O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A prévia do PIB brasileiro movimenta a segunda-feira, em meio à liquidez reduzida em virtude do feriado nos Estados Unidos
O primeiro pregão da semana começa com uma boa notícia. A recuperação econômica da China aparenta ter ganhado tração, após o PIB do país vir em linha com as projeções mais otimistas dos analistas, o que impulsiona as bolsas pelo mundo na manhã desta segunda-feira (17).
Hoje é feriado em comemoração ao dia de Martin Luther King, o que mantém os mercados fechados por lá e reduz a liquidez internacional das bolsas.
O exterior permanece atento ao avanço da pandemia e da variante ômicron, enquanto a vacinação também cresce pelo mundo.
No panorama doméstico, os debates envolvendo o reajuste dos servidores públicos permanecem no radar. Enquanto o presidente da República, Jair Bolsonaro, pretendia um aumento de salário apenas dos policiais federais, os demais setores do funcionalismo iniciaram um movimento de entrega de cargos e paralisações.
Em especial os servidores do Banco Central e Receita Federal são um problema que pode interferir na liberação de produtos em portos e aeroportos.
Mesmo com ameaças de greve, o Ibovespa fechou a semana passada com uma alta de 4,10%. Na sexta-feira (14), o principal índice da B3 encerrou o pregão com um avanço de 1,33%, aos 106.927 pontos.
Leia Também
Já o dólar à vista, que passou quase todo o pregão em leve alta, perdeu força no fim do dia e terminou em queda de 0,29%, a R$ 5,5132, acumulando baixa de 2,10% na semana.
Confira o que deve movimentar os mercados esta semana:
Os servidores públicos da Receita Federal permanecem em choque com o governo e uma greve da categoria está marcada para esta terça-feira (18).
Os funcionários do fisco pedem reajuste de 19,9% para repor a inflação dos últimos anos de governo. Contudo, de acordo com cálculos do diretor executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), cada 1% de reajuste linear para servidores impacta os cofres públicos em R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões.
Tudo começou quando o presidente da República, Jair Bolsonaro, buscou beneficiar os policiais federais, sua base de apoio eleitoral, antes do pleito de 2022. Isso gerou uma reação dos demais setores do funcionalismo, incluindo servidores do Banco Central.
Ainda existe a chance de judicialização do processo, o que pode atrasar os planos de Bolsonaro, que tem até março para realizar o reajuste antes de começarem a valer as leis eleitorais.
A semana começa com os dados da “prévia do PIB” do Banco Central. O IBC-Br será divulgado às 9h de hoje, com o intervalo das estimativas indo de um avanço na casa dos 0,3% até alta de 1,0%, com mediana em 0,7%, de acordo com o Broadcast.
Existe grande expectativa de que o IBC-Br surpreenda, tendo em vista o crescimento do setor de serviços e dados do varejo, divulgados na última semana.
Sem maiores indicadores para os próximos dias, o IGP-M deve tomar a cena da quarta-feira (19).
O exterior inicia a semana com a liquidez reduzida. Hoje é feriado em comemoração ao dia de Martin Luther King nos Estados Unidos, o que mantém os mercados fechados por lá.
Contudo, os investidores voltam seus olhos para o início da reunião do Fórum Econômico Mundial.
A primeira reunião da semana será do Presidente da China, Xi Jinping com o conselheiro médico chefe da presidência dos EUA, Anthony Fauci e Secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, além do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.
Confira a agenda de participações:
Por fim, os dados inflacionários da Europa ao longo da semana devem dar o tom das bolsas nos próximos dias.
O primeiro grande indicador da semana foi divulgado durante a noite de domingo (16) no Brasil. O PIB da China cresceu 8,1% em 2021, em linha com as previsões mais otimistas do The Wall Street Journal.
Isso mostra uma recuperação das atividades chinesas, que cresceram apenas 2,2% em 2020, segundo o departamento de estatísticas do país (NBS, em inglês).
Mas não apenas isso. O Banco do Povo da China (PBoC, em inglês), o Banco Central do Gigante Asiático, ainda cortou a taxa de juros de médio prazo e injetou mais dinheiro na economia após dados crescentes de covid-19 indicarem o avanço da pandemia nos países.
Os principais índices asiáticos encerraram o pregão desta segunda-feira sem uma única direção, após o PIB da China crescer acima do esperado, mas com a notícia de corte nos juros por parte do PBoC desanimou os negócios por lá.
Já na Europa, o feriado nos Estados Unidos, que mantém as bolsas por lá fechadas hoje e reduz a liquidez dos mercados globais, ajuda na alta das principais bolsas por lá nesta manhã. O PIB chinês também animou os índices do Velho Continente.
Segunda-feira (17)
Terça-feira (18)
Quarta-feira (19)
Quinta-feira (20)
Sexta-feira (21)
Terça-feira (18)
Quarta-feira (19)
Quinta-feira (20)
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM