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Mesmo diante da expectativa do aumento das taxas de juros no exterior, o Brasil segue sendo um destino atrativo para o dinheiro gringo
Parecia que a instabilidade que abriu a sessão desta quinta-feira (24) teria vida longa diante da queda do petróleo e de um cenário internacional morno, mas os investidores brasileiros tiraram a incerteza do radar e tiveram fôlego para ir às compras.
Pouco mais de uma semana após a elevação da Selic ao patamar de 11,75% ao ano, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que não é provável que exista um aumento adicional nos juros na reunião de política monetária de junho — confirmando o que muitos já vinham precificando desde a última decisão do Copom: o ciclo de alta da taxa deve acabar em 12,75% ao ano.
A incerteza persistia devido ao estresse recente gerado pelo efeito da disparada do petróleo na inflação e pela perspectiva de que o Federal Reserve aumente o ritmo de aperto monetário nos Estados Unidos. Com a palavra do BC brasileiro em mente, os investidores já começam a rever suas projeções.
O mercado de juros operou em forte queda nesta tarde e mesmo diante da expectativa de taxas mais elevadas no exterior, o Brasil ainda se mostra um destino atrativo para o dinheiro gringo. Pela primeira vez em algum tempo, as bolsas americanas e a brasileira andaram de mãos dadas e exibiram ganhos firmes nesta quinta-feira .
O principal índice da B3 aproveitou mais um momento de forte fluxo de estrangeiros e encerrou a sessão em alta de 1,36%, aos 119.052 pontos. O dólar à vista fechou o pregão em leve baixa de 0,25%, a R$ 4,8320, mas chegou a ser cotado a R$ 4,76 na mínima do dia.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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