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O clima de sol da bolsa brasileira pode não durar por muito tempo, com ventos do exterior indicando uma possível frente fria. Lá fora, os investidores estão à espera da divulgação da ata do Federal Reserve
A temporada de balanços terminou, a campanha eleitoral começou oficialmente e nada parece capaz de abalar o ânimo do Ibovespa. Nem mesmo o fatídico mês de agosto.
A grande dúvida dos investidores é se o principal índice da bolsa brasileira será capaz de manter o clima de sol e céu azul diante da agenda esvaziada dos próximos dias.
Sem indicadores e eventos corporativos previstos, a bolsa fica a reboque dos mercados estrangeiros.
E os ventos vindos do exterior indicam a possibilidade de aproximação de uma frente fria. Lá fora, os investidores estão à espera da divulgação da ata do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
O documento virá a público somente às 15h. Com isso, a tendência é de que a cautela se mantenha pelo menos até que o teor da ata seja conhecido e analisado.
Os investidores estão atentos a indícios de que o Fed pretende tirar o pé do acelerador dos juros agora que a inflação parece dar sinais de ceder.
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A questão é saber se os dados de inflação disponíveis já são suficientes para que o Fed sinalize uma postura menos agressiva. Isso porque a próxima decisão de juro do banco central do EUA será conhecida somente em 21 de setembro. E novos números de inflação e emprego serão divulgados nesse intervalo.
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PRIVATIZAÇÃO
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ELEIÇÕES 2022
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Petrobras (PETR4) inicia venda de 40% de concessões na Margem Equatorial potiguar. A participação da estatal em duas concessões em águas profundas da Bacia Potiguar tem despertado interesse do setor de petróleo devido à proximidade com descobertas na Guiana.
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NOITE CRIPTO
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NOVO CAPÍTULO
E agora, Biden? Putin afirma que EUA querem prolongar a guerra na Ucrânia e provocar a China. O presidente russo acusou a terra do Tio Sam de querer “parasitar” o mundo com interferências em outros países, promovendo uma política “anti-Rússia”.
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