O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As bolsas americanas conseguiram ganhos médios de cerca de 2%. Por aqui, os investidores tiveram menos fôlego para ir adiante
Apesar do desempenho desta sexta-feira (15) ter passado longe de reverter uma tendência ou apagar as perdas dos últimos dias, o pregão serviu para que as bolsas globais não abrissem ainda mais as suas feridas.
Recessão, juros altos e inflação seguem dando a tônica dos negócios, mas o ritmo de queda foi amortecido por um bom colchão de ar.
Nos Estados Unidos, James Bullard, dirigente do Federal Reserve, voltou a mostrar confiança na economia americana, e foi ajudado por dados melhores do que o esperado do varejo e do setor industrial. Os números do segundo trimestre do Citibank também contribuíram.
As bolsas americanas conseguiram ganhos médios de cerca de 2%. Por aqui, os investidores tiveram menos fôlego para ir adiante — a deterioração do cenário fiscal e a grande instabilidade do setor de commodities dos últimos dias deixaram um gosto amargo na boca.
Ainda de olho nos riscos de uma desaceleração maior da economia, o dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,52%, a R$ 5,4049, mas com um avanço de 2,60% na semana. O Ibovespa fechou a sessão em alta de 0,45%, a 96.551 pontos, e recuo acumulado de 3,73%.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
Leia Também
NADA DE POUSO SUAVE
Mercado vê Selic acima dos 10% até o fim do mandato de Campos Neto no Banco Central, em 2024. Curva de juros já precifica uma manutenção da taxa básica em dois dígitos pelo menos até o início de 2025 — uma herança das políticas fiscais recentes e da inflação global persistente.
SEMANA EM CRIPTO
Entre falências e acordos, bitcoin (BTC) recua 3% na semana; confira o que foi destaque e o que esperar das criptomoedas. Um mês de Celsius fora do ar, donos do 3AC desaparecidos e PicPay no universo dos ativos digitais marcaram esse mercado nos últimos dias.
FOCO NO EXTERIOR
Itaú Unibanco (ITUB4) eleva participação no CorpBanca em meio à recuperação judicial nos EUA. Desde o começo de 2014, quando realizou a fusão bilionária, o bancão brasileiro vem abocanhando fatias cada vez maiores da operação chilena.
REFLEXOS DA CRISE
XP tem captação menor e queda em ativos sob custódia no 2T22, mas um número pode animar o mercado. Mesmo com a baixa geral, a corretora trouxe um dado com potencial de deixar os investidores otimistas, com avanço na captação de recursos no trimestre em base ajustada.
REBALANCEAMENTO À VISTA
Raízen (RAIZ4) chegando e JHSF (JHSF3) de saída do Ibovespa? Confira as apostas do Bank of America para a nova carteira do índice. Os analistas do BofA também acreditam que São Martinho (SMTO3) e Arezzo (ARZZ3) têm chances de estar na próxima formação.
VALE A PENA?
BB Seguridade (BBSE3) é ação de defesa do JP Morgan contra juro e inflação elevados; potencial de alta é de 17,5%. O banco passou a recomendar a compra de BBSE3 e aumentou o preço-alvo de R$ 25 para R$ 31 em dezembro de 2023.
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros