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Agora é uma boa hora para vender ações que carecem de lucros e colocar na carteira mais ações pagadoras de dividendos
O mercado de ações é fascinante e ao mesmo tempo pode se tornar uma armadilha para todos os investidores.
Como saber qual ação vai subir mais? Como tentar encontrar a agulha no palheiro que vai levar você à tão sonhada liberdade financeira?
Certamente essas são as perguntas que a maioria das pessoas faz quando a bolsa está subindo e renovando máximas.
Como justificar que uma ação que já subiu 500% vai continuar se valorizando?
Para fazer isso, analistas e investidores começam a inventar novas métricas.
Se o múltiplo preço/lucro já está acima de 50 vezes e não justifica os resultados entregues pela companhia, logo o mercado aparece com outra métricas como Valor da Firma sobre Receita, Valor da Firma sobre GMV, Valor da Firma sobre Ebitda antes do gastos com crescimento, PEG ratio, e por aí vai…
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Tudo porque pelos múltiplos tradicionais (EV/Ebitda, Preço/Lucros Preço/Fluxo de Caixa, Dividend Yield etc.), essas ações pareceriam caras demais e jamais atrairiam novos compradores.
Mas nada como um bear market para ajustar as coisas.
É claro que todos nós gostaríamos de ver a Bolsa subindo. Mas, um pouco de pé no chão também é importante.
Quando as ações param de subir e o humor começa a piorar, os investidores começam a se dar conta de que estavam utilizando múltiplos que não faziam o menor sentido e passam a se questionar se não caíram numa armadilha.
Se antes uma ação com um múltiplo de 80 vezes lucros ainda parecia "barata" porque negociava por "apenas" 5 vezes Valor da Firma/GMV, quando o bear market dá as caras, as novas métricas deixam de fazer sentido e esses papéis entram em uma espiral negativa até atingirem um patamar de preço/lucro ou dividend yield que faça sentido.
É por isso que empresas de tecnologia, e-commerce entre outras não param de cair.
Enquanto isso, empresas tradicionais têm se saído muito melhor.
Por exemplo, o fundo Dividendos da Vitreo, que é baseado na série Vacas Leiteiras da Empiricus, está com um retorno de 8% em 2022, acima dos 5% do Ibovespa e muito melhor do que a imensa maioria dos fundos de ações.
Não é muito difícil entender o motivo.
Imagine que você tivesse duas ações diferentes.
A primeira é de uma companhia que praticamente não dá lucro e, por isso mesmo, não paga nem um centavo de dividendos.
A segunda é de uma companhia nada sexy e sem grandes promessas de crescimento, mas lucrativa e que paga 10% de dividendos ao ano para você.
Quando chega uma crise, com qual dessas você continuaria? Muito provavelmente você ficaria com a ação que paga 10% ao ano em dividendos.
E mesmo que você e outros investidores fossem obrigados a vendê-la, ela não teria tanto espaço para cair, porque os dividendos oferecem um suporte.
Por exemplo, se a ação cai 25%, o dividend yield (retorno com dividendos) sobe para 13%. Se a ação cai 50%, o yield sobe para 20%!
Difícil imaginar que não vai aparecer comprador de olho nesse nível de rendimentos para estancar a queda dos papéis.
Enquanto isso, aquela outra ação que não paga dividendo algum e tem múltiplos elevados provavelmente só vai parar de cair quando o humor voltar a melhorar, o que pode demorar anos.
Pode ser que a inflação volte a cair forte nos próximos meses e afastar de vez as chances de uma Selic acima dos 15%, o que ajudaria a trazer o bom humor de volta para os mercados.
Mas isso também pode demorar um pouco para acontecer, o que continuaria pressionando aquelas ações de múltiplos elevados por mais algum tempo.
Por isso, se você ainda não o fez, essa é uma boa hora de vender ações que carecem de lucros e colocar na carteira mais ações pagadoras de dividendos. Nas últimas semanas, falamos sobre Hypera (HYPE3) e Vale (VALE3), dois ótimos nomes para o momento.
Se preferir, você pode investir por meio do fundo de Dividendos da Vitreo por aqui. Com R$ 100 você já pode se tornar acionista das melhores pagadoras de dividendos e se aproveitar desse bom momento que elas estão vivendo na Bolsa.
Um grande abraço e até a semana que vem!
Ruy
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