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O Ibovespa subiu 1,80%, aos 115.174 pontos embalado por altas de até 13% na passarela do mercado financeiro
Quem esperava que a quarta-feira de cinzas da B3 faria jus ao nome e terminaria com o investidor recolhendo o que restasse da carteira, após os ajustes à queda das bolsas internacionais durante o feriado de Carnaval, enganou-se.
Com a ajuda da ala das commodities e do bloco da recuperação na Europa e nos Estados Unidos, a bolsa brasileira resolveu estender os dias de confete e serpentina e transformou o Ibovespa em um sambódromo para o desfile de gala das ações.
O contrato do petróleo tipo Brent, usado como referência internacional, bateu os US$ 115 o barril pela primeira vez desde 2008. Com esse samba enredo, o bloco das petroleiras foi o grande destaque da B3 na avenida.
3R Petroleum (RRRP3) e PetroRio (PRIO3) lideraram as maiores altas do Ibovespa, enquanto as ações preferenciais da Petrobras (PETR4) chegaram a operar no maior nível nominal desde o início do Plano Real, em 1994.
O minério de ferro, outra commodity com grande peso para a bolsa brasileira, também surfou no cenário internacional e embalou o samba das ações das mineradoras e siderúrgicas.
Com altas de até 13% na passarela do mercado financeiro, o principal índice brasileiro também encerrou o dia com avanço para investidor nenhum botar defeito. O Ibovespa subiu 1,80%, aos 115.174 pontos.
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Já o dólar, que começou o dia dando sinais de que choveria no Carnaval estendido dos investidores brasileiros, fechou em queda.
A moeda norte-americana registrou alta significativa na abertura, mas, ao longo da tarde, inverteu o sinal e terminou as negociações com desvalorização de 0,94%, a R$ 5,1073.
O resultado é especialmente importante considerando que um dos principais catalisadores para a recuperação no exterior — a possibilidade de que o diálogo ponha fim ao conflito entre Rússia e Ucrânia, que já completa o sétimo dia sem sinal de trégua — ainda é apenas uma esperança.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
BALANÇO DO MÊS
Apesar da guerra, bitcoin foi o melhor investimento de fevereiro, e Ibovespa fechou mês no azul; dólar teve o pior desempenho. Investidores estrangeiros continuaram aportando capital no Brasil, e criptomoeda viu uma recuperação parcial após o tombo de janeiro; veja o ranking completo.
PÓDIO DO VAREJO
XP elege Magalu (MGLU3), Via (VIIA3) e Natura (NTCO3) como as grandes vencedoras do corte de 25% do IPI; veja quem perde. Expectativa da corretora é que a indústria poderá repassar o corte para os preços, ajudando a aumentar a demanda; quem depende de incentivo fiscal sai prejudicado na desoneração.
PENNY STOCKS
Dommo (DMMO3) consegue prorrogação do prazo para fazer ações voltarem a valer R$ 1,00; relembre o caso e saiba o que isso muda para o investidor. Segundo comunicado enviado à CVM, a B3 acatou o pedido após empresa argumentar que a alta volatilidade do mercado afetou os papéis.
INFLAÇÃO SOBRE RODAS
Por que o conflito entre Rússia e Ucrânia pode deixar os carros ainda mais caros no Brasil. Moscou e Kiev são as principais fontes dos gases químicos na produção de semicondutores, o que pode prolongar a crise de abastecimento desses componentes nos veículos.
ALIANÇA NA GUERRA
A China é o escudo de Putin contra as sanções financeiras de EUA e aliados. Em uma mudança de tom na abordagem sobre a invasão ucraniana, chanceleres chinês e ucraniano conversam por telefone em busca de uma solução.
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Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
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