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Nova York conseguiu se recuperar de uma manhã ruim e interrompeu a sequência de quedas, permitindo uma tarde mais agradável aos mercados
Assim como boa parte da população, hoje o Ibovespa passou por um sério caso de mau humor matinal. Também pudera, as notícias dos últimos dias não andaram sendo das mais favoráveis para os negócios, seja na B3 ou em Wall Street.
Por aqui, incertezas político-fiscais causaram indigestão e a queda do minério de ferro não ajudou. Lá fora, a perspectiva de um aperto monetário mais duro que o esperado é que causa noites mal dormidas. Isso sem falar no prolongamento da guerra e a falta de perspectiva para um acordo de paz.
Mas ao invés de uma boa xícara de café para equilibrar os ânimos, o Ibovespa contou com a ajuda da Petrobras (PETR4) — empresa responsável por 10% da carteira teórica do índice.
As incertezas dos últimos dias com a falta de indicados para assumir a presidência e o comando do conselho de administração da companhia finalmente chegou ao fim. Na noite de ontem, o governo anunciou o nome dos escolhidos, que foram muito bem recebidos pelo mercado. A avaliação é de que se trata de executivos com experiência no setor e proximidade com o Ministério de Minas e Energia.
Nova York também conseguiu domar os seus demônios matinais e interrompeu a sequência de quedas, permitindo uma tarde mais agradável aos mercados. O Ibovespa fechou o dia em alta de 0,54%, aos 118.862,12 pontos. O dólar à vista, no entanto, seguiu devolvendo a forte desvalorização recente e subiu 0,56%, a R$ 4,7409.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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