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O chamado Crypto Secure usa inteligência artificial e algoritmos de última geração para analisar transações suspeitas nas exchanges parceiras da Mastercard
Um dos principais problemas do universo de criptomoedas é a segurança: quando os métodos são eficazes, ou são programas pesados demais, ou são complexos e pouco amigáveis ao usuário — ou ainda, caros demais. E a Mastercard quer entrar nesse universo logo.
Não é de hoje que uma das principais bandeiras de cartão está de olho nas criptomoedas. Desde outubro passado, a Mastercard passou a permitir a integração entre as carteiras de moedas digitais (wallets) e os sistemas dos milhares de bancos e instituições parceiras.
Agora, o foco da empresa será no desenvolvimento de um software que ajuda a identificar e paralisar transações suspeita para corretoras de cripto (exchanges). As informações são da CNBC.
O chamado Crypto Secure usa inteligência artificial e algoritmos de última geração para analisar transações suspeitas nas exchanges parceiras da Mastercard. A Binance e a empresa de cartões firmaram, este ano, uma parceria para otimizar a negociação de criptomoedas na Argentina.
A Cipher, empresa adquirida pela Mastercard no ano passado, será responsável por fazer a ponte de segurança entre a empresa e as corretoras. A ideia é desmistificar o uso de criptomoedas para os usuários ao longo dos próximos meses.
E conforme o mercado cresce, os crimes desse setor também se multiplicam. De acordo com a Chainalysis, wallets suspeitas de envolvimento com atividades criminais movimentaram cerca de US$ 14 bilhões no ano passado.
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Apesar da sinalização de transações suspeitas, o software não pretende atuar como um juiz para cada transação.
Para transações feitas a partir de carteiras suspeitas, as instituições parceiras — que podem ser desde outros bancos até comerciantes — receberão um aviso de risco colorido em suas telas.
A decisão de aceitar ou não o dinheiro vindo daquela wallet é de total responsabilidade daquela instituição.
Esse mecanismo não é exatamente novo, só foi ampliado para o bitcoin e outras criptomoedas. A Mastercard já tem um aplicativo semelhante para prevenir fraudes em moedas correntes.
Mesmo sem números concretos sobre a quantidade de transações em criptomoedas, a Mastercard pretende bater de frente com a Visa — a concorrente registrou um volume de US$ 2,5 bilhões com moedas digitais nos primeiros quatro meses deste ano.
Ajay Bhalla, presidente de inteligência e negócios da Mastercard, afirmou que a empresa pretende trazer a mesma confiança das transações comuns para o mercado de criptomoedas para os consumidores, bancos e varejistas.
O Crypto Secure estará disponível para cerca de 2.400 exchanges parceiras da Mastercard.
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