O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Netflix perdeu um terço de seu valor após divulgar seu segundo balanço decepcionante seguido, por isso, havia grande expectativa de que a dona do Google pudesse colocar as coisas nos trilhos entre as big techs
A Alphabet (GOGL34) não conseguiu apagar o incêndio deixado pela Netflix (NFLX34) ao apresentar nesta terça-feira (26) resultados que abalaram o mercado.
As ações da dona do Google caem mais de 5% no after market em Nova York depois que a empresa reportou lucro líquido de US$ 16,436 bilhões no primeiro trimestre, o que representa uma queda de 8,33% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Já a receita da Alphabet entre janeiro e março deste ano totalizou US$ 68,011 bilhões, um aumento de 22,95% em base anual.
“Estamos satisfeitos com o crescimento da receita do primeiro trimestre de 23% ano a ano. Continuamos a fazer investimentos considerados em Capex, P&D e talento para apoiar a criação de valor de longo prazo para todas as partes interessadas”, afirmou Ruth Porat, CFO da Alphabet e Google.
Na semana passada, a Netflix perdeu um terço de seu valor após divulgar seu segundo balanço decepcionante seguido. Havia grande expectativa de que a dona do Google pudesse colocar as coisas nos trilhos entre as big techs com seu resultado de hoje.
Nas últimas semanas, o mercado realizou 14 revisões para cima para as estimativas de lucro por ação da Alphabet e 17 movimentos para cima para as expectativas de receita.
Leia Também
O lucro por ação da Alphabet foi de US$ 24,62. O consenso apontava para lucro por ação de US$ 25,55, sobre receitas que devem aumentar quase 23% ano a ano, para US$ 67,8 bilhões.
Embora o Google Services continue sendo o negócio básico da empresa, respondendo por cerca de 90% das receitas consolidadas em 2021, o Google Cloud já mostra uma forte aceleração.
As ofertas de nuvem da empresa incluem o Google Cloud Platform e o Google Workspace, que estão continuamente ganhando força no crescente mercado de computação em nuvem.
Os investimentos do Google em infraestrutura, segurança, gerenciamento de dados, análise e inteligência artificial continuam sendo os principais pontos positivos.
Com isso, a Alphabet tem testemunhado um forte crescimento nas receitas geradas pelo segmento, que deriva receitas de taxas cobradas pelos serviços do Google Cloud Platform e ferramentas de colaboração do Google Workspace.
A receita do segmento foi de US$ 5,5 bilhões no quarto trimestre de 2021. O número representou 7,4% da receita total e apresentou um crescimento ano a ano de 44,6%.
No primeiro trimestre, a forte performance continuou. A receita entre janeiro e março foi de US$ 5,821 bilhões, uma alta de 43,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
“O primeiro trimestre teve um forte crescimento em Pesquisa e Nuvem, em particular, que estão ajudando pessoas e empresas à medida que a transformação digital continua. Seguiremos investindo em ótimos produtos e serviços e criando oportunidades para parceiros e comunidades locais em todo o mundo”, disse Sundar Pichai, CEO da Alphabet e do Google, ao comentar os resultados da empresa.
A publicidade on-line sofreu uma desaceleração drástica em meio a várias preocupações macroeconômicas, como a aceleração da inflação.
Além disso, muitos analistas citam o impacto da guerra entre Rússia e Ucrânia como um fator que pesa nos gastos do consumidor, especialmente na Europa, já que o conflito alimenta a aceleração de preços.
No caso da Alphabet, a receita com publicidade no primeiro trimestre conseguiu sobreviver a esses desafios — uma dica para a Netflix, que tem estudado planos que eventualmente tenham inserção de publicidade para monetizar melhor sua base de cliente.
A receita receita do Google Advertising totalizou US$ 54,661 bilhões no período, uma alta de 22,3% em base anual.
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.
O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026