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O euro passou por uma forte desvalorização nos últimos meses e hoje flerta com a paridade com o dólar, superando a moeda norte-americana por centésimos de centavos
A criação de uma moeda comum para toda a Europa povoou o imaginário dos líderes do continente durante décadas.
Num passado cada vez mais distante, era quase impossível viajar pela Europa sem uma calculadora na bagagem.
Era escudo em Portugal, peseta na Espanha, franco na França, marco na Alemanha, lira na Itália, dracma na Grécia… Isso para ficar apenas em algumas. Uma verdadeira miscelânea de cédulas e moedas.
A moeda comum finalmente surgiu em 1999. Nem todo mundo entrou. A União Europeia é uma coisa, a zona do euro, outra.
E foram raros os momentos nessas últimas décadas em que o euro foi negociado perto da paridade com o dólar. Na maior parte do tempo, a moeda da zona do euro valeu confortavelmente mais que a norte-americana.
Portanto, podemos dizer que hoje é um dia raro. O euro passou por uma forte desvalorização nos últimos meses.
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A depreciação está associada ao risco de uma recessão na Europa, agravado pelos temores de que a Rússia interrompa o fornecimento de gás à Alemanha devido às sanções aplicadas por causa da invasão da Ucrânia.
Hoje, o euro flerta com a paridade com o dólar, superando a moeda norte-americana por míseros centésimos de centavos.
E pode até parecer de propósito, mas é mera coincidência. Nosso colunista Matheus Spiess explica como a alta dos preços da energia anulou a vantagem competitiva do euro.
Ao mesmo tempo, a série de reportagens especiais do Seu Dinheiro sobre onde investir no segundo semestre de 2022 se encerra hoje. E o tema também está relacionado.
A Flavia Alemi se aprofunda sobre a importância de manter investimentos em dólar e ouro na carteira. Ela explica por que as proteções ficaram mais caras, mas continuam essenciais.
Mais uma leitura essencial para hoje.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas estrangeiras recuam e euro flerta com paridade ante o dólar com investidores à espera dos números da inflação nos EUA. Além da inflação nos Estados Unidos, temores referentes ao fornecimento de gás à Europa ajudam a azedar o humor dos investidores hoje.
APÓS UM ANO
Demorou, mas saiu: Petrobras (PETR4) embolsa R$ 2 bilhões com venda da Gaspetro. Pagamento ocorre pouco mais de duas semanas após o sinal verde do Cade, que demorou quase um ano para aprovar a transação. Relembre as barreiras no acordo com a Compass.
OLHA ELA!
Direcional (DIRR3) tem o melhor trimestre em vendas líquidas da história. Confira os números da construtora. A empresa ainda anunciou a distribuição de R$ 69,9 milhões em dividendos intermediários, equivalentes a R$ 0,47 por ação.
ESG TÁ ON!
Neoenergia (NEOE3) consegue R$ 500 milhões em financiamento verde, mas terá que seguir regras para usar o dinheiro. Os recursos do empréstimo serão utilizados na expansão e digitalização das redes da companhia. Confira as condições.
NOITE CRIPTO
A volta dos que não foram: Bitcoin (BTC) opera em queda e fica abaixo dos US$ 20 mil. Investidores aguardam os dados de inflação dos EUA, que têm potencial para mexer com ativos de risco como as ações e as moedas digitais.
MARKET MAKERS
IPOs fracassados são culpa de quem bancou a oferta e de quem investiu, segundo a IP Capital. No segundo episódio do podcast de Thiago Salomão e Renato Santiago, os gestores Gabriel Raoni e Bruno Barreto falaram sobre o mercado de ações e suas teses.
Uma boa terça-feira para você!
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Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.
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