O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além disso, o petróleo segue em alta no exterior, o que aumenta a defasagem dos reajustes promovidos pela Petrobras (PETR4) e a pressão para que a classe política se movimente para evitar um novo avanço dos preços dos combustíveis
Em momentos em que tudo parece difícil e as coisas estão longe do ideal, a tradição popular pede que se faça uma limonada dos limões que a vida lhe dá. Mas o que fazer se restam na mesa apenas as frutas mais azedas?
Apesar do Ibovespa ter evitado grandes perdas na sessão anterior, hoje não deu para ignorar que existem complicações vindas de todos os lados.
O petróleo segue em alta no exterior, o que aumenta a defasagem dos reajustes promovidos pela Petrobras (PETR4) e a pressão para que a classe política se movimente para evitar um novo avanço dos preços dos combustíveis.
A última proposta de subsídio, anunciada na segunda-feira (6), passou bem longe de resolver o problema e ressuscitou a preocupação com as contas públicas — um temor que andava adormecido nos últimos meses.
Os limões importados também parecem ter passado do ponto. Enquanto o mercado espera a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e dados de inflação dos Estados Unidos — que serão divulgados em breve —, predomina a visão de que uma recessão global é inevitável.
Instituições importantes seguem revisando para baixo as projeções do PIB mundial. Aí não teve como adoçar a limonada.
Leia Também
Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu mais de 1%. Por aqui, o Ibovespa foi além. O principal índice da bolsa brasileira recuou 1,55%, aos 108.367 pontos. O dólar à vista encerrou o dia em alta de 0,33%, a R$ 4,8901.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
MAIS UM SINAL VERDE
Acionistas da Aliansce Sonae (ALSO3) também dizem “sim” à fusão com a brMalls (BRML3) — veja o que falta para o nascimento da gigante dos shoppings. Cerca de 79,6% apoiaram o negócio. Já os detalhes da votação da BRML3 ainda não foram divulgados.
DESINVESTIMENTO
Itaú (ITUB4) começa a se desfazer (de novo) de participação na XP (XPBR31). Contrato de compra e venda assinado entre as empresas inclui ações de Classe A e B e totaliza US$ 177,6 milhões.
SURFANDO EM ONDA RARA
Take Blip aposta em aquisições e crescimento fora do país após receber aporte de US$ 70 milhões em meio à crise das startups. É a segunda injeção de recursos da Warburg Pincus na empresa de soluções de software, que caminha para a expansão internacional e formação de ecossistema de parceiros.
RECESSÃO IMPROVÁVEL
SPX diz que PIB teria de cair 4% para que inflação fique no centro da meta em 2023. Para a gestora, se os preços desacelerarem para qualquer valor dentro da banda de tolerância em 2023 seria ‘uma grande vitória’.
ELEIÇÕES 2022
Você tem medo de quê? Pesquisa mostra que os eleitores temem mais a reeleição de Bolsonaro – mas o fantasma do PT também assusta. Levantamento Genial/Quaest soma-se a outras sondagens de acordo com as quais Lula tem chances de vencer o atual presidente sem a necessidade de segundo turno.
Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro
A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores
Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana
Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo
Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado
A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo
No ritmo atual de nascimentos por ano, a população chinesa pode cair para 600 milhões em 2100 — menos da metade do número atual
Evento do Seu Dinheiro tem evento com o caminho das pedras sobre como investir neste ano; confira ao vivo a partir das 10h
Mercado Livre e Shopee já brigam há tempos por território no comércio eletrônico brasileiro, mas o cenário reserva uma surpresa; veja o que você precisa saber hoje para investir melhor
A presença de Trump em Davos tende a influenciar fortemente o tom das discussões ao levar sua agenda centrada em comércio e tarifas
Companhias alavancadas terão apenas um alívio momentâneo com a queda dos juros; veja o que mais afeta o custo de dívida
O colunista Ruy Hungria demonstra, com uma conta simples, que a ação da Eucatex (EUCA4) está com bastante desconto na bolsa; veja o que mais movimenta os mercados hoje
A Eucatex é uma empresa que tem entregado resultados sólidos e negocia por preços claramente descontados, mas a baixa liquidez impede que ela entre no filtro dos grandes investidores
Entenda a história recente do mercado de dívida corporativa e o que fez empresas sofrerem com sua alta alavancagem; acompanhe também tudo o que acontece nos mercados
Mudanças no ITBI e no ITCMD reforçam a fiscalização; PF também fez bloqueio de bens de aproximadamente R$ 5,7 bilhões; veja o que mais você precisa saber para investir hoje
Entenda o que acontece com as ações da Azul, que vivem uma forte volatilidade na bolsa, e qual a nova investida de Trump contra o Fed, banco central norte-americano
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países