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Já faz alguns meses que o mercado financeiro global vem tendo pesadelos com a possibilidade de que a inflação e os juros altos nos países desenvolvidos joguem o mundo em uma nova recessão.
Os reflexos do coronavírus ainda parecem longe de sumir do mapa e a cada dia que passa a projeção de recuo da atividade econômica fica mais forte. O monstro, que antes não passava de um sonho ruim, ganha contornos de carne e osso.
Esta semana talvez tenha sido definitiva para sacramentar a profecia. Na Europa, o juro voltou a subir, enquanto nos Estados Unidos os níveis da atividade econômica frustraram os analistas e entraram oficialmente em patamar restritivo.
Os dados divulgados hoje, no entanto, não chegam a ser uma novidade. Eles só reforçaram um comportamento que já vinha sendo anunciado pelos indicadores regionais americanos.
Apesar de os números estarem longe do ideal, William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, não acredita em uma alteração do cenário-base para a reunião de política monetária do Federal Reserve, na semana que vem.
O BC americano deve elevar a taxa básica em 0,75 ponto porcentual — mas o mercado começa a ver uma possibilidade de que um corte ocorra já em 2023.
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A empolgação inicial dos investidores com os dados fracos, prevendo uma reação mais neutra do Fed, não durou e os resultados mistos da temporada de balanços falaram mais alto — claro, o medo de que uma recessão chegue ainda mais rápido também pesou.
Em Nova York, o pior desempenho ficou com o Nasdaq, que recuou 1,87%. O S&P 500 e o Dow Jones tiveram queda de 0,93% e 0,43%, respectivamente.
A piora lá fora apagou até mesmo o bom desempenho do minério de ferro e a reação positiva do mercado aos dados de produção da Petrobras (PETR4). O Ibovespa encerrou a sessão em baixa de 0,11%, aos 98.925 pontos, mas acumulou ganhos de 2,46% na semana.
Com os sinais de que a economia americana caminha para uma forte desaceleração, o dólar à vista chegou a cair mais de 1%, mas acabou fechando o dia em alta de 0,05%, a R$ 5,4988 — com um avanço acumulado de 0,72% nos últimos cinco pregões.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
REVENDO PORTFÓLIO
O setor que não para: Aliansce Sonae (ALSO3) se desfaz de shopping em Uberlândia de olho na sonhada fusão com brMalls (BRML3). Venda do ativo pode reduzir o potencial de riscos avaliados pelo Cade no casamento com a rival.
SOB NOVA DIREÇÃO
Tudo em família: filho de Wesley e sobrinho de Joesley é o novo presidente global de operações da JBS (JBSS3). A gigante do mercado de proteína animal anunciou hoje Wesley Batista Filho para o cargo. Ele sucederá André Nogueira, que deixará o posto em 1º de novembro.
ALGUÉM TEM QUE PAGAR...
Governo vai baixar preço do diesel e da gasolina com novo decreto, mas medida atrasará cumprimento de metas ambientais. A notícia é ruim para o clima, mas boa para os caminhoneiros: segundo o ministro de Minas e Energia, a nova norma provocará uma queda de mais de R$ 0,10 nos combustíveis.
É IMPRESSIONANTE!
Estudo inédito: um único setor da economia gerou lucro de mais de R$ 15 bilhões por dia, livre de impostos. A indústria de petróleo e gás natural teve ganho líquido diário de US$ 2,8 bilhões nos últimos 50 anos, revela pesquisa publicada pelo The Guardian.
Ô ABRE ALAS!
Putin liberou e ucranianos vão voltar a exportar grãos — entenda o que esse primeiro grande acordo significa para o mundo. A Ucrânia é uma das maiores exportadoras globais de trigo, e as forças russas estavam bloqueando o Mar Negro, onde estão localizados os silos nos principais portos do país invadido.
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