicativo nos EUA

ALÔ, ACIONISTA

União Pet (AUAU3) e Engie Brasil (EGIE3) detalham distribuição de quase R$ 325 milhões aos acionistas; confira as condições

22 de janeiro de 2026 - 20:27

União Pet pagará R$ 320,8 milhões, enquanto Engie Brasil conclui leilão de 72,5 mil ações que movimentou R$ 2,2 milhões

HORA DE LARGAR O OSSO?

Cade nega recurso da Petlove contra aprovação da fusão Petz-Cobasi; saiba o que acontece agora

22 de janeiro de 2026 - 19:49

Decisão encerra a disputa administrativa, mas mantém em aberto a fase de desinvestimento e monitoramento, que será determinante para o arquivamento definitivo do processo

ERROU NO LOOK

Citi rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta R$ 17 do preço-alvo; entenda por que a ação está fora de moda para os analistas

22 de janeiro de 2026 - 19:01

Banco reduz recomendação e preço-alvo da companhia, citando recuperação lenta e margens pressionadas, enquanto papéis subiram em dia de recorde do Ibovespa

UM DEGRAU POR ANO

Nubank (ROXO34) mira o topo: fintech assume o posto de 2ª maior instituição financeira do Brasil — e não pretende parar por aí

22 de janeiro de 2026 - 17:19

Depois de subir uma posição por ano no ranking, a fintech do cartão roxo conquistou medalha de prata na disputa por número de clientes

GANHANDO ALTITUDE

Embraer (EMBJ3) pode voar mais alto: Safra turbina projeções e revela se é hora de comprar

22 de janeiro de 2026 - 16:01

Os analistas elevaram o preço-alvo da ação EMBJ3 para US$ 92 por ação até o fim de 2026. O que está por trás do otimismo?

VAREJO

Amazon aposta no varejo físico e anuncia megaloja para disputar espaço com Walmart e Target

22 de janeiro de 2026 - 15:31

Com 21 mil m², a nova unidade da Amazon nos arredores de Chicago mistura supermercado, varejo e logística 

SACOLA PREMIUM

De Zara a Shein, Brasil é um dos países mais caros para roupas; veja por que BTG prefere ações da Vivara (VIVA3) e da Track&Field (TFCO4) para ir às compras 

22 de janeiro de 2026 - 14:07

Relatório com o Índice Zara do banco apresentou as expectativas para as varejistas de moda em 2026; marcas voltadas para as classes mais baixas devem continuar sofrendo com o baixo poder de compra da população

QUEM PAGA A CONTA

Crise no Master e no will bank vai bater no caixa dos bancões? FGC deve antecipar contribuições para recompor o fundo

22 de janeiro de 2026 - 12:21

A conta da crise do Master não ficou só com o investidor: FGC avalia medidas para reforçar o caixa

CELEBRIDADES

Não foram só Huck e Vini Jr: Pabllo Vittar, Whindersson Nunes e outras personalidades associaram imagem ao Will Bank

22 de janeiro de 2026 - 12:18

Instituição apostou em entretenimento, TV aberta e celebridades para crescer rápido, mas acabou liquidada após colapso do Banco Master

FORA DE CIRCULAÇÃO?

Anvisa manda recolher um dos chocolates mais tradicionais do Brasil por erro que pode afetar pessoas alérgicas

22 de janeiro de 2026 - 11:07

Anvisa determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka após identificar erro na embalagem que omite a informação sobre a presença de glúten

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar