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O dragão da inflação ainda assombra 2022, mas a cavalaria dos bancos centrais segue utilizando suas armas para tentar apagar o incêndio; veja as oportunidades que se abrem nos investimentos com o cenário atual
Bom dia!
Calor, comburente (oxigênio) e combustível. Esses são os três elementos necessários para que haja fogo. E o dragão da inflação se aproveitou da fartura de todos eles para provocar um incêndio em escala global.
O calor veio junto com a recuperação da economia depois da paralisação provocada pela pandemia da covid-19.
O oxigênio surgiu na forma de juros nas mínimas históricas em quase todos os países, incluindo o Brasil.
Por fim, os estímulos trilionários de governos e Bancos Centrais foram o combustível para o sopro do dragão provocar um verdadeiro estrago na inflação.
A boa notícia é que já sabemos como controlar o incêndio: basta acabar com um dos elementos do triângulo que atiçam o fogo.
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Aqui no Brasil, o Banco Central começou a retirar o oxigênio em março do ano passado, quando começou o ciclo de alta da Selic.
Mais atrasado, o Fed (BC dos EUA) deu início à retirada do combustível — quer dizer, dos estímulos monetários — em novembro passado.
A ação dos BCs tem como consequência a redução da temperatura da economia, e sem calor o dragão da inflação também tende a perder a força.
Mas será que a armada será bem sucedida na missão de controlar os preços? O que sabemos é que o mercado não vai esperar o fim do incêndio.
Na coluna de hoje, o Matheus Spiess analisa o cenário para a inflação e as oportunidades que se abrem nos investimentos.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas operam no vermelho na volta do feriado dos EUA; greve dos servidores públicos liga alerta para risco fiscal. O balanço de grandes bancos dos EUA, como Bank of America e Goldman Sachs, permanece no radar do investidor internacional hoje.
FOLLOW ON
BRF (BRFS3) aprova oferta de 325 milhões de ações e abre caminho para o controle da Marfrig (MRFG3). O valor total da operação ainda não está definido, mas, se considerada a cotação do último fechamento (R$ 24,75), a oferta pode ultrapassar os R$ 8 bilhões.
AMIGAS E RIVAIS
Direcional (DIRR3) compra fatia de quatro projetos da Cyrela (CYRE3) no Rio de Janeiro; VGV pode chegar a R$ 624,7 milhões. A construtora ficará com 60% dos empreendimentos localizados na capital carioca, equivalente a aproximadamente 3.560 unidades.
FAÇA-SE A LUZ
EDP Brasil (ENBR3) aumenta distribuição de energia em 2021, mas vê queda no trimestre; confira detalhes da prévia. O consumo de energia distribuída nos últimos três meses refletiu as condições climáticas mais amenas e a menor recuperação das atividades econômicas.
MONEY TIMES
Petrobras atinge recorde anual de produção no pré-sal em 2021. A petroleira registrou cerca de 1,95 milhão de barris de óleo equivalente por dia (boed), equivalente a 70% de sua produção total no ano passado, de 2,77 milhões de boed.
MONEY TIMES II
Plano&Plano (PLPL3): Ação tem potencial para quadruplicar de valor, avalia BTG. Analistas têm preço-alvo estimado de R$ 13 para a ação, uma potencial de valorização de mais de 300% sobre a cotação do último fechamento (R$ 3,21).
FINTECHS DO FUTURO
Hashdex lança oferta do primeiro ETF de finanças descentralizadas do mundo; conheça os detalhes do DEFI11. Período de reservas para o novo fundo cripto, com cota negociada inicialmente por cerca de R$ 50, começa hoje.
REFORÇO DE PESO
Binance se torna a mais nova patrocinadora master do Paulistão e continua a ampliar investimentos em esporte. Corretora promete entregar a edição da competição mais inovadora até hoje, que vai contar até mesmo com a negociação de gols via NFT.
Uma ótima terça-feira para você!
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
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Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
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