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Após entrar em disparada no começo deste ano, o Ibovespa sofreu quedas fortes em abril e um dos motivos por trás disso é a China

Atenção: você está prestes a ver é uma história cheia de reviravoltas, adrenalina, emoção e muito mais. Tudo isso em um espaço curtíssimo de tempo, de forma que nem mesmo o mais dramático dos escritores mexicanos poderia conceber. Uma história que saiu do romance para virar terror ‘num piscar de olhos’.
Estou falando da trajetória do Ibovespa em 2022, que começou o ano como uma estrela, mas foi difícil prever que seria uma do tipo cadente (pelo menos por enquanto).
Na virada do ano, justamente quando os investidores estavam esperando mais cuidado, a primeira quebra de expectativa chegou: a entrada massiva de dinheiro gringo na bolsa. Para você ter uma noção, esse volume chegou a cerca de R$ 65 bilhões e foi capaz de deter todos os vilões que se atrevessem a tentar parar o caminho ascendente do Ibovespa.
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Em apenas 3 meses, o índice ganhou 20 mil pontos. Mas o sonho durou pouco: foi preciso apenas um mês para isso ir por água abaixo, nos últimos 30 dias, a bolsa amarga perdas que se aproximam dos 12%.
Três vilões são os maiores responsáveis por esse espancamento. E aqui, você recebe um spoiler sobre dois: um é a China e o outro é o Banco Central dos Estados Unidos. Se você está se perguntando o que eles têm a ver com a bolsa brasileira, veja o vídeo a seguir.
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Nele, eu revelo ‘tim-tim por tim-tim’, com base na matéria da nossa repórter Jasmine Olga, o que está acontecendo com a bolsa. Clique e veja a seguir, mas se você preferir pode continuar lendo para descobrir como se posicionar nesse cenário e quais ações são promissoras:
Diante dessa queda, os desesperados da bolsa já começam a entrar em aflição e correm para abandonar o barco o mais rápido possível. Foi o caso de um leitor do Seu Dinheiro que nos enviou a seguinte questão: “investi R$ 5 mil em ações e agora tenho só R$ 1 mil. O que fazer?”
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No vídeo a seguir, a analista da Empiricus, Larissa Quaresma, dá 3 dicas para os ‘mal-acostumados da bolsa’, aquelas pessoas que se habituaram aos ganhos expressivos do Ibovespa nos últimos anos e, ao verem a primeira perda, já entram em pânico.
Ela explica que, mesmo com a queda recente, a tendência do Ibovespa é para cima. Afinal, a bolsa brasileira não tem vocação para quebrar. Clique a seguir:
Mas é importante lembrar que nem toda queda significa oportunidade de compra. Não é porque a ação caiu que ela está barata. Por vezes, inclusive, pode estar mais caro ainda, depois das revisões dos lucros projetados pelo mercado, agora refletindo o cenário real à frente. É quando a maré baixa que vemos quem está nadando pelado.
Assim, para o canal do You Tube, a analista revela quais ações ela realmente acredita que estão baratas depois da queda e que podem colocar um bom dinheiro no bolso do investidor no longo prazo. Veja o vídeo abaixo e descubra quais são:
Cabe lembrar que os riscos precisam ser ponderados: com a inflação ‘comendo solta’ no mundo inteiro, o mercado de ações global tende a sofrer.
Isso porque, com os Bancos Centrais do mundo inteiro correndo contra o tempo para conter o dragão, os juros entram em alta, o que tende a fazer com que os investidores migrem para os títulos mais seguros e agora com maior retorno, como os do Tesouro norte-americano.
Além disso, o dragão tende a penalizar empresas de tecnologia cujo lucro está projetado para o futuro, que já enfrentam quedas fortes no mundo inteiro. Um exemplo disso é o Nubank (B3: NUBR33 e NYSE: NU), que acumula queda de de mais de 45% no na bolsa de Nova York e superior a 51% por aqui.
Mesmo diante do derretimento dos papéis, Quaresma ainda acredita que os ativos estão caros e enxerga uma queda ainda maior. Veja o vídeo a seguir e entenda:
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