O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O anúncio acontece no mesmo dia da divulgação do balanço do quarto trimestre da empresa, o que deve colocar os papéis da companhia em destaque hoje
Há algum tempo, andar de chinelo fora de casa era destinado apenas a alguns ambientes mais despojados. Mas a bolsa brasileira já calçou as Havaianas: a Alpargatas (ALPA4) anunciou uma oferta de ações para levantar R$ 2,5 bilhões.
A Itaúsa (ITSA4) e a Cambuhy, controladoras da companhia, já informaram que pretendem participar da oferta, que será coordenada pelo Bank of America, JP Morgan, Bradesco e Citigroup. A Alpargatas é avaliada em cerca de R$ 15 bilhões na B3.
A oferta será primária, ou seja, serão emitidas novas ações e o dinheiro captado irá para o caixa da empresa. Os recursos serão usados financiar o pagamento da aquisição de 49,9% da marca de calçados sustentáveis Rothy's.
A captação com a emissão de novas ações já era esperada porque o preço do negócio foi salgado: a Alpargatas pagou US$ 475 milhões pela participação na grife norte-americana que conta com uma base de clientes engajada e apaixonada por seus produtos.
A definição do preço por ação da oferta de ações da Alpargatas acontece no dia 22 de fevereiro. A operação será realizada com esforços restritos de colocação e voltada apenas para investidores profissionais.
Com essa nova notícia em jogo, as ações da Alpargatas devem permanecer em destaque no pregão desta sexta-feira (11). No fechamento de ontem da B3, os papéis ALPA4 encerraram em queda de 0,89%, cotados a R$ 26,60.
Leia Também
A divulgação da oferta ocorreu junto com o balanço da Alpargatas. A companhia registrou lucro líquido recorrente de R$ 573 milhões em 2021, alta de 24% em relação ao ano anterior.
O Ebitda, medida de geração de caixa adotada pelo mercado, aumentou 20,3%, para R$ 720,4 milhões. A companhia encerrou o ano com uma posição financeira líquida de R$ 481,5 milhões.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas