O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Carteira de pedidos firmes (backlog) da Embraer atingiu US$ 17,8 bilhões — alta de 12% na comparação com o mesmo período de 2021
Após um período de dificuldades, que incluíram a paralisação do setor aéreo diante da pandemia e também a necessidade de reorganização da própria empresa, a Embraer (EMBR3) parece estar voltando aos bons tempos.
A companhia informou na manhã desta segunda-feira (25) uma prévia operacional onde traz os dados referentes ao segundo trimestre deste ano. As vendas de aeronaves e serviços são os principais destaques.
De acordo com o documento, foram vendidos 32 jatos no total, sendo 11 deles comerciais e 21 executivos. Deste, 12 são do tipo leve e outros nove são de tamanho médio.
No ano, já foram entregues 46 aeronaves, sendo 17 comerciais e 29 executivas.
Assim, a Embraer (EMBR3) encerrou o segundo trimestre do ano com uma carteira de pedidos firmes (backlog) de US$ 17,8 bilhões — alta de 12% na comparação com o mesmo período de 2021 e o maior nível desde 2018. Os números foram impulsionados principalmente pelas novas vendas de aeronaves e serviços.
Na semana passada, a Embraer (EMBR3) aproveitou sua participação na Farnborough Airshow, feira de aviação realizada na Inglaterra, para fazer uma sequência de anúncios importantes. Além de ter recebido novas encomendas de jatos, a brasileira também revelou tratativas com a BAE Systems para formar uma joint venture.
Leia Também
Os pedidos vêm da canadense Porter Airlines e da americana Alaska Air Group.
A primeira fez um pedido firme de 20 jatos comerciais Embraer E195-E2, num acordo com valor de US$ 1,56 bilhão.
Já o pedido da Alaska Air Group para a Embraer (EMBR3) é um pouco mais modesto, de apenas oito jatos E175 e opção para a compra de mais 13.
Por enquanto, a Embraer (EMBR3) ainda tenta retomar sua trajetória de voo tranquilo após a tempestade que afetou todo o setor aéreo desde o início da pandemia em 2020.
No ano, as ações já caíram 52,97%, considerando o fechamento de sexta-feira (22). No último mês, a queda é menor, de 3,10%.
Há pouco, as ações da empresa reagiam positivamente, em leve alta de 0,25%.

Segundo dados compilados pela plataforma TradeMap, do total de seis recomendações para as ações da companhia, cinco são de compra e uma é de manutenção.
Analistas e gestores reforçam que a empresa brasileira é bem consolidada em sua área de atuação e aproveita a recuperação de todo o setor aéreo no mundo, competindo bem com as rivais Airbus e Boeing. Assim, há espaço para que a ação se recupere nos próximos meses.
O balanço trimestral da Embraer (EMBR3) será divulgado nesta quinta-feira (28), antes da abertura do mercado.
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo